Também me servem de consolo:
Extravaso meu arrependimento
E todo o meu desconsolo...
Oh! Filho tão amado!
Pensei que fosse o momento errado,
Por isso te rejeitei,
Por isso eu te abortei.
Hoje vejo o quanto errei,
Mas se errei, eu vivi:
Porque incapaz de errar
só quem não está aqui.
Mas deste erro nasceu
Uma nova pessoa,
Que olha para dentro de si
Neste caminho sem volta.
Que é o de se descobrir.
O caminho é longo e árduo,
Mas só depende de mim
Não ceder às dificuldades.
E agora agirei de outra forma:
Vou encarar o que a vida trouxer.
Venha de novo, filhinho!
Agora e sempre a mamãe te quer!
Poesia criada por Ana, Alba Vieira, Anônimo, Escrevinhadora, Lélia, Rita, Clarice A. e Aaron Caronte Badiz.
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