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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Problemas Anais - por Leo Santos
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Versos - por Renata Zonatto
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Viver Não é Tão Simples Assim - por Tércio Sthal
VIVER É SABER LUTAR ATÉ O FIM,
É TER, EM SI, O ÍMPETO DE SER.
(TÉRCIO STHAL)
RESSONÂNCIAS
O realista sentencia: vou melhorar este dia.
poderemos compor novas idéias e planos,
novos paradigmas e novas ressonâncias.
A consubstanciar a chama quem favorece ao protagonista?
Quem, independentemente da fama, promove o levante?
Venha, vamos juntos e sejamos nossa própria conquista.
nem que ele seja sempre o senhor da razão.
Valorizar a vida é tomar a decisão de ser forte.
mas quem abrir a porta e passar por ela
saberá o que o mundo oferece agora.
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
As Nossas Palavras IV - por Ana
- O que foi? Tá passando mal?
- Tive contração várias vezes!
- Mas ainda não tem nove meses...
- Tô desde as sete em agonia!
- Mas ainda é meio-dia...
- Vai esperar eu cair de dor?
- Cruz! Tu adora tocar terror!
- Quer que chame só à noite, às oito?...
- Mas antes me traz chá com biscoito?
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
Caríssimos Amigos:
sexta-feira, 1 de abril de 2011
As Nossas Palavras IV - por Ana
- Mas ainda não são oito horas...
- Várias vezes te chamei!
- Ih! Eu vou é cair fora!
- São sete e meia, seu peste!
- Então: sete e meia! Vê se me esquece!
- Cê vai cair! Dobra a bainha!
- Todas as vezes a mesma ladainha!...
- Às oito vamos à mamãe jantar!
- Então levante-se, mocréia, e já comece a se arrumar!
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quarta-feira, 30 de março de 2011
As Nossas Palavras IV - por Ana
Às vezes tu parece um asno!
Sete vezes repetiu a mesma série,
Se repetir oito, nem sei o que faço!
Eu vou cair em desgraça!
Não tem a mínima graça
Ter um filho dessa espécie!
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quarta-feira, 23 de março de 2011
As Nossas Palavras III - por Ana
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domingo, 20 de março de 2011
Campanha Livro Amigo do Duelos
(Ana)
No Dia Nacional do Livro (29/10), nossa amiga Ana propôs aos amigos do blog a Campanha Livro Amigo do Duelos.
Ela iniciou a campanha escrevendo o seguinte na contracapa dos seus livros já lidos:
Eu participo de um blog, o Duelos Literários,
Lá eles publicam seus textos, é só deixar nos “comentários”.
Lá também iniciaram a “Campanha Livro Amigo”:
Ele fica um tempo comigo e, depois, um tempo contigo.
Se você o levar pra casa, leia e passe adiante.
Antes, escreva seu nome nele, cidade e data, em letra elegante.
E se quiser falar com a gente, digite o endereço e não erre:
É duelosliterarios.blogspot.com.br.
1. Ana - Rio de Janeiro - 29/10/09
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E deixou-os em pontos de ônibus, praças, parapeitos de muros... para serem lidos por aqueles que se interessassem por eles.
Então propôs que fosse deixado sempre um post fixo divulgando esta campanha.
Quem quiser participar da campanha, basta fazer a mesma coisa que ela fez com seus livros e deixar nos “comentários” deste post o título do livro que deixou nos locais públicos, em que cidade e a data.
Difundam o hábito da leitura! Participem!
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Sintonização Coletiva - por Vera Celms
Nosso planeta passa por uma crise sem precedentes. Muitas catástrofes estão acontecendo. E outras virão. Jamais uma época teve tão duras provas a enfrentar. Muitas iniciativas estão sendo tomadas para amenizar a situação atual.
Apesar disso, nem todas as pessoas podem fazer tudo aquilo que desejariam, pois, cada vez mais, a vida exige sérios compromissos de todos. Compromissos que, por vezes, tomam todo o tempo daqueles que gostariam de poder contribuir e ajudar a humanidade nesta época tão dramática pela qual passamos.
Para compensar a falta de tempo na qual todos estão submersos, alguns grupos espíritas e espiritualistas, como a Sociedade Espírita Ramatis e outras, tiveram a excelente ideia de sincronizar suas meditações por cinco minutos, num horário comum, que permita à maioria das pessoas se interligar, formando uma corrente mental.
Mas para que esse horário? Para que todos possam ter a oportunidade de, mesmo sem tempo, ajudar, de alguma forma.
A iniciativa consiste no seguinte: todos os dias, das 23:00 às 23:05 horas, milhares de pessoas estarão enviando suas vibrações positivas ao planeta.
Não importa se você é católico, umbandista, candomblista, batista, messiânico, espírita, budista, hinduísta, agnóstico, ateu, judeu, teosofista, gnóstico, confucionista, adventista, espiritualista etc.
Enviar vibrações positivas nada mais é do que visualizar o planeta com harmonia, paz e amor, vibrando positivamente ou mentalizando o planeta sendo envolvido por energias benéficas com cores vibrantes, tais como o branco, o dourado e o violeta (que são os mais usados).
Mas também podemos mentalizar o planeta e irradiar luz e paz como se estivéssemos fora do planeta.
Obs.: Se você não acredita que seja possível enviar vibrações positivas ao planeta e aos seres humanos, não precisa abster-se deste momento. Poderá aguardar o período de 23:00 às 23:05 horas para, simplesmente, refletir sobre possíveis soluções para os problemas atuais. Simbolicamente, saberá que milhares de pessoas estão fazendo o mesmo, apenas o fazem de forma diferente.
O importante é a união dos pensamentos de todos, sabendo que estamos iniciando um primeiro esforço no sentido de tornarmo-nos atentos e abertos aos problemas e dificuldades que assolam nosso planeta.
“A Terra não pertence ao homem; o homem é que a ela pertence. Disto nós sabemos.
Todas as coisas estão interligadas, como os laços que unem uma família.
O homem não teceu a teia da vida cósmica, ele é um fio da mesma.
AOS QUE CREEM, PASSEM PARA SEUS CONTATOS...
P.S. - Se quiser e puder, mande esta mensagem para o maior número de pessoas possível. Quanto maior o número, melhor para o Planeta.
Vazio - por Alba Vieira
Me Divulguem, Por Favor! - por Davi Rodrigues

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Tenho o ar que insisto em respirar
E um que me envenena
Tenho o passo que me faz chegar
Outro que me distancia
Tenho voz que me faz ser ouvido
E uma que repele
Tenho mãos que acariciam
E outras que me deixam sentir frio
Tenho palavras que amo escrever
E outras que merecem ser apagadas
Mas tudo é pessoal
Tudo é nostalgia
Breve refugo de auto-estima...
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Visitem Davi Rodrigues
Indecifrada - por Marília Abduani
tão transparente e carnal.
Tão sem lume, unicamente,
tão somente carnaval.
Só me entendo como sou,
construtora indecifrada.
Trabalhando-me sem pressa,
cara solta, alma lavada.
Só me entendo como sou,
eu me reservo ao acaso.
A vida me desenhou
somente esse poço raso.
Só me entendo como sou,
arco-íris, nuvem clara.
Sendo a chuva, sendo o vento
passos lentos, peito estala.
Só me aceito como sou,
cavalo solto e veloz.
Galopando meus anseios,
minha lei é minha voz.
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Identidade - por Leila Dohoczki

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Sem nexo
Vivo no contexto
Complexo,
Incompleto
Nem sou só alegria
Tampouco apenas sofrimento
Sou também a canção dos ventos.
Ora brisa abrindo cortinas
E por vezes ventania que assovia no telhado.
Levo a pipa para o céu, deslizo nuvens alvas
Sem dizer uma única palavra,
Apenas faço.
Sou causa e sou resultado
Um universo em parágrafos
Todas as palavras existentes
As que sei e as que invento
Pensadas, indefinidas
As escritas, as ditas e as caladas
Esquecidas e lembradas
Todas!Todo o tempo.
E quando me junto em frases
É que tudo faz algum sentido.
Em poema, rimo
Em prosa, converso
O controverso e o aceito
Em conto aconteço
No que fantasio ou vivo
Nem adulta, nem criança
Um livro incompleto que ainda escrevo
Dia a dia, cada página...
Sou meio cônica,
Meio crônica,
De grandes detalhes
Que se estreitam no fim.
Mas quem não é também assim,
Um universo a se revelar?
Onde a noite e o dia acontecem
Despercebidos e silenciosos
Sem que se consiga explicar.
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Festa na Floresta - por Leila Dohoczki
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Pra Que Serve? - por Fatinha
Para que serve uma porta se ninguém bate antes de entrar? Essa é uma dúvida vivenciada por um monte de gente que conheço e que compartilha o mesmo teto com outras pessoas (por opção ou falta dela). Essa gente tolinha tenta, no mais das vezes sem sucesso, garantir um pouquinho de privacidade utilizando-se do singelo expediente de fechar a porta do cômodo no qual se encontra. Gente tolinha, sedenta por um minuto pra chamar de seu, que após a décima segunda invasão, começa a pensar seriamente que melhor seria retirar todas as portas da casa. Melhor ainda seria morar num loft, já que o espaço seria comum a todo mundo mesmo, evitando a ilusão de que a privacidade e a intimidade existem quando se trata de “família-a família-ê”. Eu sou mais heavy metal. Meto logo a chave na porta, mesmo correndo o risco de o invasor se sentir ofendido porque eu deixo claro que sua presença não é bem-vinda. Essa é a máxima expressão da máxima: “se tiver que haver opressor e oprimido em uma relação, eu serei a opressora.”
Liça - por Leo Santos
o fado inda tem seus feitores;
vencido o embuste do vil metal,
priva, então, da ternura das flores.
O tempo garboso, em suas alfaias,
sisudo passa, e nunca envelhece;
trombetas naturais, tocam os atalaias
a alma ouve, mas logo esquece.
Às vezes o ciclo da liça,
renova a surrada lição;
o ventre desafia a preguiça,
e as pedras se partem em pão.
A tinta verde breve se esvai,
a cinza inda enche a pena;
sonho fecha a porta e sai,
enquanto realismo, encena.
Flocos de neve já cobrem o pêlo,
efeito estufa? Desconhece o tal.
Hibernam quimeras, utopias, apelos,
e o ser volta à era glacial…
Resignado lamento, menos que isto,
por apurar a vista, quando tarde é;
masmorra fez o Conde de Monte Cristo,
e a liberdade faz a nobreza da ralé.
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Convite - por Dan
Estou mandando endereço de meu novo blog, jazz, podem abaixar.
O Bolinho de Batatas que me Deixou Embatatada! - por Adir Vieira

Como de praxe, descasquei as batatas e as cozinhei até o ponto de purê. Fiz como sempre faço. Esperei a massa esfriar, para a ela juntar os ovos e a farinha de trigo. A qualidade da batata talvez não fosse propícia para aquela preparação, coisa que notei ao moldar os bolinhos, mas acreditei que envolvendo-os numa fina película de farinha de trigo, o óleo quente segurasse a massa, não causando o desastre não esperado.
Um minuto na frigideira e os bolinhos derretiam-se dentro do óleo, desagregando as salsichas que boiavam isoladas, para o meu desespero. Já tinha preparado uns seis bolinhos, junto aos quatro da frigideira, quando decidi desligar o fogo e jogá-los fora, literalmente.
Tencionei, com a massa restante, experimentar o forno. Novo trabalho. Untar tabuleiro, moldar novos bolinhos e besuntá-los com ovo no azeite. Programei o forno para vinte minutos e, ao soar do timer, minha surpresa foi ainda maior. Como na frigideira, se formou no tabuleiro uma massa única, tal qual uma torta malfeita, com a sombra das salsichas por baixo.
Enfim, lá se foram umas duas horas da minha manhã e não consegui saciar meu desejo, tendo ainda perdido dois quilos de batata, dois ovos, farinha de trigo, gás, meio quilo de salsichas, meia lata de óleo etc. etc. etc.
À noite, vendo o jornal da TV, tomei conhecimento de que, devido às chuvas, a qualidade das batatas estava inapropriada para consumo.
Antes tarde do que nunca!



