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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




quinta-feira, 14 de abril de 2011

Problemas Anais - por Leo Santos


Acabo de ouvir uma observação sobre um menino que “tem três aninhos” o que gerou minha curiosa pergunta: Quantos dias tem um aninho?
Salvo o bissexto, como esse, em que fevereiro tem 29 dias, os demais, têm 365 dias. Seriam, esses, aninhos, o atual, um anão?
Mas, quem se ocuparia com esses problemas anais? De qualquer modo, usarei uns supositórios, (digo, umas suposições).
Na verdade, apesar de extático, costumamos fazer a leitura do tempo, em termos de passar moroso ou pressuroso, qualidades humanas, às quais, Cronos se furta.
A leitura do tempo é um fator psicológico, derivado de estados de alma, que, uma vez de posse de expectativas promissoras, faz parecer que o tempo demora passar, porém, no gozo dessas situações deleitosas, dizemos que o tempo voa.  Medimos, antes, a presença ou ausência do prazer, às expensas do tempo.
Pois, se ele faz mesmo isso, voar, certamente o faz, com nossas asas.
O fato é que, nos meus “aninhos,” eles eram deveras demorados, pois, meu orgulho “maschio” desejava ter pelos na cara e noutras partes, e como demorava! Agora que os tenho indesejadamente, nem sempre acho tempo para me livrar do incômodo.
Em pleno desfrute de meus anões, muitos sonhos e projetos pendem pelo caminho em face à carência de tempo. Na real, são agora meus aninhos, e bem idos, meus anões.
Acho que quando dizemos que um infante tem xis aninhos, não medimos seu tempo, nem seus anelos psicológicos, apenas, o tamanho do “relógio”...
 

Visitem Leo Santos
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Versos - por Renata Zonatto

 
 
Amor
Não reclama.
Você não me ama
e eu não vou escrever
um livro sobre nós dois.


Amor
E um dia...
Talvez...
Quem sabe...
Eu cuspa na sua cara
todos os versos que fiz pra você.
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Viver Não é Tão Simples Assim - por Tércio Sthal

 





NÃO É SIMPLESMENTE VENCER;
VIVER É SABER LUTAR ATÉ O FIM,
É TER, EM SI, O ÍMPETO DE SER.
(TÉRCIO STHAL)


RESSONÂNCIAS

O pessimista diz assim: tudo está muito ruim. 
O otimista vem e diz: que belo dia, sou feliz! 
O realista sentencia: vou melhorar este dia.

Analisando o lado inverso do que pensamos,
e consubstanciando as discordâncias, 
poderemos compor novas idéias e planos, 
novos paradigmas e novas ressonâncias.

No desenrolar da trama quem se ocupa em ver o figurante? 
No despertar da fama quem oportuniza a vez ao coadjuvante?
A consubstanciar a chama quem favorece ao protagonista?
Quem, independentemente da fama, promove o levante? 
Venha, vamos juntos e sejamos nossa própria conquista.

Valorizar a vida não é contar só com a sorte,
é não deixar que o tempo venha e tudo decida,
nem que ele seja sempre o senhor da razão.
Valorizar a vida é tomar a decisão de ser forte.

Quem ficar só olhando pela janela 
poderá ver como está o mundo lá fora, 
mas quem abrir a porta e passar por ela 
saberá o que o mundo oferece agora.

 
Visitem Tércio Sthal
 .
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sexta-feira, 8 de abril de 2011

As Nossas Palavras IV - por Ana

- Levante-se, Aderbal!
- O que foi? Tá passando mal?
- Tive contração várias vezes!
- Mas ainda não tem nove meses...
- Tô desde as sete em agonia!
- Mas ainda é meio-dia...
- Vai esperar eu cair de dor?
- Cruz! Tu adora tocar terror!
- Quer que chame só à noite, às oito?...
- Mas antes me traz chá com biscoito?
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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Caríssimos Amigos:

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Desde o dia 31 de março venho tentando postar,

mas não consigo publicar corretamente os textos enviados.

Devo concluir que este problema está sendo ocasionado por vírus.

Tentarei resolvê-lo o mais rapidamente possível.

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Agradeço a compreensão de todos e os contatos recebidos.

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Enorme abraço!

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

As Nossas Palavras IV - por Ana

- Levante-se, Claudinei!
- Mas ainda não são oito horas...
- Várias vezes te chamei!
- Ih! Eu vou é cair fora!
- São sete e meia, seu peste!
- Então: sete e meia! Vê se me esquece!
- Cê vai cair! Dobra a bainha!
- Todas as vezes a mesma ladainha!...
- Às oito vamos à mamãe jantar!
- Então levante-se, mocréia, e já comece a se arrumar!
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quarta-feira, 30 de março de 2011

As Nossas Palavras IV - por Ana

Levante-se deste marasmo!
Às vezes tu parece um asno!
Sete vezes repetiu a mesma série,
Se repetir oito, nem sei o que faço!
Eu vou cair em desgraça!
Não tem a mínima graça
Ter um filho dessa espécie!
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quarta-feira, 23 de março de 2011

As Nossas Palavras III - por Ana

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Sempre haverá de existir uma forma obsoleta de se ver as coisas, depende do que preferimos, e isto vale tanto para o trabalho, para a religião, para as relações inter-pessoais, quanto para a forma de lidarmos com o sentido da vida.
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domingo, 20 de março de 2011

Campanha Livro Amigo do Duelos

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Um dia saio, vejo um livro interessante na rua e, ao abri-lo,
leio que era de alguém do Duelos, de uma outra cidade (outro país... será?!),
que já viajou muitos lugares e pessoas e chegou às minhas mãos.
(Ana)



No Dia Nacional do Livro (29/10), nossa amiga Ana propôs aos amigos do blog a Campanha Livro Amigo do Duelos.
Ela iniciou a campanha escrevendo o seguinte na contracapa dos seus livros já lidos:


Eu participo de um blog, o Duelos Literários,
Lá eles publicam seus textos, é só deixar nos “comentários”.
Lá também iniciaram a “Campanha Livro Amigo”:
Ele fica um tempo comigo e, depois, um tempo contigo.

Se você o levar pra casa, leia e passe adiante.
Antes, escreva seu nome nele, cidade e data, em letra elegante.
E se quiser falar com a gente, digite o endereço e não erre:
É duelosliterarios.blogspot.com.br.

1. Ana - Rio de Janeiro - 29/10/09
2.
3.
4.
5.


E deixou-os em pontos de ônibus, praças, parapeitos de muros... para serem lidos por aqueles que se interessassem por eles.

Então propôs que fosse deixado sempre um post fixo divulgando esta campanha.
Quem quiser participar da campanha, basta fazer a mesma coisa que ela fez com seus livros e deixar nos “comentários” deste post o título do livro que deixou nos locais públicos, em que cidade e a data.

Difundam o hábito da leitura! Participem!
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Sintonização Coletiva - por Vera Celms

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SINTONIZAÇÃO COLETIVA DAS 23:00 ÀS 23:05 HORAS - TODO DIA
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POSITIVIDADE - SINTONIZAÇÃO COLETIVA
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Nosso planeta passa por uma crise sem precedentes. Muitas catástrofes estão acontecendo. E outras virão. Jamais uma época teve tão duras provas a enfrentar. Muitas iniciativas estão sendo tomadas para amenizar a situação atual.
Apesar disso, nem todas as pessoas podem fazer tudo aquilo que desejariam, pois, cada vez mais, a vida exige sérios compromissos de todos. Compromissos que, por vezes, tomam todo o tempo daqueles que gostariam de poder contribuir e ajudar a humanidade nesta época tão dramática pela qual passamos.
Para compensar a falta de tempo na qual todos estão submersos, alguns grupos espíritas e espiritualistas, como a Sociedade Espírita Ramatis e outras, tiveram a excelente ideia de sincronizar suas meditações por cinco minutos, num horário comum, que permita à maioria das pessoas se interligar, formando uma corrente mental.
Mas para que esse horário? Para que todos possam ter a oportunidade de, mesmo sem tempo, ajudar, de alguma forma.
A iniciativa consiste no seguinte: todos os dias, das 23:00 às 23:05 horas, milhares de pessoas estarão enviando suas vibrações positivas ao planeta.

Não importa se você é católico, umbandista, candomblista, batista, messiânico, espírita, budista, hinduísta, agnóstico, ateu, judeu, teosofista, gnóstico, confucionista, adventista, espiritualista etc.

Enviar vibrações positivas nada mais é do que visualizar o planeta com harmonia, paz e amor, vibrando positivamente ou mentalizando o planeta sendo envolvido por energias benéficas com cores vibrantes, tais como o branco, o dourado e o violeta (que são os mais usados).
Mas também podemos mentalizar o planeta e irradiar luz e paz como se estivéssemos fora do planeta.

Obs.: Se você não acredita que seja possível enviar vibrações positivas ao planeta e aos seres humanos, não precisa abster-se deste momento. Poderá aguardar o período de 23:00 às 23:05 horas para, simplesmente, refletir sobre possíveis soluções para os problemas atuais. Simbolicamente, saberá que milhares de pessoas estão fazendo o mesmo, apenas o fazem de forma diferente.
O importante é a união dos pensamentos de todos, sabendo que estamos iniciando um primeiro esforço no sentido de tornarmo-nos atentos e abertos aos problemas e dificuldades que assolam nosso planeta.
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Horário para a vibração: De 23:00 às 23:05 horas. Todos os dias.

“A Terra não pertence ao homem; o homem é que a ela pertence. Disto nós sabemos.
Todas as coisas estão interligadas, como os laços que unem uma família.
O que acontecer com a Terra acontecerá conosco.
O homem não teceu a teia da vida cósmica, ele é um fio da mesma.
O que ele fizer para a Terra estará fazendo a si próprio”.

AOS QUE CREEM, PASSEM PARA SEUS CONTATOS...

P.S. - Se quiser e puder, mande esta mensagem para o maior número de pessoas possível. Quanto maior o número, melhor para o Planeta.
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Visitem Vera Celms
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Vazio - por Alba Vieira

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Um vazio que se instala é momento de estar atento para as opções de uma encruzilhada. Temos de refletir sobre como estamos nos conduzindo ao longo do caminho. É momento de parar e se deixar ficar por um tempo, até que sejamos atraídos pela direção que será a mais indicada naquele instante. Nada de apressar o coração, tremer as pernas ou ficar ofegante. Abrir os sentidos, observar longamente, perceber os mínimos detalhes e imprescindível. Só assim seguiremos com segurança, sabendo que a trilha é a certa e que fomos nós mesmos que a escolhemos quando tínhamos total consciência dos desígnios do plano maior. Venho de um momento assim, quando me sentia perdida, como se nada mais tivesse que aprender ou compartilhar, me sentindo árida e sem-graça. Agora estou parada, estanquei no caminho e apenas observo com todos os sentidos em alerta, esperando o sinal que virá. E quando eu for capaz de detectá-lo, retomarei minha jornada, com a emoção dos novos desafios que irão se apresentar a partir da estrada que eu escolher, das armadilhas, dos atalhos, das montanhas a escalar, dos vales, das noites sem luz e do alvorecer que com certeza acontecerá.
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Visitem Alba Vieira
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Me Divulguem, Por Favor! - por Davi Rodrigues

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Tenho o ar que insisto em respirar
E um que me envenena
Tenho o passo que me faz chegar
Outro que me distancia
Tenho voz que me faz ser ouvido
E uma que repele
Tenho mãos que acariciam
E outras que me deixam sentir frio
Tenho palavras que amo escrever
E outras que merecem ser apagadas
Mas tudo é pessoal
Tudo é nostalgia
Breve refugo de auto-estima...
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Indecifrada - por Marília Abduani

Só me entendo como sou
tão transparente e carnal.
Tão sem lume, unicamente,
tão somente carnaval.

Só me entendo como sou,
construtora indecifrada.
Trabalhando-me sem pressa,
cara solta, alma lavada.

Só me entendo como sou,
eu me reservo ao acaso.
A vida me desenhou
somente esse poço raso.

Só me entendo como sou,
arco-íris, nuvem clara.
Sendo a chuva, sendo o vento
passos lentos, peito estala.

Só me aceito como sou,
cavalo solto e veloz.
Galopando meus anseios,
minha lei é minha voz.
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Identidade - por Leila Dohoczki

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Sem nexo
Vivo no contexto
Complexo,
Incompleto
Nem sou só alegria
Tampouco apenas sofrimento
Sou também a canção dos ventos.
Ora brisa abrindo cortinas
E por vezes ventania que assovia no telhado.
Levo a pipa para o céu, deslizo nuvens alvas
Sem dizer uma única palavra,
Apenas faço.

Sou causa e sou resultado
Um universo em parágrafos
Todas as palavras existentes
As que sei e as que invento
Pensadas, indefinidas
As escritas, as ditas e as caladas
Esquecidas e lembradas
Todas!Todo o tempo.

E quando me junto em frases
É que tudo faz algum sentido.

Em poema, rimo
Em prosa, converso
O controverso e o aceito
Em conto aconteço
No que fantasio ou vivo
Nem adulta, nem criança
Um livro incompleto que ainda escrevo
Dia a dia, cada página...

Sou meio cônica,
Meio crônica,
De grandes detalhes
Que se estreitam no fim.

Mas quem não é também assim,
Um universo a se revelar?
Onde a noite e o dia acontecem
Despercebidos e silenciosos
Sem que se consiga explicar.
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Festa na Floresta - por Leila Dohoczki

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Para as crianças, um presente diferente.
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(Clique na imagem)
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Beijos a Todos!
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Pra Que Serve? - por Fatinha

Querido Brógui:
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Para que serve uma porta se ninguém bate antes de entrar? Essa é uma dúvida vivenciada por um monte de gente que conheço e que compartilha o mesmo teto com outras pessoas (por opção ou falta dela). Essa gente tolinha tenta, no mais das vezes sem sucesso, garantir um pouquinho de privacidade utilizando-se do singelo expediente de fechar a porta do cômodo no qual se encontra. Gente tolinha, sedenta por um minuto pra chamar de seu, que após a décima segunda invasão, começa a pensar seriamente que melhor seria retirar todas as portas da casa. Melhor ainda seria morar num loft, já que o espaço seria comum a todo mundo mesmo, evitando a ilusão de que a privacidade e a intimidade existem quando se trata de “família-a família-ê”. Eu sou mais heavy metal. Meto logo a chave na porta, mesmo correndo o risco de o invasor se sentir ofendido porque eu deixo claro que sua presença não é bem-vinda. Essa é a máxima expressão da máxima: “se tiver que haver opressor e oprimido em uma relação, eu serei a opressora.”
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Visitem Fatinha
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Liça - por Leo Santos

Retido o clamor do instinto animal,
o fado inda tem seus feitores;
vencido o embuste do vil metal,
priva, então, da ternura das flores.

O tempo garboso, em suas alfaias,
sisudo passa, e nunca envelhece;
trombetas naturais, tocam os atalaias
a alma ouve, mas logo esquece.

Às vezes o ciclo da liça,
renova a surrada lição;
o ventre desafia a preguiça,
e as pedras se partem em pão.

A tinta verde breve se esvai,
a cinza inda enche a pena;
sonho fecha a porta e sai,
enquanto realismo, encena.

Flocos de neve já cobrem o pêlo,
efeito estufa? Desconhece o tal.
Hibernam quimeras, utopias, apelos,
e o ser volta à era glacial…

Resignado lamento, menos que isto,
por apurar a vista, quando tarde é;
masmorra fez o Conde de Monte Cristo,
e a liberdade faz a nobreza da ralé.
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Visitem Leo Santos
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Convite - por Dan

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Oi, Amigos!
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Estou mandando endereço de meu novo blog, jazz, podem abaixar.
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Abraços,
Danilo.
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O Bolinho de Batatas que me Deixou Embatatada! - por Adir Vieira



Ontem me aventurei a fazer frituras. Confesso que não é hábito meu. Não sei porque acordei sonhando com um bolinho de batatas recheado com salsicha. Talvez se eu não tivesse em casa os ingredientes, até mudasse de ideia, mas a vontade era tanta que, logo após o café da manhã, coloquei mãos à obra nessa atividade.
Como de praxe, descasquei as batatas e as cozinhei até o ponto de purê. Fiz como sempre faço. Esperei a massa esfriar, para a ela juntar os ovos e a farinha de trigo. A qualidade da batata talvez não fosse propícia para aquela preparação, coisa que notei ao moldar os bolinhos, mas acreditei que envolvendo-os numa fina película de farinha de trigo, o óleo quente segurasse a massa, não causando o desastre não esperado.
Um minuto na frigideira e os bolinhos derretiam-se dentro do óleo, desagregando as salsichas que boiavam isoladas, para o meu desespero. Já tinha preparado uns seis bolinhos, junto aos quatro da frigideira, quando decidi desligar o fogo e jogá-los fora, literalmente.
Tencionei, com a massa restante, experimentar o forno. Novo trabalho. Untar tabuleiro, moldar novos bolinhos e besuntá-los com ovo no azeite. Programei o forno para vinte minutos e, ao soar do timer, minha surpresa foi ainda maior. Como na frigideira, se formou no tabuleiro uma massa única, tal qual uma torta malfeita, com a sombra das salsichas por baixo.
Enfim, lá se foram umas duas horas da minha manhã e não consegui saciar meu desejo, tendo ainda perdido dois quilos de batata, dois ovos, farinha de trigo, gás, meio quilo de salsichas, meia lata de óleo etc. etc. etc.
À noite, vendo o jornal da TV, tomei conhecimento de que, devido às chuvas, a qualidade das batatas estava inapropriada para consumo.
Antes tarde do que nunca!
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Visitem Adir Vieira
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Convite para o Sarau da Mentira e Lançamento do Fanzine da Gaveta - por Poty

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Visitem Poty
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