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Eróticos.)




quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

O pranto, às vezes, é como a chuva tão esperada pela semente escondida no leito de humo.
Dele a vida pode brotar.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Ferreira Gullar e a “Nova Canção do Exílio” - Citado por Penélope Charmosa

Minha amada tem palmeiras
Onde cantam passarinhos
e as aves que ali gorjeiam
em seus seios fazem ninhos
Ao brincarmos sós à noite
nem me dou conta de mim:
seu corpo branco na noite
luze mais do que o jasmim
Minha amada tem palmeiras
tem regatos tem cascata
e as aves que ali gorjeiam
são como flautas de prata
Não permita Deus que eu viva
perdido noutros caminhos
sem gozar das alegrias
que se escondem em seus carinhos
sem me perder nas palmeiras
onde cantam os passarinhos
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Mário Quintana e as Poesias - Citado por Penélope Charmosa

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O que os poetas escrevem agrada ao espírito, embeleza a cútis e prolonga a existência.



In “Do Caderno H”.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

No tempo, existimos.
Na Eternidade, somos.
No tempo vivemos, mas sem tempo para rasgar a rede fantasma com que o próprio tempo nos limita e nos impede de ser Eternidade - o sem-tempo - que seremos, que fomos, e nunca deixamos de ser.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Mário Quintana e os Sinônimos - Citado por Penélope Charmosa

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Esses que pensam que existem sinônimos, desconfio que não sabem distinguir as diferentes nuanças de uma cor.



In “Do Caderno H”.
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Ferreira Gullar e a “Morte de Clarice Lispector” - Citado por Penélope Charmosa


Enquanto te enterravam no cemitério judeu
do Caju
(e o clarão de teu olhar soterrado
resistindo ainda)
o táxi corria comigo à borda da Lagoa
na direção de Botafogo
as pedras e as nuvens e as árvores
no vento
mostravam alegremente
que não dependem de nós



In “Na Vertigem do Dia”.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Deserto - por InEx TrEe FaLLs


Não há palavras
Nem duelos
Nem segredos
 
O silêncio
Impera
Ordenando
Devaneios
 
Num castelo
distante
Reina um solitário
Louco

 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Cecily von Ziegesar e a Confiança - Citado por Ana

 
“Não sou egoísta. Apenas valorizo a única pessoa do mundo em quem eu posso confiar: eu mesma.”
 
P.S. - Há controvérsias...
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Mário Quintana e o Poema - Citado por Penélope Charmosa

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Um poema que ao lê-lo, nem sentirias que ele já estivesse escrito, mas que fosse brotando, no mesmo instante, de teu próprio coração.



In “Do Caderno H”.
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Jornada - por Alba Vieira

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Pés que não se cansam de andar
Desenham a rota que leva ao infinito
E jamais retornarão sem histórias pra contar



Visitem Alba Vieira
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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Aquela jovem, linhas bonitas e sorrisos fáceis, vida-promessa, é uma expressão do Absoluto.
Este velho, pobre resto de vida, escombro de gente, em sua miséria fétida, com sua feiura e dor, também é expressão do Absoluto.
Os iludidos limitam o Infinito, e acham que está em alguns, noutros não; que está em certos lugares e não noutros.
Os iludidos não conhecem o milagre da equanimidade.
Os “que têm olhos de ver” veem o Invisível sob todas as aparências, sejam atraentes, sejam repelentes. É por isto que as perdas não os deprimem nem os lucros os corrompem.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Cesare Pavese e o Amor - Citado por Ana


O amor tem a virtude, não apenas de desnudar dois amantes um em face do outro, mas também cada um deles diante de si próprio.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Mário Quintana, Poesia e Lenços - Citado por Penélope Charmosa

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E essas que enxugam as lágrimas em nossos poemas com defluxos em lenços... Oh! tenham paciência, velhinhas... A poesia não é uma coisa idiota: a poesia é uma coisa louca!



In “Do Caderno H”.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Mário Quintana e as Datas - Citado por Penélope Charmosa

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Mas por que datar um poema? Os poetas que põem datas nos seus poemas me lembram essas galinhas que carimbam os ovos...



In “Do Caderno H”.
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