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Eróticos.)




segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O GRITO DO GRILADOR - por Kbçapoeta


     Os newcoronéis de Mato Grosso do Sul  reuniram meia dúzia de “gatos pingados” para exigir o direito de manter as terras roubadas de seus primeiros habitantes. Essa gente que possui o que há de mais podre no senso comum,vomita aos quatro cantos de Campo Grande que querem a volta da oligarquia onde com um sapato ou um saco de farinha se comprava votos,terras e acumulavam poder.
      O cidadão que não acredita que o” Grito do Produtor” nada mais é do que um desejo de perpetuar o coronelismo no Mato Grosso do Sul é um alienado.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

A Pequena Loja dos Horrores (1986) - por Ana

Esta refilmagem é extremamente especial para mim. Minha sobrinha, quando era bem pequenina, viu este filme e adorou. Gravamos, então, o filme para ela, que todos os dias queria vê-lo novamente, acompanhada. E olhem que não gosto de musicais! Mas este vi nem sei quantas vezes... A hilária planta carnívora extraterrestre e o simpático e bobinho Seymour. Bons tempos em que todos na casa éramos reféns daquele vegetal intergaláctico totalmente doido varrido!



Sinopse: Cineclick
Trailer: Youtube
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E você? De que filme você gostou?
Frank Oz

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Quanto maior for a treva da noite, maior será o fulgor do amanhecer.
Paciência!
Repara. Está quase amanhecendo.
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Chuva... Chuva... - por Alba Vieira

Chuva caiu forte,
Lavando os solos e as almas,
Desanuviando as mentes,
Refrescando as multidões.

Chuva, quando cai,
Faz transbordar os rios,
Extravasar as emoções
E aquietar os corações.

Chova chuva...
Caia sempre, limpe,
Lave, deixe fluir a vida
Em gotas abençoadas.
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Todos Nós Temos o Direito de Escolher - por Tércio Sthal




A SEMENTE QUE QUEREMOS SEMEAR NO CHÃO,
SABENDO, PORÉM, QUE HAVEREMOS DE COLHER
OS FRUTOS APROPRIADOS DE NOSSA PLANTAÇÃO.
(TÉRCIO STHAL)



NATURALIDADE


Quem não corre riscos,
ainda que calculados,
vive só dos rabiscos
muito mal controlados.

Quem sai ao Sol
pode se queimar,
quem vai pra chuva
pode se molhar,
e quem tem medo
não saberá o sabor,
nem o gosto que tem
o prazer e a dor.

Calça bem as sandálias nos pés,
pescador,
semeia boa semente, cuida com fé
e com amor,
para colher as flores e os frutos
esperados,
dignos de seus contínuos esforços
engendrados.

Mantenha o bom ânimo,
e o bom humor,
esperança, fé, amor
e sobriedade,
e seja lá o que for,
ou o que vier, encare,
vá em frente, não pare,
viva com naturalidade.



Visitem Tércio Sthal
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

FRAGMENTOS DE VIAGEM À CIDADE DE "Z" - por Kbçapoeta


    Ao transitar pelas ruas de Barra do Garças, deparo-me com indígenas conversando em Guarani. Aquela língua tão antiga, distante, ali na minha frente. Não podia compartilhar daquela língua tão bela e tão antiga. Uma pena!
    Enquanto refletia sobre o muro semântico-linguístico que nos separava, desconfiava dos índios, eram dois. Poderiam e aparentavam serem malandros e poliglotas, mais malandros que poliglotas.


            (continua)

                                                             Visitem Kbçapoeta

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


Supõem mercenários, técnicos, teóricos e tiranos, que podem eclipsar a poesia.
Mas, há poesia em toda parte, em tudo, e sempre ao alcance dos poucos que são sábios ou místicos, dos raros ainda não corrompidos pelo poder, pelo acumular, pela malícia, pelo impermanente prazer.
A poesia é invencível, embora para a maioria continue invisível.
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sábado, 1 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Que Tipo de Evento Você Está Esperando Para Crer - por Tércio Sthal

QUE DEUS EXISTE E QUE REALMENTE ELE AMA VOCÊ?
(TÉRCIO STHAL)






GRATIDÃO


Para quem não crê tudo pode parecer
tão natural, óbvio e ululante,
e todo e qualquer evento que acontecer
passa a não ser importante.

Mas quanto a mim prefiro agradecer
pelo que recebo por Divina Providência,
vida, família, trabalho, divertimento,
bom sono, bons sonhos, sustento e resiliência.



Visitem Tércio Sthal

 

O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder - por Ana



Meu mundo de Sofia


Desde cedo me interessei por Filosofia e sempre vi com tristeza o fato dela se encontrar tão distanciada da maioria das pessoas.  Os pensadores me ajudavam tanto a compreender esta complexa condição de estar no mundo, que eu tentei dividir suas ideias com outras pessoas, mas elas quase sempre reagiam negativamente a comentários de cunho filosófico, considerando esta uma área muito hermética, reservada somente para nerds.  Então os filósofos passaram a ser meus amigos ocultos... até que conheci Sofia.
O livro de Jostein Gaarder surgiu um dia, repentinamente, diante de mim, numa livraria.  Ou, melhor dizendo, eu surgi diante dele.  A capa e o nome chamaram minha atenção, então li a contracapa.  Obviamente, levei-os para casa: Gaarder, Sofia e a Filosofia.
Então adorei o que li!  A Filosofia para leigos, para todos, inserida na vida de uma menina!  A Filosofia simplificada, mas sem perder sua profundidade; aplicada à forma de ver o mundo; apresentada de forma leve, divertida, agradável, sem fugir de sua natureza questionadora.
Vivi algumas horas com Sofia e alguns dos principais filósofos, agradecendo ao Autor por trazer a tantas pessoas as mesmas alegrias que permearam minha vida: a alegria de aprofundar temas existenciais importantes, de refletir sobre a natureza e as relações sociais, de admirar a capacidade da inteligência humana.
Encerrei o livro desejando que cada vez mais pessoas visitassem o mundo de Sofia e vissem o quanto ele é belo, rico e desafiador, trazendo-o, então, para fazer parte de suas vidas, tornando-as, desta forma, mais significativas e compreensíveis.
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Teorias e Amor - por Raquel Aiuendi

Qualquer visão holística pode preparar para uma construção de inclusão e a inclusão é um conceito que só pode se tornar completo na prática quando ciente de que livre-arbítrio não é voltar-se contra Deus ou a Criação ou a Lógica, esse conceito (inclusão) só pode se realizar de maneira definitiva quando se sabe que livre-arbítrio é, na verdade, a iniciativa de complementação dentro de uma lógica pré-pós-estabelecida (do contrário, livre-arbítrio designaria abertura para o desmanche). O processo de inclusão é sempre um processo que segue a dinâmica da construção e reconstrução constantes, conceitos-questionamentos-reconceitos... assim por aí.
Descobrir-se pequeno num processo de lógica (seja eco, psico etc.) é notar-se imprescindível numa intrincada cadeia cuja base sempre serão os “pequenos”, por isso dadas suas imprescindibilidades. O simples sempre refletirá a verdade do complexo. Voltar-se ao simples sempre é mergulhar na “mágica”, no mistério profundo do “elaborado”, é resultar problemáticas, incógnitas encontrarem soluções. Onde amar é ato simples, também irrevogável; mas é tão complexo o movimento amar, embora simples de ser reconhecido quando presenciado. O mais simples e valioso dos tesouros é o mais intrincado processo de lógica, obviamente por isso Deus veio à Terra, aos humanos, na forma de irmão mostrar-lhes o mistério dos mistérios, a lógica da Lógica, a singeleza da simplicidade: o AMOR.
Por isso, não há inclusão sem lógica.
Pequeno e grande são conceitos de graduação não inerentes à natureza: quando um vírus ataca um organismo sua grandeza se evidencia. Onde coexistência, onde inclusão. Amar equivale a coexistir, a natureza vive seu livre-arbítrio do equilíbrio, vive a lógica na Lógica: o AMOR, mesmo sem saber.
O que diferencia o ser humano é a consciência. Quando humano o livre-arbítrio transforma-se em livre-desequilíbrio e ele pensa arbitrar não somente sobre si mesmo e sim sobre mecanismos que existem, e só existem, para que ele próprio possa ter uma existência sustentável, ao invés de compreendê-los e interagir coerentemente.
O Amor é lógica que vem em fórmulas variadas, lógica que se adapta a DNAs infinitos: não é matemática e nem física, pois estas estão também sujeitas à lógica e o Amor é a lógica da Lógica. Não é disciplina, é disciplinador, é a verdade da origem e do retorno, condição sine qua non de imortalidade e de ressurreição.
Amor pode ser NÃO SER MOR, mas também pode ser PARA SER MOR.
Amor é princípio e fim para o qual fomos criados e através do qual tornados filhos do Criador. Partida e Chegada, o próprio Deus é pelo Amor, é por essa lógica, como ele próprio se apresentou ao humano.
Não há amor sem ser e não se pode ser sem amor. Quem não amor, não é. Quem sim amor, se faz ser. Ser é, portanto, ato constante de fazer-se ser.
Amor é a expressão do infinito, constante, incondicional equilíbrio. Onde Bem e Mal se anulam para serem Amor. Sem despojamento o amor não se faz presente, o amor=equilíbrio é a lógica da impassionalidade do ego humano. Onde passionalidades, não Amor.
Amor não é doutrina, é em si mesmo verdade, onde verdade=equilíbrio, sustentabilidade.
Qualquer lógica (eco, psico, filo etc.) submete-se ao Amor para que exista. Não submissão em conceito de degradação, mas pelo inverso disso (conceito de inclusão e valoração).
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Ser Mãe - por Maria Carolina Nogueira Cobra Vitali

Você me tornou Mãe!
Palavra tão doce, quando de sua boca sai.

Você me tornou alguém melhor!
Sou mais completa graças a você.

Você me tornou sensível!
Hoje me sinto mãe de todas as crianças do Universo.

Você me tornou atenta!
Vejo cada criança que existe dentro de cada ser humano.

Você me tornou mais feliz!
Seu sorriso e seu aprendizado me encantam a cada dia!

Você me tornou desprendida!
Sei que você não é meu.
Você é o maior e melhor empréstimo de Deus para mim.

Filho, que a vida permita que eu sempre esteja à altura
Dessa magnífica missão que é ser SUA mãe!

Teamobezotchau!!!!
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Aquele Beijo - por Alba Vieira

Teu beijo de novo…
Aquele mesmo beijo
Que me tirava o chão.
Teu beijo de volta…
O mesmo estremecer,
E a cabeça atordoada.
Teu beijo me acende,
Faz querer morar no fundo dos teus olhos.
E aqui estou eu, sentindo a vida
Outra vez colorida.
Teu beijo foi injeção de adrenalina,
Tirou meu sono, deixou-me pronta para a briga
Do coração que quer ficar
Com a alma que se eleva em direção ao paraíso.

Teu beijo foi como antes:
Tirou-me de mim
E por um instante fui tudo.
E foi o bastante para saber
O quanto ainda somos amantes.
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


Dorme a serpente, há milênios, em seu escondido lar, enrodilhada nas profundezas da montanha.
Um dia, desperta, pela reta chaminé subirá em fogo, para o cume.
Ali, vulcão, derramará lavas pelos campos que o homem lavra.
Ali, vulcão, despejará cinza quente, degelando a inércia infecunda das almas abortadas.
Ali, vulcão, chamejará luz e será estrela.
Dali, vulcão, explodirá, abalando os mundos, despertando os deuses, desfazendo e libertando a montanha.
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domingo, 26 de janeiro de 2014

O Símbolo Perdido, de Dan Brown - por Alba Vieira


.“O autor desenvolve uma trama interessante que envolve o leitor desde o primeiro parágrafo.
Tudo gira em torno da Francomaçonaria e o seu papel na fundação na cidade de Washington, onde ocorre o sequestro de um grão-mestre com a mutilação de sua mão direita que então aparece no Capitólio. A partir daí, o clima é de suspense e um professor de História analisa vários símbolos para desvendar os grandes mistérios que se escondem, segundo o sequestrador que o convocou para desempenhar este papel, naquela cidade. Paralelamente entra em cena a irmã do sequestrado, que é uma cientista que trabalha com noética e demonstra, nas suas pesquisas, a importância do pensamento como algo que tem poder de agir sobre a matéria, podendo ser quantificado. Daí são discutidas as interrelações dos mistérios das antigas civilizações, com as descobertas científicas da física quântica, mostrando que, como anunciado por símbolos presentes em todos os lugares desde tempos imemoriais, a grande mudança esperada para este momento da civilização é a descoberta pelo homem de sua porção divina ao voltar-se para dentro de si mesmo, mudando completamente sua forma de estar no mundo e se relacionar com os semelhantes e o meio ambiente.
É uma boa diversão e instrui a quem ainda não conhece estas novidades.”
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.Visitem Alba Vieira
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Alfredo Bosi (Biografia) - Enviada por Ana

Descendente de italianos, Alfredo Bosi é filho de Teresa Meli, salernitana, e Alfredo Bosi. Depois de graduar-se em Letras Neolatinas pela Universidade de São Paulo (USP), em 1960, recebeu uma bolsa para estudar na Itália, onde permaneceu por dois anos, na cidade de Florença.
De volta ao Brasil, tornou-se professor de língua e literatura italiana na USP, cargo que ocupou por 10 anos.
Em 1964, escreveu a tese “A Narrativa de Pirandello”. Seis anos mais tarde, defendeu livre-docência com a tese “Mito e Poesia em Leopardi”.
Embora fosse professor de Literatura Italiana, Bosi sentia-se dividido por causa de seu grande interesse pela literatura brasileira, que o levou a escrever os livros: “Pré-Modernismo” e “História Concisa da Literatura Brasileira”. Em 1972, Bosi decidiu-se pelo ensino de literatura brasileira no Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Foi vice-diretor do IEA (Instituto de Estudos Avançados da USP) de 1987 a 1997, ano em que passou, a partir do mês de dezembro, a ocupar o cargo de diretor. Entre outras atividades no IEA, coordenou o Programa Educação para a Cidadania (1991-96), integrou a comissão coordenadora da Cátedra Simón Bolívar (convênio entre a USP e a Fundação Memorial da América Latina), coordenou a Comissão de Defesa da Universidade Pública (1998) e presidiu a Comissão de Ética da USP (2000-04). Bosi é também editor da revista “Estudos Avançados” desde 1989.
Em 20 de março de 2003, Alfredo Bosi foi eleito para Academia Brasileira de Letras, ocupando, desde então, a cadeira número 12.
Alfredo Bosi é casado com a psicóloga social, escritora e professora do Instituto de Psicologia da USP Ecléa Bosi, com quem tem dois filhos, José Alfredo, professor de Economia, e Viviana Bosi, atual professora do Departamento de Teoria Literária da FFLCH/USP.

Obra
1966 - O Pré-modernismo
1970 - História Concisa da Literatura Brasileira (Historia Concisa de la Literatura Brasileña, México, 1983)
1975 - O Conto Brasileiro Contemporâneo
1977 - As Letras na Primeira República (in O Brasil Republicano)
1977 - O Ser e o Tempo da Poesia
1985 - Reflexões sobre a Arte
1988 - Céu, Inferno
1992 - Dialética da Colonização (Culture Brésilienne: une dialectique de la colonisation, Paris, 2000; Cultura Brasileña: una dilectica de la colonizacion, Salamanca, 2005)
1992 - O Tempo e os Tempos em Tempo e História
1996 - Leitura de Poesia (organização e apresentação)
1999 - Machado de Assis: o enigma do olhar
2002 - Machado de Assis
2002 - Literatura e Resistência
2006 - Brás Cubas em Três Versões

Prêmios
1977 - Melhor Ensaio da Associação Paulista de Críticos de Arte, por “O Ser o Tempo da Poesia”.
1992 - Melhor Ensaio da Associação Paulista de Críticos de Arte, por “Dialética da Colonização”.
1992 - Homem de Ideias, distinção conferida pelo Jornal do Brasil.
1993 - Prêmio Casa Grande e Senzala, por “Dialética da Colonização”.
1993 - Prêmio Jabuti de Melhor Obra de Ciências Humanas.
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Fonte: Wikipédia
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Antes que Seja Tarde Demais, - por Tércio Sthal





E DURE O TEMPO QUE DURAR,
A CONSTRUIR NOVA HISTÓRIA 
QUE SEJA CAPAZ DE TRANSFORMAR 
O POUCO EM MAIS UM POUCO, 
E MAIS UM POUCO EM UM POUCO MAIS.




VELEJANDO


De tanto bater a cabeça por aí, tem gente perdida em alto mar,
a olhar em silêncio para a bússola
sem sequer conseguir se orientar.

Tem gente perdida em alto mar,
sem saber ao certo para onde ir,
com bússola disponível para olhar,
mas insegurança na hora de decidir.

Uns a reclamar da chuva que cai sobre a Terra,
outros a reclamar dos raios quentes do Sol, todo dia,
uns a reclamar da paz, do sossego e da monotonia,
outros a reclamar dos constantes conflitos, e da guerra,
agindo como se fossem todos mulas sem cabeças,
sem fazerem nada para que algo de melhor aconteça.

Conscientemente, a velejar em alto mar, Fico a observar as ondas em movimento,
a usarem breves recuos como alimento
para ganhar forças suficientes e voltar.

Precisamos todos estender nossas mãos,
seja com os pés no chão, ou a dar saltos,
com fé, e a ganhar asas para poder voar 
até aos melhores lugares, e aos mais altos.


Visitem Tércio Sthal
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Haikai - por Alba Vieira

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Feliz de gente
Que encanta e sorri.
É que se ama.




Visitem Alba Vieira
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Você já Pensou em Escrever um Livro?: informações fundamentais para tornar-se um escritor de sucesso, de Sonia Belloto - por Alexandre

 
 
 
 
Temos aqui um livro que nos incentiva a escrever um!
 



Sonia Belloto nos conduz pelo processo de criação de um livro: já nos cativa a magia da leitura logo na introdução, e vamos seguindo de mãos dadas com ela: passando por dicas de escrita, criatividade, e, o que eu gostei muito de conhecer, a Jornada do herói. Mas aonde foi emocionante mesmo foi quando chegamos ao assunto editoras: apertei firme a mão que me guiava e continuei.
Sonia não mente: apesar da magia cativante dos livros, as editoras os veem como produtos comerciáveis, e afirma que o espaço para novos autores é muito limitado, compelindo assim os novos autores a procurar as editoras de demanda.
Enfim, é um ótimo livro que desmistificou para mim o que é escrever e publicar um livro.
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Pesadelo e Sonho - por Raquel Aiuendi

Se o horror, o crime e os absurdos cometidos sobre essa terra em cadeia de humanos sobre humanos não têm cor, raça e razão; também o Amor é para todos independente de cor, raça e razão. O Amor é a causa das soluções e suas fórmulas; dignifica e transforma; edifica e amplia; o Amor é em si a Razão da lógica, sem o Amor não há lógica e a Lógica vai sempre se apresentar pela Razão do Amor.
Sobre quantos cadáveres, vítimas de horrores, a humanidade vai continuar a erguer-destruir-erguer nações? Vítimas, populações infinitas de vidas, que em nada contribuíram para a barbaridade contra elas... esse cemitério há de ser, um dia, se já não está acontecendo, a ‘areia movediça’ que irá engolir a podridão.
A dor dos horrores há sempre de ser o empecilho da evolução humana? Avançar em sustentabilidade através da inteligência-amor é mais difícil que a promoção em moto-contínuo de dor e consciência-dor?
Horrores são horrores. Para as vítimas, como todos o sabemos; e, também, para seus patrocinadores e agentes diretos (todos não dormem e, se dormem, têm pesadelos – o peso deles).
A humanidade se arrasta em pesadelos desde séculos a perder de vista; dissemina a doença plantada em sua existência e cultivada por indivíduos ao longo de todos os processos “civilizatórios”.
A pré-história ainda é; com diferença dos rótulos, mas a alma da humanidade se entrega à permanência consciente do estado pré-histórico. A alma da humanidade se aprisiona ao estado latente e se deixa manipular utilizando instintos de ferocidade e medo que distancia de outro estado latente de Paz e usufruto, de Amor e sustentabilidade.
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