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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




domingo, 28 de abril de 2013

Selo “Mais Que Parceiros - Verdadeiros Amigos” - Recebido de DAS



 


 
Como regras...


1. Avise os blogs parceiros sobre o recebimento do selo nos comentários ou no livro de visitas.

2. Coloque o endereço da url do blog que criou o selo.

3. Coloque a url do blog que indicou o selo.

4. Coloque os blogs indicados por você para receber o selo.
Conforme shintoni, a indicação vai para os blogs de todos os autores.

 

O Duelos agradece, DAS!
 
 


Eram Tempos de Flor - por Adir Vieira

Eram tempos de flor aqueles em que o riso era meu companheiro de todas as horas...
Eram tempos de flor aqueles em que eu vivia a vida sem compromissos, sem rótulos, sem ter que fazer de mim o espelho exato do apêndice adquirido ao longo da vida...
Eram tempos de flor aqueles em que nada havia além de mim, pousando zombeteira em todos os palcos, responsável unicamente por mim mesma e por meus atos de alegria...
Eram tempos de flor aqueles em que a vida cheia para ser vivida mostrava a mim as verdadeiras nuances do prazer e do progresso...
Eram tempos de flor, em que o mínimo era tudo e só o amor dançava seus vários compassos, transformando a espera em sonho.
.

sábado, 27 de abril de 2013

Salve poeta - por Poty

Salve/salve/salve
Poetas dos amores
Das paixões
Alucinações
Viajantes sem asas
Inacabados
Das musas de corpos nus
Das bruxas insanas
De santas endiabradas
Revigoram nossos pensamentos
Mexe com nossa louca vestimentas
Desnuda nossa vontade
E nos faz escrever...
Salve/salve/salve
Poetas do mundo!
 
 
Num segundo é tudo que se imagina para este pequeno mundo que se desfaz na nossa desfaçatez.

Poty – 14/03/2013


Teu coração - por Poty





Amo teu coração
Satisfaz teu coração
Explode
Pulsa
Sacode
Mexe
Borbulha feito criança
Sangra
Estampa
O meu!
Poty – 14/04/2013

Arte na rua - por Poty





Arte de rua
Pinta nua
Desfaz crua
Ela continua
Poty – 19/04/2013

És Tudo Para Mim - por Poty



Minha paixão, vivo pensando em ti.
Não vivo sem ti...
Faz-me sofrer, não me dá atenção...
Eu não vivo sem ti...
És minha vida com ternura... Não faz assim comigo!
És tudo para mim!
Fico sem sabe o que fazer!
Me faz chorar
Não sei mais o que fazer?!
Só sei que sou fascinado demais.
Poty – 24/04/2013
 



Imaginário - por Poty





Com este olhar profundo almeja-se o mundo.
Imagina-se transcender.
Vendo tudo sem perceber.
Realiza-se fantasiosa imaginária alusão.
Poty – 25/04/2013

O Gato - por Poty



O gato olhando para seu mundo, não o dos outros e nem sabe qual é, mas Ele na janela sabe qual fitar e seguir seu instinto Felino de ser.
Não queria mostra ao mundo o seu pulo, o qual os humanos chamam de “o pulo do gato”.
Ele preferiu ficar sentado na janela a olhar o mundo.
Poty – 24/04/2014

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Ela e seu encanto - por Poty



Com todo seu encanto sublime
Foi me encantando
Com toque sensual
Sem pudor
E com merecimento
De sê-la observada
Poty – 25/04/2013

sábado, 20 de abril de 2013

Álvaro de Campos em Sua Alma - Citado por Ana


Mas eu, em cuja alma se refletem
As forças todas do universo,
Em cuja reflexão emotiva e sacudida
Minuto a minuto, emoção a emoção,
Coisas antagônicas e absurdas se sucedem ...

.Fernando Pessoa

Momentos interessantes - por Poty





Nos encontros
Com menina
Moça
Mulher
E Parceiros
Longas viagens e duradouras
E loucas sem parar
Não sem sabe quando parar
São conversas
Intermináveis
Incontroláveis
Chega mais
Vão
Não vai
Viagens a outro lugar
O sono se vai
Não tem noite
Nem dia
Num free lance
Sem agonia
Não se perde
E nem se ganha
É um frenesi
Conversa rola solta
E a parada continua
Cada carreira é mais louca
Inerte
Não sabe mais o que fazer
Se dorme ou continua
Apenas fica no mundo da lua
A noite é nua e crua
De dia se procura
É incessante e latente
Se busca na rua
Poty – 06/04/2013


Meu enrosco - por Poty





Enrola-me
Enrosca
Me farta
Deixa-me ficar no seu ninho!
Quero seu corpo enroscado no meu
Faz-me de seu dengo
Chamego
Apego
Quero seu relevo
Suas curvas
Sua fartura
Sem largar mais!
Poty – 10/04/2013

Aflora - por Poty




Fogo paira sobre você
Assanha
Tuas entranhas
Remexe pro dentro
Teu corpo dói
Sofre de prazer
Clama
O silêncio aclama
Teu grito inflama
É como se fosse brasa
É ardor
Muito clamor
Poty – 14/04/2013

sábado, 13 de abril de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


Quem pede está vazio.
Quem oferta tem para dar.
Não peças. Oferece.
Deixa o posto de mendicância.
Apanha a ferramenta.
Começa a poder dar.
.

Post Inesquecível do Duelos - Indicado por Ana

Estou indicando este post porque achei muito emocionante a forma como Raquel redigiu o desfecho, mudando o sentido que parecia tão óbvio, e então, após ler o final, reli a poesia e senti o que ela descreveu, de forma bastante clara. É assim mesmo, é sutil assim, é confortador assim, é lindo assim quando se pode ter uma chuva tão necessária. Só quem já esteve no mundo da absoluta aridez emocional pode compreender o que significam as imperceptíveis gotas de chuva. É linda a ideia, linda a poesia. Emocionante demais! Inclusive porque não restringe o amor. Mil vezes parabéns, Raquel!



CHOVE FINO
(RAQUEL AIUENDI)

Chove, fino?
talvez imperceptível
chuva que se deixa
cair
cair
sobre um sentimento
angústia, abandono,
desilusão, desesperança…
chuva subliminar
tece lentamente
a superação
planta
uma calma sensação…
É sempre assim
depois de uma longa
chuva de amor.
.
.
Para você, minha irmã.
.
.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

De tanto temer a tempestade agitando os vagalhões, os iludidos - pobre cegos - não conseguem imaginar a grande paz do fundo do mar.
O vendaval a destruir as casas não deixa ver a calma imperturbável reinante no cosmo.
.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


A única dor verdadeira - eu.
Apenas um verdadeiro mal - eu.
Só uma cruz eu vejo - eu.
A mais desgraçada de todas as distâncias - eu.
Não há outra doença senão - eu.
Quem usurpa minha essência? - eu.
Fragilidade, conflito, neurose são - eu.
Os grilhões que limitam são feitos de - eu.
Mas, o que mais admiro, a quem mais sirvo, alimento e defendo, ainda, infelizmente, é - meu eu.

Este é o drama de todos os homens.
.

domingo, 31 de março de 2013

Feliz Páscoa - por Alba Vieira

Chega a Páscoa e, nos dias que a antecedem, encontro, pela rua, muitas crianças com seus rostinhos rosados, depois de tantas brincadeiras, vestidas de coelhos, com aquelas grandes orelhas e bigodes pintados na cara.
E o que fazem os coelhos da Páscoa, além de esconderem os ovos para a satisfação das crianças, cuja missão, a partir daí, será procurá-los e a recompensa, descobrir os mistérios escondidos em cada um e poder desfrutar da sua doçura, enquanto sujam de chocolate os mesmos rostos antes mascarados de coelhos.
Penso então que, a cada ano, a Páscoa simboliza a oportunidade do renascimento de cada um de nós, o que não deixa de ser a possibilidade de estarmos abertos à transformação. Se a vida é o palco onde se desenrola a nossa evolução, esse período nos aproxima do objetivo maior de nossas vidas.
Mas, o que será que nos impede de renascer, de mudar, de nos tornarmos melhores para nós mesmos e, conseqüentemente para os outros?
Quando se trata de analogia, nada é por acaso nos contos, lendas, mitos através dos tempos. Por que então, o animal que simboliza a Páscoa é o coelho? Há muitas explicações, a principal relacionada à grande fertilidade desses animais. Entretanto, na mitologia dos índios norte-americanos, o coelho representa o medo.
Encontro dessa forma, a resposta para a dificuldade que muitos de nós apresentam no caminho da transformação. É o medo que nos restringe e, às vezes até nos impede, sobretudo o medo do novo, daquilo que ainda não experimentamos.
E, como nada permanece para sempre, o segredo da felicidade está em aceitar as possibilidades contidas em cada momento que a Vida nos oferece e fazer a melhor escolha possível em cada situação.
Aí, eu embarco no fluxo dessa história e desejo que cada um de nós busque no fundo de si mesmo, qual o tipo de medo (aquela sua dimensão relacionada ao coelho) que o está impedindo de se abrir para algo novo, um novo tempo, o renascimento de algum aspecto da sua vida, seja no terreno pessoal, de relacionamento ou no campo espiritual e tente lidar com ele de frente e conseguir ultrapassá-lo.
Travestidos de coelhos, lidando com cada medo que escondeu um ovo importante no curso de nossa vida, metaforicamente poderemos experimentar a alegria de voltarmos ser crianças inocentes que, avidamente, procuram os ovos escondidos pelos coelhos e podem assim se deliciar com a descoberta do que o ovo contém e se lambuzar com a sua doçura.
Afinal, a vida pode ser doce para quem supera os seus medos e ousa ir, em busca dos seus desejos.
Feliz Páscoa!

sábado, 30 de março de 2013