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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




quinta-feira, 14 de maio de 2009

Pão Pedinte - Imagem Enviada por Marcelo Ferla

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A intenção de postar imagens neste blog
é propiciar inspiração para textos referentes a elas.
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Fonte: Eclisse
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Visitem Marcelo Ferla
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Duelando Manchetes VI: Incesto - por Kbçapoeta

O que assusta é que está cada vez mais presente.
E a dúvida:
De onde esses doentes vêm?



Resposta a “Duelando Manchetes VI: Incesto”, de Alba Vieira.
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Fahrenheit 451 - por Kbçapoeta

Direção de François Truffaut.
Mostra um futuro onde livros eram proibidos.
Um governo totalitário difundia a televisão e renegava a leitura.
Os livros passaram a ser memorizados subversivamente como forma de manter a literatura viva.

Muito bom!



Sinopse: Cineclick
Trailer: Spout
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E você? Que filme gostaria de comentar aqui?
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Cores Quentes - por Alba Vieira

Iluminada manhã de primavera
Expandindo meu ser em cores quentes
Deixando um rastro de luz
Nessa trilha que faço em uma existência de paixões.



Visitem Alba Vieira
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Envelhecendo Apenas - por Ana Maria Guimarães Ferreira

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De repente, olhando no espelho da sala,
Me assustei com o que vi.
Vi uma mulher diferente,
com um sorriso mais largo, com algumas rugas
e um olhar sábio, porém sem muito brilho...
Vi um rosto aparentemente mais calmo,
porém sem a alegria de antigamente.
Vi uns cabelos brancos nos cantos da testa,
no meio da cabeça e nas sobrancelhas...
Descobri mãos que pareciam não ser minhas,
com veias verdes, verdes, saltando,
braços com alguns pontinhos marrons,
e o pescoço altivo que havia
não mais estava ali...
Esse mesmo pescoço mostrava
a idade que tinha em mim.
Minhas mãos, antes lisas, já não eram mais;
e eu não tinha esse pescoço,
ele era esticado e empurrava o rosto para frente;
e eu não tinha no olhar esse medo,
essa angústia,
esse coração que bate descompassado
e que antes eu nem notava.

Eu não percebi essa mudança,
essa alteração.
Eu não me dei conta de tantas mudanças,
eu nem percebi que aquela ali,
na frente do espelho da vida,
era eu.
Apenas um pouco mais vivida,
levemente envelhecida.

Mas com certeza era mesmo eu!




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A Agonia de um Assalariado - por Flavio Braga

Dia 5 - Dia de uma fugaz felicidade e de uma eterna agonia. Dia do pagamento. Se dinheiro na mão do Paulinho da Viola é vendaval, na minha é uma prova de 100 metros rasos com Usain Bolt. O salário dura exatamente 9’69”.
Dia 7 - Alguns cheques já foram descontados e outros ainda vão dar o ar da sua graça. Dia de mercado com a patroa. Detalhe: já repararam que, por mais que o salário mínimo aumente, o dinheiro nunca rende? Isso se chama Arrocho salarial. Aprendi com um dos meus filhos. Ele tem 7 anos. Não sabe amarrar os cadarços do sapato, mas é bom de matemática, o garoto.
Dia 10 - Dia de pagar o aluguel, a mensalidade da escola das crianças, entre outras coisas. Acho que até o dia 18 terei só R$10 para passar o resto do mês.
Dia 12 - Dia D dos cheques, parte dois. Inteligente é o cara que diz que continuações não são nada boas, nem no cinema, nem no bolso.
Dia 15 - Dia de pagar o crediário. Isso que dá mobiliar a casa comprando as coisas em 597 vezes! Acho que meus filhos ainda pagarão algumas parcelas do sofá, que já está todo rasgado. Patroa de TPM, risco Defcon nível 4, numa escala entre 1 e 3. Perigo!
Dia 18 - Ser pai de família é como controlar as finanças de um país falido. A gente escolhe o que paga e o que fica devendo, não porque queremos, mas é porque o orçamento é deficitário. Quero saber quando vão aparecer os argentinos batendo panela em frente a minha casa, pedindo minha cabeça por essa situação calamitosa. Mas desta vez fiz algo diferente, uma espécie de loteria. Coloquei todas as contas restantes num saco plástico e sorteei. Este mês eu pago a conta de luz, mas a companhia telefônica não teve a mesma sorte. Fica para próxima! P.S.: Eu estava certo. Tenho só mais R$ 10 na carteira.
Dia 22 - Se esses R$ 10 que eu tinha estivessem na mão da minha mãe, já teriam virado R$ 100, ou uma outra compra do mês, sei lá. Mas como a patroa insiste em fazer um programa diferente com as crianças no domingo, os R$ 10 não me pertencem mais. Sorte que ainda consigo dar uns calotes no ônibus. Não perdi minha malandragem suburbana, mas dinheiro que é bom, deixa pro dia 5.
Dia 27 - Já pensei em assaltar um banco. Já pensei em assaltar uma padaria. Já pensei em vender um rim, ou até mesmo a jararaca da minha sogra. Mas como sou muito medroso e meu rim – e principalmente minha sogra! – não é lá essas coisas todas, fui pedir um dinheiro emprestado a quem eu nunca vou pagar e que eu sei que nunca vai me cobrar: mamãe.
Dia 31 - Mês longo. Todos os meses poderiam ter dez dias. Malditos astrônomos, sejam eles cristãos, muçulmanos, maias, astecas, bistecas, discotecas ou bibliotecas, sempre atrasando nosso lado.
Dia 4 - Expectativa! Amanhã é o dia. Ontem a noite foi boa com a patroa, mas que não me venha mais um filho! Vasectomia, lá vou eu!
Dia 5 - Começa tudo de novo. Tudo que eu queria nessa vida era engravidar do Romário, mas acho que não faço muito o tipo dele.



Visitem Flavio Braga
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Tempo - por Kbçapoeta

Tanto faz
O tempo voa
Em milésimos o dia vai.
Nesse espaço-tempo,
Eu sigo onde ilumina a luz.




Visitem Kbçapoeta
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Estou Lendo... - por Alba Vieira

Em sintonia: a arte da ressonância, de Jasmuheen
Irritação: o fogo destruidor, de Torkom Saraydarian



E você? Que livro está lendo?
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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Como Era - por Leo Santos

Quando os devassos tinham pejo
de não terem vergonha,
ocultavam seus feitos
afinal, eram defeitos;
predicados que coravam os sujeitos…

agora que, franco o fruto proibido,
tudo é permitido,
come-se até o último gomo;
Homo instintus, brutus, perversus,
ecce homo!

Geração outdoor, perversão na pele,
conforme o vento impele;
leva de surdos, gritando porque não ouve
soltando os bichos, revirando lixo,
colhendo, do plantio que aprouve.

Era de Aquários
de peixes famintos,
águas polutas, virtuais e reais pecados;
Era, como era, taça ímpia repleta,
que ainda mata os profetas,
e apedreja os enviados…



Visitem Leo Santos
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Avalon - por Ana

História de uma família de imigrantes judeus poloneses nos Estados Unidos. MUITO BOM!!!



Sinopse: Cineclick
Trailer: Spout
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E você? Que filme gostaria de comentar aqui?
Barry Levinson

Indo Embora - por Alba Vieira

Há momentos que são tristes. ‘Eu me sinto presa’. São tantas coisas densas, tantos problemas pequenos que não me permitem voar...
Quero alçar um vôo leve e levar comigo aquele que almeja a liberdade.

Há momentos que são cheios de alegria. Estou solta e leve, para fugir de tantas coisas que me impedem, que me mantém numa caminhada tão medíocre...
Quero correr, pular, sumir deste mundo grotesco, alma livre que sou. Sou presa somente pela emoção, pelos contatos de amor.

Sinto-me amarrada, atolada, cansada e sem ânimo de me libertar. Busco aquilo que sei que posso e não consigo. Não sei andar nesse caminho de pedras quando sei que vim de um lugar onde caminhava sobre as nuvens.
Quero voltar, quero me reencontrar. Vou-me embora. Vou voar. Vou ser. Longe daqui...



Visitem Alba Vieira
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Saindo Sushi pelo Ladrão - por Fatinha

Querido Brógui:

Há muito tempo que não dou tantas gargalhadas como ontem, na hora do almoço. Sabe aquelas minhas gargalhadas altas, padrão “comunidade”?
Fui almoçar com Roberta, comer sushi. O restaurante era rodízio. No breve lapso de tempo em que fui ao banheiro, Bobinha começou a fazer o pedido. A fome era negra, acho que por isso minha querida amiga se soltou. Quando começou a chegar a comida, vi que era o suficiente para alimentar uma dúzia de estivadores (se é que um estivador comeria peixe cru). Arregalei os olhos e disse que a gente não ia conseguir dar conta daquilo tudo. Perguntei se tinha alguma multa, algum castigo físico se a gente deixasse comida no prato. Bobinha garantiu que não (tolinha!!!).
Iniciamos os trabalhos. Comemos, comemos, comemos… A quantidade de comida era infinita. Lá pelas tantas, começou a sair sashimi pelas nossas orelhas. Ainda restavam mais de trinta peças para serem comidas, fora os espetinhos, o nirá, o rolinho-primavera… Roberta então, muito sem-graça, me comunicou que teríamos que pagar pelas sobras. Comecei a rir. Desespero? Não. É muito engraçado mesmo a gente ser obrigada a comer, parece que a comida cresce dentro da boca e se multiplica no prato. Como iríamos comer aquilo tudo? Sugeri que começássemos naquele instante a praticar a bulimia. Sabe? Abrir espaço para comer mais. Comi mais uma ou duas peças e joguei a toalha. Não dava. Já estava passando mal. Roberta estava vermelha, quase chorando.
Então, surgiu a brilhante idéia de começar a abduzir as peças, fazer com que elas sumissem de cima da mesa. Na maior cara de pau, troquei os pratos de lugar para ficarem estrategicamente posicionados para facilitar as manobras. Descobri que Bobinha tem talento para Mr. M. A velocidade com que as peças saíam de cima da mesa e iam parar na bolsa dela, foi uma coisa de circo. Tivemos crises de riso, em determinado momento achei que fôssemos ter um treco. Eu ficava vigiando o garçom e ela sumindo com as peças. Ficamos imaginando se na hora de pagar a conta, saísse rolando de dentro da bolsa os sushis. Falei que iria levantar para fazer “paredinha”. Peguei mais guardanapos na mesa vizinha para ela embrulhar a comida. Pensei em roubarmos o prato logo de uma vez. Cheguei a convidar um garçom para almoçar conosco. Lá pelas tantas acho que a gerente ficou com pena da gente, ou com vergonha por causa das gargalhadas ou percebeu que a comida sumia do prato e nenhuma de nós estava mastigando, sei lá. Só sei que ela disse que a gente não ia precisar pagar pelas sobras. Ufa! Me senti alforriada. Até comi sobremesa.
Saldo da tarde: a bolsa da Roberta fedia a peixe, mas estávamos felizes como pinto no lixo. É muito bom transgredir, fazer travessuras, gargalhar até ficar com dor na barriga. Muito bom mesmo. Recomendo.



Visitem Fatinha
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Soneto da Perseverança - por Gio

Nos dias em que tudo escurecer
Cem cóleras de uma vontade lenta
Sem dó, a raiva domina teu ser
Escaparás do amor que te acalenta

Então, nesse momento lembrarás
De toda a estrada que passou
Na base de tuas forças, te erguerás
E te perguntarás, por fim: “Quem sou?”

Se fores paciente como eu fui
Mesmo quando a vontade diminui
E o coração se enche de tristeza

Verás no teu caminho uma corrente
Ligado a ela, tudo o que se sente
Farás de tua alma fortaleza




Visitem Gio
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Memórias de um Seminarista (Parte IV) - por Paulo Chinelate

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MÃOS CARIDOSAS


Que legal, vou poder andar na bicicleta do papai ainda hoje pela manhã. Acabei cedo a venda dos jornais na missa das sete horas. Início do mês de novembro, pessoal com grana. Entrego o dinheiro arrecadado para a D. Ana e vou logo para casa.
Novidades. Quero chegar em casa rápido. Estou aliviado, feliz, diria eufórico. Tenho boas notícias para papai e mamãe. A catequista esperou o meu comparecimento costumeiro em sua casa para me dar a boa nova: o enxoval estava garantido. No seu círculo de amizades contatara bondosa benfeitora que oferecera o enxoval completo de que eu necessitasse. Justo hoje o papai demorou-se nas compras dominicais; era seu costume fazer o arremate de final de feira. Trazia sempre na sua bicicleta na carregadeira traseira um caixote pintado de verde lotado de bananas. Um saco cheio no quadro, apoiado no guidon e ainda duas sacolas, uma em cada lado. São legumes e frutas a preço baratinho. É como pode abastecer a voracidade de oito filhos. Muitas vezes vou com ele. É para aprender desde cedo, diz. Só que agora tenho que vender os jornais pelas manhãs de domingo para ajudar os missionários.
Papai e mamãe ficaram muito satisfeitos com a notícia. Papai disse ainda que então ia fazer um terno e algumas calças sobressalentes. Puxa, estou ficando importante, até terno vou ter!
Os dias estão passando morosos. Continuo na minha rotina de criança: escola, brincadeiras com os visinhos de rua, reuniões familiares na casa da vovó Lídia. A primaiada indiferente quanto ao meu futuro. Os tios, sim, estes demonstram admiração pelo representante familiar nas lides religiosas. Tenho deles o desvelo do carinho. A vovó, beata devota de São Sebastião, demonstrou um certo dissabor em formas de resmungos. Não é por menos. Dos trinta e nove netos que possui sou o “chaleirinha”, o preferido dela. Nunca se deu ao trabalho de esconder de ninguém esta primazia.



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Albert Einstein e Coisas Infinitas - Citado por Penélope Charmosa

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Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta.
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Provérbio - Enviado por Therezinha

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Não há de errado por se passar por tolo, se na verdade o que está fazendo é inteligente.
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terça-feira, 12 de maio de 2009

As Nossas Palavras X

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Wordle: As Nossas Palavras X
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Clique na imagem para ampliar.
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Imagem: Wordle
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Provérbio em As Nossas Palavras IX - Enviado por Adhemar

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Lamentar o passado é correr atrás do vento.


Visitem Adhemar
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Duelando Manchetes VI: Incesto - por Alba Vieira

Vejo este texto como uma possibilidade de despertar, em cada um de nós, a necessidade de nos mantermos alertas para acontecimentos deste tipo que frequentemente podem estar mais próximos de nós do que podemos imaginar. Penso que mais do que pensar em pena capital, nos torna responsáveis, no sentido de proteger os que estão perto, simplesmente admitindo que estes horrores existem.



Resposta a “Duelando Manchetes VI: Incesto”, de Ana.
Referência a “Duelando Manchetes VI: Incesto”, de Kbçapoeta.
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Das Letras do Big Casé - por Ana

Casé, meu caro Casé,
Não se fala em gratidão...
Tudo aquilo que comento
É com total convicção

De que li texto bonito,
Li poesia original,
Li pensamento profundo
Ou haikai sensacional.

Eu leio tintim por tintim,
Cada ideia com atenção,
Maravilho-me com algumas,
Concordo com outro tantão.

Às vezes sou breve mesmo,
Pois tempo pra mim é tão raro...
Mas nas mesinhas do Duelos
Sempre paro e bato papo.

Minha brevidade, gente,
Não desconsidera, não,
É só pressa, nada mais,
A impedir dissertação

(Para alegria de todos,
Diga-se aqui, de passagem...
Se eu tivesse mais tempo,
Maior festival de bobagem...)

E quanto à sinceridade,
Dela podem ter certeza,
Pois não vou dizer que é belo
No que não vejo beleza.

Então aqui me despeço,
Agradecendo a você,
Casé, meu dileto amigo,
Que se dispôs a escrever

Quadrinhas elogiosas,
Tão lindas e emocionantes,
Que comentar no Duelos
Nunca mais foi como antes!

Quando digito respostas,
Quando dou as boas-vindas,
Quando converso também,
Quando escrevo “Valeu!”, “Linda!”,

Agora penso, risonha,
Rindo da minha gracinha:
Sou Mestre de Cerimônia,
Quase assino MC Aninha.

E para você, grande autor,
Aqui no liter café
Eu grito emocionada:
ADOREI! DEMAIS, CASÉ!



Resposta a “bacANA”, de Casé Uchoa.
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