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Eróticos.)




quinta-feira, 22 de maio de 2014

Albert Einstein e a Bomba Atômica - Citado por Penélope Charmosa

Minha responsabilidade na questão da bomba atômica se limita a uma única intervenção: escrevi uma carta ao Presidente Roosevelt. Eu sabia ser necessária e urgente a organização de experiências de grande envergadura para o estudo e a realização da bomba atômica. E o disse. Conhecia também o risco universal causado pela descoberta da bomba. Mas os sábios alemães se encarniçavam sobre o mesmo problema e tinham todas as chances de resolvê-lo. Assumi portanto minhas responsabilidades. E no entanto sou apaixonadamente um pacifista e minha maneira de ver não é diferente diante da mortandade em tempo de paz. Já que as nações não se resolvem a suprimir a guerra por uma ação conjunta, já que não superam os conflitos por uma arbitragem pacífica e não baseiam seu direito sobre a lei, elas se veem inexoravelmente obrigadas a preparar a guerra. Participando da corrida geral dos armamentos e não querendo perder, concebem e executam os planos mais detestáveis. Precipitam-se para a guerra. Mas hoje a guerra se chama o aniquilamento da humanidade. Protestar hoje contra os armamentos não quer dizer nada e não muda nada. Só a supressão definitiva do risco universal da guerra dá sentido e oportunidade à sobrevivência do mundo. Daqui em diante, eis nosso labor cotidiano e nossa inabalável decisão: lutar contra a raiz do mal e não contra os efeitos. O homem aceita lucidamente esta exigência. Que importa que seja acusado de antissocial ou de utópico? Gandhi encarna o maior gênio político de nossa civilização. Definiu o sentido concreto de uma política e soube encontrar em cada homem um inesgotável heroísmo quando descobriu um objetivo e um valor para sua ação. A Índia, hoje livre, prova a justeza de seu testemunho. Ora, o poder material - em aparência, invencível - do Império Britânico foi submergido por uma vontade inspirada por ideias simples e claras.
.Mahatma Gandhi

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Anticâncer: prevenir e vencer usando nossas defesas naturais, de David Servan-Schreiber - por Alba Vieira

 
O valor deste livro é que, à luz da experiência própria, o autor chama a atenção para a importância de enxergar que o tratamento, tanto do câncer como de qualquer doença crônica, não pode se restringir às medidas tradicionais que só se referem à doença em si, quase sempre ignorando a ação sobre o terreno onde ela se manifesta (o organismo, a individualidade) e a atuação indispensável sobre o meio ambiente que contribui de forma incontentável, muitas vezes superando o papel da predisposição genética. Além disso, mostra como medidas possíveis, embora algumas vezes, à primeira vista, pareçam trabalhosas, podem atuar de forma preventiva melhorando a saúde de maneira geral e sempre contribuindo de forma decisiva para a eficiência do tratamento convencional.
Ele, como médico tradicional, psiquiatra e neurocientista, vence o preconceito por força da necessidade, expande a sua consciência e se permite analisar as terapias alternativas com a visão aberta e curiosa que devia ser a do verdadeiro cientista e testá-las em si mesmo, buscando sempre a explicação científica para abordagens clássicas que resistiram ao tempo, presentes nas medicinas chinesa, tibetana e indiana. Seu mérito é investigar, analisar e somente rejeitar ou aceitar depois de conhecer e se aprofundar, ao invés de fazer como a maioria dos pseudocientistas que nos cercam e que, sem ao menos se darem ao trabalho de conhecer, repudiam e desaconselham por puro preconceito, contribuindo para manter a ignorância geral e privar seus pacientes de oportunidades de melhorarem sua saúde, ampliarem suas consciências, ainda que, apesar disso, possam morrer, aliás, como todos nós iremos morrer um dia.
Ele mostra que as medidas para melhorar a saúde devem ser múltiplas e concomitantes com atuações sobre a alimentação, as atividades físicas e a emoção, promovendo uma verdadeira transformação em si, além de simplesmente serem tratados só com cirurgia, quimioterapia e radioterapia.
Leitura indispensável nos dias de hoje, para todos que querem viver melhor.

PS - Amigos, não deixem de ler este livro por medo do título, já que ele traz, numa linguagem bem acessível, medidas fáceis de serem seguidas com um convite tentador para todos que quiserem modificar hábitos e passar a viver de acordo com sua própria natureza, libertando-se de restrições sofridas ao longo de suas vidas, muitas vezes não percebidas.
 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Moços - por Kbçapoeta




Já avisaram os pobres moços


Que no caminho dos amores


Não existem atalhos,


Apenas trabalhos


Que resultam em um pseudo nada absoluto,


Absoluto nirvana



Que nenhum mortal ousara adentrar ?





Visitem Kbçapoeta

O Poder, de Rhonda Byrne - por Alexandre

 
 
 

 
Uma preciosidade!


Afirmo que Rhonda superou-se nesta linda obra.

Este livro é a cristalização de todo o conhecimento que a autora quer nos transmitir. Fala por si. Desde o design do livro todo como também as suas páginas, com magníficas pinturas e estilização que nos remetem a sentimentos sublimes, ao conteúdo em si, com frases lindas, merecedoras de serem decoradas e copiadas.
Seus parágrafos parecem com uma conversa cara-a-cara com a autora — suponho que a autora tivera mesmo esta intenção —, muitas vezes até pude imaginar o som de sua voz.
E além de seus textos, ela cita várias máximas de pessoas ilustres, como Jesus, Buda, Hipócrates...

Enfim, pra quem acompanha o trabalho de Rhonda Byrne ou gosta do gênero literário, vai adorar este livro. Sem falar que é um ótimo livro para dar de presente, de tão lindo que é. ^^
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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Vou Ler... - por Ana

Gio, passeando pelo Duelos, reli seu post sobre “Mentiras no Divã”.
Sabe que eu comprei o livro?
Ainda não tive tempo para ler, mas espero fazê-lo ainda este ano.
Valeu pela dica!
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segunda-feira, 12 de maio de 2014

FRAGMENTOS DE VIAGEM À CIDADE DE "Z" ( continuação IV ) - por Kbçapoeta


     Percy Fawcett teria descoberto em suas explorações na América do Sul uma espécie de estátua que descrevia um mapa, tal mapa indicava que na região entre Barra do Garças e Nova Xavantina haveria uma cidade evoluída que mantinha relações extraterrestres. Cidade esta  cuidada pelos índios da região que tinham ética suficiente para conviver com tamanho conhecimento e poder, muito contrário da maioria dos homens de nossa sociedade consumista e capitalista.
     A entrada dessa cidade, uma espécie de Atlanta, se daria no portal do Roncador.
     Portal do Roncador é uma reserva ecológica onde há formações rochosas encaixadas em formato de chaminés de barro, ou melhor descrevendo, picos rochosos de grandes altitudes. O lugar tem desenhos rupestres, escritas de outros povos que a princípio não pertenciam a essa região, aparições ufológicas, pontos de luz e inúmeras ordens esotéricas. Lá conheci Maurinho.





                                                           Visitem Kbçapoeta







sexta-feira, 9 de maio de 2014

Post Inesquecível do Duelos - Indicado por Ana

Indico este haikai porque é perfeito, a mensagem é linda e contundente. Lembro de quando o li pela primeira vez, de como ficou marcado em mim. vesti conseguiu transmitir, em poucas palavras perfeitamente dispostas, a verdade de amar demais. Então eu digo: parabéns, vesti! Amei demais este haikai! Beijos.



DOR DE AMOR
(VESTIVERMELHO)


Amor enorme
Coração pequeno
Sofre sem espaço
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Visitem vestivermelho
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domingo, 4 de maio de 2014

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

A noite estava tão bela que despertou inveja na cachorrada da redondeza, e os cães estupidamente começaram a uivar, querendo acuar a lua.
Ela, nas alturas, nobre, indiferente e fria, continuava luzindo, para maior desespero dos bichos.
Não te perturbe a maledicência dos que não gostam de ti. Continua a luzir, indiferente.
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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Espera - por Ana

Eu te toco trêmula, incerta e amedrontada.
Sem permissão, ousei.
Recuei o tempo, busquei atalho.

Deparei-me com um fruto mal formado, incompleto,
desejando sementes.
Não sei se existem, se um dia existirão.

Não colho, esse fruto:
percebo o aroma prometido, acaricio o contorno inacabado,
esticando o corpo para tocá-lo.

Gostaria de aguardar tranqüila, sob a sombra fresca, o amadurecer.
Mas desconheço seu tempo e sei do meu.
Amadurecerei também, pela força dos dias;
envelhecerei em espera;
morrerei talvez sem alcançá-lo pleno.

Por isso não consigo afastar os olhos de minha alma desse fruto,
acreditando que o calor de meu carinho possa trazê-lo até mim
em um verão mais próximo do que aquele que não consigo imaginar.
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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Pollyanna, de Eleanor H. Porter - por Ana

  
Li “Pollyanna” quando era criança (uma criança bem a la Mafalda, por sinal).  Ela me ensinou o jogo do contente e eu tentei, verdadeiramente, agir como ela, vendo o lado bom de todas as coisas, por mais horrorosas que fossem.  Fiz isso porque soube, de imediato, que era uma boa forma de viver, melhor do que a postura crítica que me era tão peculiar.  Porém, minha tentativa não durou o tempo de acabar de ler o livro: em alguns pouquíssimos dias voltei ao normal.  Mas ficou na lembrança aquela menina que teimava em ser irritantemente positiva.
Hoje, lembrando do livro, parei e pensei sobre sua mensagem.  Minha tentativa infantil não deu certo porque o que fiz foi mudar meu comportamento superficialmente, não o adotei como filosofia de vida, como fez Pollyanna.  Ela, que tantos revezes sofreu, decidiu não se deixar envolver por eles, e sim olhar através das tristezas e fixar os possíveis pontos de luz existentes em meio às trevas de sua vida.  Mas, além disso, ela própria brilhava interiormente e transbordava este brilho para o mundo.  Seu otimismo era infinito, uma questão bioquímica mesmo: ela não nasceu para a depressão, para o aprofundamento abissal, para a taciturnidade.  Ela nasceu para viver bem, para sorrir, para ser alegre a despeito de quaisquer situações exteriores.  Nasceu para ser feliz e fazer feliz a partir de sua transbordante positividade.  Mais que uma decisão, havia uma capacidade inerente a ela.
Portanto, ser Pollyanna não é para qualquer um, só para aqueles que já nascem Pollyannas.  Mas ela e as Pollyannas do mundo deixam sua marca, iluminam nossos dias com seus sorrisos inesquecíveis e nos lembram que o brilho é infinitamente melhor do que o marasmo, o pessimismo e a cinzenta seriedade que, por vezes, domina completamente nossas vidas.
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domingo, 27 de abril de 2014

sábado, 26 de abril de 2014

A Terapia da Reencarnação, de Harald Wiesendanger - por Alba Vieira


“Este livro fala sobre as possibilidades da terapia de regressão às vidas passadas, do ponto de vista de um seu defensor com formação em filosofia, psicologia e sociologia. O autor apresenta um estudo sério com vasta bibliografia sobre o assunto. Faz o papel de ‘advogado do diabo’, muitas vezes ridicularizando o trabalho de vários terapeutas, no que algumas vezes demonstra ter toda a razão e, no final, mostra-se favorável à terapia depois de expor suas reservas. Entretanto, para o profissional com formação especializada (psicologia, medicina) e que tem estudos e vivências relacionados à espiritualidade, sem ater-se a determinadas doutrinas religiosas, ficam claros vários pontos contraditórios que deixa passar em relação às suas concepções durante a narrativa. E algumas vezes demonstra que o seu conhecimento sobre alguns pontos é totalmente teórico, dando a impressão de alguém que ouviu falar de determinada coisa e passa a se achar em condições de criticá-la, incorrendo em falhas graves, embora, de forma geral, mostre um conhecimento muito mais amplo do que a maioria dos autores que escrevem sobre este assunto. Assim, algumas vezes analisa trabalhos de diferentes terapeutas sem considerar que a ampliação da consciência é condição prévia para discutir temas relacionados a essa área de estudo e trata numa visão da realidade vinculada ao tempo e espaço, questões que transcendem, que não estão limitadas ao tempo linear nem à matéria do ponto de vista da física newtoniana. E, afinal, sua análise põe em evidência o risco que representam os ‘lunáticos’ que se arvoram a fazer terapias de regressão depois de uma formação mínima e ultrarrápida, algumas vezes piorando o estado de seus pretensos pacientes; os ‘salvadores’ que insistem em lidar com as entidades perdidas ainda nesse plano e mandá-las para a luz e os que aceitam fazer regressões em que a motivação é a simples curiosidade ou em ‘crentes’, ‘viajantes’ que desejam a todo custo se libertar do fardo das responsabilidades dessa vida e querem fazer regressão para tentar encontrar um objetivo num plano maior. Também alerta para o perigo daqueles terapeutas que focam o seu trabalho no espiritual, perdendo muitas vezes a lucidez e arrastando pessoas em momentos de fragilidade na vida para compartilharem e trilharem caminhos que fazem parte das suas (terapeuta) crenças. A insistência em aconselhar que os regredidos procurem provas da veracidade das experiências pelas quais passaram me parece sem justificativa. Afinal, do ponto de vista terapêutico e comprovado pelos mais recentes estudos científicos, não importa se o conteúdo das regressões é 100% verídico, se é uma elaboração da mente, se é uma mistura das duas coisas, se tem fragmentos de criptomnésia etc. Tudo isso é verdadeiro e pode se complementar num mesmo caso, inclusive com as distorções que a mente faz quando se tratam de recordações , sejam elas de um passado recente ou remoto. O que importa, para fins terapêuticos, é que esse material se constitui numa base para ser feita a terapia, usando-se diferentes linhas de trabalho. E que essa terapia que é transpessoal, tem as mesmas características, com seus acertos e riscos de outras terapias menos abrangentes, podendo entretanto ser mais profunda, rápida, barata e duradoura. O último capítulo é o mais esclarecedor, mas também há ressalvas em relação a algumas afirmações apresentadas quanto ao estudo da eficácia do tratamento por regressão às vidas passadas, em bases científicas.”
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E você? Que livro gostaria de resenhar aqui?
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Visitem Alba Vieira
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sábado, 19 de abril de 2014

Jogo Bruto - por Tércio Sthal

Não confunda, chicote dá íngua,
e a língua é o chicote da besta.

Não confunda, chicote é pra besta,
e besta não sabe usar a língua.

Não confunda, a língua não é besta,
e defende a íngua do chicote.

Não confunda a íngua e a língua,
que a besta lhe toma o chicote.



Visitem Tércio Sthal.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Aldous Huxley (Biografia) - Enviada por Ana

Aldous Leonard Huxley (Godalming, 26 de julho de 1894 - Los Angeles, 22 de novembro de 1963) foi um escritor inglês e um dos mais proeminentes membros da família Huxley.
Sua família incluía os mais distintos membros da classe dominante inglesa; uma vasta elite intelectual. Seu avô era Thomas Henry Huxley, um grande biólogo defensor da teoria evolucionista de Charles Darwin, tendo desenvolvido o conceito agnóstico. Sua mãe era irmã da romancista Humphrey Ward, sobrinha de Matthew Arnold, o poeta, e neta de Thomas Arnold, um famoso educador e diretor da Rugby School que acabou se tornando personagem no romance “Tom Brown’s Schooldays”.
Estudou na aristocrática escola de Eton, que foi obrigado a abandonar aos dezesseis anos, devido a uma doença nos olhos que quase o cegou, impedindo-o de cursar medicina. Mais tarde, ele recuperou visão suficiente para se formar com honra pela Universidade de Oxford, mas não o suficiente para servir o exército britânico durante a Primeira Guerra Mundial. Em Oxford, engajou-se com a literatura pela primeira vez, conhecendo Lytton Strachey e Bertrand Russell, e também se tornou um amigo íntimo de D. H. Lawrence.
Em 1921, lançou “Crome Yellow”, o primeiro de uma série de romances e novelas que combinam diálogos emocionantes e um aparente ceticismo com profundas considerações morais.
Viveu a maior parte dos anos 20 na Itália fascista de Mussolini, o que inspirou parte dos sistemas autoritários retratados em suas obras.
A obra-prima de Huxley, “Admirável Mundo Novo”, foi escrita durante quatro meses no ano de 1931. Os temas nela abordados remontam grande parte de suas preocupações ideológicas como a liberdade individual em detrimento do autoritarismo do Estado.
No ano de 1937 Aldous Huxley mudou-se para Los Angeles e, em 1938, no auge da sua carreira, chegou a Hollywood, como um de seus mais bem remunerados roteiristas. Nessa fase, escreveu romances como “Também o Cisne Morre”, “O Tempo Pode Parar”, “O Macaco e a Essência”.
O cinema, para Huxley, foi uma aventura tão fascinante quanto suas descobertas e experiências com a mescalina, narradas em “As Portas da Percepção”, de 1954; livro que influenciou em muito a cultura hippie que florescia, dando nome, por exemplo, à banda The Doors, pois tais relatos com a droga indígena se assemelham em muito com o LSD que estava em ascensão. Dois anos depois, viúvo, casou-se novamente e publicou “Entre o Céu e o Inferno”.
Em 1959, foi agraciado pela Academia Americana de Artes e Letras com um prêmio por seus romances. Tal premiação era concedida a cada cinco anos e havia sido entregue anteriormente a Ernest Hemingway, Thomas Mann e Theodore Dreiser.
Huxley permaneceu quase cego por toda a sua vida. Sua esposa, Maria Huxley, faleceu em 1955. Um ano mais tarde, Huxley casou-se com Laura Archera. Ele morreu, em 1963, na sua pequena casa de Los Angeles.
Huxley produziu um total de 47 livros ao longo de sua vida. O crítico britânico Anthony Burgess, uma vez, afirmou que Huxley fora o pioneiro do “romance cerebral”. No entanto, outras correntes de críticos classificaram Huxley como um ensaísta, ao invés de romancista, pois suas obras eram conduzidas mais apoiadas sobre suas ideias do que o desenrolar de personagens ou contextos de histórias.

Cronologia de alguns de seus trabalhos mais conhecidos
1920 - Limbo (contos de estreia)
1921 - Crome Yellow (romance)
1923 - Ronda Grotesca (romance)
1926 - Duas ou Três Graças (contos)
1928 - Contraponto (romance)
1932 - Admirável Mundo Novo (romance)
1936 - Sem Olhos em Gaza (romance)
1937 - Despertar do Mundo Novo (ensaios)
1939 - Também o Cisne Morre, romance)
1941 - Eminência Parda (bibliografia romanceada)
1943 - The Art of Seeing (ensaios)
1945 - O Tempo Deve Parar (romance)
1946 - The Perennia Philosophy (ensaios)
1949 - O Macaco e a Essência (romance)
1950 - As Portas da Percepção / Céu e Inferno (ensaios)
1952 - Os Demônios de Loudun
1959 - Regresso ao Admirável Mundo Novo (ensaios)
1962 - Island (romance)
1978 - A Situação Humana (ensaios)



Fonte: Wikipédia
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

João Bosco e Francisco Bosco, “Enquanto Espero” - por Ana

Enquanto espero acontecer
Enquanto espero ver no cais
Vou derramando sem querer
A febre dos meus ais

Há muito tempo amor
Que eu trago dor dentro do peito
Há muito tempo a cor
Da solidão tingiu-me o leito
Há tanto tempo assim
Só eu dentro de mim
A procurar por nós
E apenas uma voz
Responde estão agora
O vazio e a saudade a sós

Há muito tempo amor
Que eu te sufoco em pensamento
Mas quando a noite cai
Traz tua imagem como um vento
Faz tanto frio aqui
Só eu dentro de mim
A procurar por nós
E apenas uma voz
Responde estão agora
O vazio e a saudade a sós

Navego um mar de fado azul
Angústia de um bolero
Versado em sombras, meia luz
Soluço no meu canto
Uma canção enquanto espero
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terça-feira, 15 de abril de 2014

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Ninguém chega à Verdade se está iludido. É bom aprender a amar a desilusão. Se te traírem, agradece. A traição te deu maior liberdade e mais proximidade da Meta.
Se teus “mestres”, teus dogmas, tuas confortadoras convicções ruíram diante da evidência, não o lamentes.
Agradece aos céus, que te estão ajudando a afastar o entulho que atravanca o caminho.
Pisa os fantasmas das antigas crenças como guerreiro triunfante na batalha pela Verdade.
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