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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sábado, 13 de abril de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


Quem pede está vazio.
Quem oferta tem para dar.
Não peças. Oferece.
Deixa o posto de mendicância.
Apanha a ferramenta.
Começa a poder dar.
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Post Inesquecível do Duelos - Indicado por Ana

Estou indicando este post porque achei muito emocionante a forma como Raquel redigiu o desfecho, mudando o sentido que parecia tão óbvio, e então, após ler o final, reli a poesia e senti o que ela descreveu, de forma bastante clara. É assim mesmo, é sutil assim, é confortador assim, é lindo assim quando se pode ter uma chuva tão necessária. Só quem já esteve no mundo da absoluta aridez emocional pode compreender o que significam as imperceptíveis gotas de chuva. É linda a ideia, linda a poesia. Emocionante demais! Inclusive porque não restringe o amor. Mil vezes parabéns, Raquel!



CHOVE FINO
(RAQUEL AIUENDI)

Chove, fino?
talvez imperceptível
chuva que se deixa
cair
cair
sobre um sentimento
angústia, abandono,
desilusão, desesperança…
chuva subliminar
tece lentamente
a superação
planta
uma calma sensação…
É sempre assim
depois de uma longa
chuva de amor.
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Para você, minha irmã.
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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

De tanto temer a tempestade agitando os vagalhões, os iludidos - pobre cegos - não conseguem imaginar a grande paz do fundo do mar.
O vendaval a destruir as casas não deixa ver a calma imperturbável reinante no cosmo.
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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


A única dor verdadeira - eu.
Apenas um verdadeiro mal - eu.
Só uma cruz eu vejo - eu.
A mais desgraçada de todas as distâncias - eu.
Não há outra doença senão - eu.
Quem usurpa minha essência? - eu.
Fragilidade, conflito, neurose são - eu.
Os grilhões que limitam são feitos de - eu.
Mas, o que mais admiro, a quem mais sirvo, alimento e defendo, ainda, infelizmente, é - meu eu.

Este é o drama de todos os homens.
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domingo, 31 de março de 2013

Feliz Páscoa - por Alba Vieira

Chega a Páscoa e, nos dias que a antecedem, encontro, pela rua, muitas crianças com seus rostinhos rosados, depois de tantas brincadeiras, vestidas de coelhos, com aquelas grandes orelhas e bigodes pintados na cara.
E o que fazem os coelhos da Páscoa, além de esconderem os ovos para a satisfação das crianças, cuja missão, a partir daí, será procurá-los e a recompensa, descobrir os mistérios escondidos em cada um e poder desfrutar da sua doçura, enquanto sujam de chocolate os mesmos rostos antes mascarados de coelhos.
Penso então que, a cada ano, a Páscoa simboliza a oportunidade do renascimento de cada um de nós, o que não deixa de ser a possibilidade de estarmos abertos à transformação. Se a vida é o palco onde se desenrola a nossa evolução, esse período nos aproxima do objetivo maior de nossas vidas.
Mas, o que será que nos impede de renascer, de mudar, de nos tornarmos melhores para nós mesmos e, conseqüentemente para os outros?
Quando se trata de analogia, nada é por acaso nos contos, lendas, mitos através dos tempos. Por que então, o animal que simboliza a Páscoa é o coelho? Há muitas explicações, a principal relacionada à grande fertilidade desses animais. Entretanto, na mitologia dos índios norte-americanos, o coelho representa o medo.
Encontro dessa forma, a resposta para a dificuldade que muitos de nós apresentam no caminho da transformação. É o medo que nos restringe e, às vezes até nos impede, sobretudo o medo do novo, daquilo que ainda não experimentamos.
E, como nada permanece para sempre, o segredo da felicidade está em aceitar as possibilidades contidas em cada momento que a Vida nos oferece e fazer a melhor escolha possível em cada situação.
Aí, eu embarco no fluxo dessa história e desejo que cada um de nós busque no fundo de si mesmo, qual o tipo de medo (aquela sua dimensão relacionada ao coelho) que o está impedindo de se abrir para algo novo, um novo tempo, o renascimento de algum aspecto da sua vida, seja no terreno pessoal, de relacionamento ou no campo espiritual e tente lidar com ele de frente e conseguir ultrapassá-lo.
Travestidos de coelhos, lidando com cada medo que escondeu um ovo importante no curso de nossa vida, metaforicamente poderemos experimentar a alegria de voltarmos ser crianças inocentes que, avidamente, procuram os ovos escondidos pelos coelhos e podem assim se deliciar com a descoberta do que o ovo contém e se lambuzar com a sua doçura.
Afinal, a vida pode ser doce para quem supera os seus medos e ousa ir, em busca dos seus desejos.
Feliz Páscoa!

sábado, 30 de março de 2013

Criatividade - por Alba Vieira

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Nuvens em movimento
Formam desenhos tão nítidos
Quanto mais criativa a mente de quem vê



Visitem Alba Vieira
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Post Inesquecível do Duelos - Indicado por Ana

Bem, este haikai fala por si mesmo. Raquel, com sua enorme sensibilidade, nos brindou com esta maravilha. Ela conseguiu captar e apresentar, magistralmente, em palavras, a luz que vislumbrou naquele momento. Perfeito! Lindo! Quantas vezes estive diante de uma cena assim e nunca me ocorreu estas duas ações da luz. Magnífico! Parabéns mil vezes!



LUZ
(RAQUEL AIUENDI)


Luz que só paira
sobre a pitangueira
e cai no solo.
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sexta-feira, 29 de março de 2013

Amizade - por Alba Vieira

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Amigos inesquecíveis
São aqueles que, em nome da amizade,
Discordam e nos repreendem pela má conduta



Visitem Alba Vieira
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quinta-feira, 28 de março de 2013

sábado, 23 de março de 2013

Post Inesquecível do Duelos - Indicado por Ana

Indico este post por ser muito simples e poder assumir diversos significados, todos passíveis de levar a reflexões importantes. Parabéns, Eros! Você está fazendo falta no Duelos!



EPITÁFIO
(EROS.RAMIREZ)


Ontem nas nuvens
Hoje a sete palmos do chão



Visitem eros.ramirez
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segunda-feira, 18 de março de 2013

Augusto dos Anjos e “A Louca” - Citado por Penélope Charmosa

Quando ela passa: - a veste desgrenhada,
O cabelo revolto em desalinho,
No seu olhar feroz eu adivinho
O mistério da dor que a traz penada.

Moça, tão moça e já desventurada;
Da desdita ferida pelo espinho,
Vai morta em vida assim pelo caminho,
No sudário da mágoa sepultada.

Eu sei a sua história. Em seu passado
Houve um drama d’amor misterioso
- O segredo d’um peito torturado -

E hoje, para guardar a mágoa oculta,
Canta, soluça - o coração saudoso,
Chora, gargalha, a desgraçada estulta.
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sábado, 16 de março de 2013

Assombração - por Ana

Suspense muito bom! Escritora chinesa descobre seu imaginário participando de sua vida.



Sinopse: Cineclick
Trailer: Youtube
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E você? Que filme gostaria de comentar?
Oxide Pang Chun, Danny Pang

domingo, 10 de março de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


Maré sobe. Maré desce.
O barquinho ancorado flutua levinho, sereno, e nem se dá conta de que a maré sobe, de que a maré desce.
O barquinho é equânime.
Nisto, é meu mestre.
Preciso aprender.
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sábado, 9 de março de 2013

A Cela - por Ana

Assistente social metida a psicóloga holográfica interativa resolve visitar a mente de um psicopata. A maior doideira! Mas há imagens muito bonitas.



Sinopse: Cineclick
Trailer: Youtube
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E você? Que filme gostaria de comentar?
Tarsem Singh

Mário Quintana e a Poesia - Citado por Penélope Charmosa

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A poesia não se entrega a quem a define.



In “Do Caderno H”.
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sexta-feira, 8 de março de 2013

Epitáfio - por Emanuel Messias

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Ninguém morre enquanto está vivo no coração de alguém.



(Epitáfio fixado na entrada do cemitério de Cataguases/MG.)
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Mário Quintana e as Contradições - Citado por Penélope Charmosa

(...) mas o que eles não sabem levar em conta é que o poeta é uma criatura essencialmente dramática, isto é, contraditória, isto é, verdadeira.
E por isso, é que o bom de escrever teatro é que se pode dizer, como toda a sinceridade, as coisas mais opostas.
Sim, um autor que nunca se contradiz deve estar mentindo.



In “Do Caderno H”.
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quinta-feira, 7 de março de 2013

Fernando Pessoa em “Vendaval” - Citado por Penélope Charmosa

Ó vento do norte, tão fundo e tão frio,
Não achas, soprando por tanta solidão,
Deserto, penhasco, coval mais vazio
Que o meu coração!

Indômita praia, que a raiva do oceano
Faz louco lugar, caverna sem fim,
Não são tão deixados do alegre e do humano
Como a alma que há em mim!

Mas dura planície, praia atra em fereza,
Só têm a tristeza que a gente lhes vê
E nisto que em mim é vácuo e tristeza
É o visto o que vê.

Ah, mágoa de ter consciência da vida!
Tu, vento do norte, teimoso, iracundo,
Que rasgas os robles - teu pulso divida
Minh’alma do mundo!

Ah, se, como levas as folhas e a areia,
A alma que tenho pudesses levar -
Fosse pr’onde fosse, pra longe da ideia
De eu ter que pensar!

Abismo da noite, da chuva, do vento,
Mar torvo do caos que parece volver -
Porque é que não entras no meu pensamento
Para ele morrer?

Horror de ser sempre com vida a consciência!
Horror de sentir a alma sempre a pensar!
Arranca-me, é vento; do chão da existência,
De ser um lugar!

E, pela alta noite que fazes mais’scura,
Pelo caos furioso que crias no mundo,
Dissolve em areia esta minha amargura,
Meu tédio profundo.

E contra as vidraças dos que há que têm lares,
Telhados daqueles que têm razão,
Atira, já pária desfeito dos ares,
O meu coração!

Meu coração triste, meu coração ermo,
Tornado a substância dispersa e negada
Do vento sem forma, da noite sem termo,
Do abismo e do nada!
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terça-feira, 5 de março de 2013

Zibia Gasparetto (Biografia) - Enviada por Adir Vieira

Zibia Gasparetto (Campinas, 29 de julho de 1926) é uma escritora espiritualista brasileira que se notabilizou como médium.
De ascendência italiana, casou-se, aos vinte anos de idade, com Aldo Luiz Gasparetto, com que teve quatro filhos, entre os quais o apresentador de televisão Luiz Antonio Gasparetto.
Zibia conta que, em 1950, já mãe de dois filhos, teria acordado certa noite com um formigamento no corpo. Em seguida, teria se levantado, passando a andar pela casa como um homem, falando em alemão, idioma que desconhecia. O marido, surpreendido e assustado, recorreu ao auxílio de uma vizinha que, ao chegar à residência da família, teria feito uma oração capaz de reestabelecer Zíbia. No dia seguinte, Aldo Luiz dirigiu-se a uma livraria, onde adquiriu O Livro dos Espíritos, e juntos teriam começado a estudar a Doutrina Espírita.
Aldo Luiz começou a frequentar as reuniões públicas da Federação Espírita do Estado de São Paulo, mas Zibia não tinha como acompanhá-lo, pois não tinha com quem deixar as crianças. Semanalmente, entretanto, faziam juntos um estudo no lar, período em que a médium diz que principiou a sensação de uma dor forte no braço direito, do cotovelo até a mão, que se mexia de um lado para o outro sem que ela pudesse controlá-lo. Aldo Luiz colocou-lhe um lápis e papel à frente e, tomando-os, Zibia teria começado a escrever rapidamente. Ao longo de alguns anos, uma vez por semana, foi psicografando, desse modo, o seu primeiro romance, O Amor Venceu, assinado pela entidade denominada Lucius.
Quando datilografado e pronto, a médium encaminhou o trabalho a um professor de História da USP, que à época dirigia um grupo de estudos na Federação Espírita. Mas só quinze dias mais tarde veio a resposta, na forma de aviso sobre a escolha da obra para ser publicada pela Editora Lake.
Atualmente, a médium diz escrever pelo computador, quatro vezes por semana, em cada dia uma obra diferente: consciente, declara ouvir uma voz ditando-lhe as palavras do texto.
Apesar de seus livros serem tidos como espíritas, assim como a crença da autora, Zibia faz questão de cobrar valores monetários pela venda de seus exemplares, fazendo-se assim detentora dos direitos de publicação e tornando-se remunerada pelas palavras que lhes são “ditadas”, em total desacordo com a Doutrina Espírita. Cabe aqui esclarecer que a obra ou conteúdo dos livros não são questionados, de maneira alguma, mas os valores ditos espíritas devem ser corrigidos como “espiritualistas”, uma vez que o espiritismo não admite que remunerações ou privilégios monetários sejam recebidos por indivíduos detentores de mediunidade desenvolvida, uma vez que qualquer manifestação mediúnica tem a origem em “afinidade de espíritos”, sendo portanto o médium apenas instrumento ou mesmo agente consciente do fenômeno, mas não detentor do conhecimento explicitado.

Obras publicadas
1960 - O Amor Venceu - O amor verdadeiro supera todos os desafios.
1968 - O Morro das Ilusões - A vida valoriza a verdade, destruindo as ilusões.
1969 - Bate-papo com o Além - Crônicas pelo espírito de Silveira Sampaio.
1974 - Entre o Amor e a Guerra - O amor entre um soldado francês e uma alemã durante a Segunda Guerra Mundial.
1984 - O Matuto - Um caipira analfabeto herda uma fortuna e vence todos os que pretendiam ludibriá-lo.
1985 - Esmeralda - Uma deslumbrante cigana aprende a amar.
1985 - O Mundo em que eu Vivo - O espírito de Silveira Sampaio relata a vida em outras dimensões.
1986 - Pedaços do Cotidiano - Contos ditados por vários espíritos.
1986 - Laços Eternos - Uma história de amor, ciúme e redenção.
1988 - O Fio do Destino - O espírito de Lucius relata as suas vidas passadas.
1988 - Voltas que a Vida Dá - Contos ditados por vários autores.
1989 - Espinhos do Tempo - Uma fazenda, um fazendeiro cruel, uma mulher apaixonada pelo cunhado.
1992 - Quando a Vida Escolhe - Mostrando que a vida tem o poder de escolher o que é melhor para cada um.
1993 - Somos Todos Inocentes - A história de um rapaz preso por um crime que não cometeu.
1995 - Pelas Portas do Coração - Juliana ensina-nos a sermos responsáveis pela própria vida.
1996 - A Verdade de Cada Um - Mostra o quanto se erra quando se pretende julgar os outros.
1996 - Sem Medo de Viver - Uma lição de vida, inspirando-nos a vontade de viver melhor.
1997 - Conversando Contigo! - Coletânea de crônicas publicadas na revista Contigo!, é o único livro de autoria da própria Zibia.
1997 - Pare de Sofrer - O espírito de Silveira Sampaio ensina a evoluirmos pela inteligência, com menos sofrimento.
1998 - O Advogado de Deus - A advocacia pode ser exercida com justiça e dignidade.
1999 - Quando Chega a Hora - A amizade e o companheirismo de três crianças.
2000 - Ninguém é de Ninguém - Ensina a superar os desacertos do ciúme.
2001 - Quando é Preciso Voltar - Fugir dos problemas apenas transfere o momento de enfrentá-los.
2002 - Tudo tem seu Preço - Cada um poderá obter o que quiser, se pagar o preço.
2003 - Tudo Valeu a Pena - Quando de vencem os desafios, descobre-se que tudo aconteceu para o melhor.
2004 - Um Amor de Verdade - Quando, mesmo amando, cada um continua sendo si mesmo.
2005 - Nada é por Acaso - Uma mãe estéril, um menino indesejado, uma ligação de puro e profundo amor.
2006 - O Amanhã a Deus Pertence - Marcelo acreditava amar, mas descobriu que apego não é amor.
2007 - O Repórter do Outro Mundo - O espírito de Silveira Sampaio traz surpreendentes e divertidas notícias do mundo espiritual.
2007 - Onde Está Teresa? - Teresa saiu para viajar com sua amiga e nunca chegou ao seu destino. O que teria acontecido? A vida interfere a favor das relações familiares.
2008 - Vencendo o Passado
2008 - Eles Continuam entre Nós
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Fonte: Wikipédia
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Enviado por Adir Vieira
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