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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




quarta-feira, 29 de abril de 2009

Acendem - por Manassés Diego

A venda que deveria estar nos olhos está na boca – ternuras!
Senhores divertidos, mitigarão paisagens na volta: nós, crianças de um novo circo, entregávamos aos prazeres as carnes desconhecidas, todos símbolos falsos – todos símbolos são verdadeiros!
Acreditávamos só no alojamento. Imitávamos os doces e injustos. De vez em quando, alguém se levantava desesperado “Eu quero ajudar minha família”... mas logo essa loucura era esquecida.
Passávamos mensagens.
Essa batida acaba com a lucidez.
Quando todas as manhãs abraçavam-nos, as cabeças, dentro desse arco, haveriam de apresentarem... mas a claridade daqui mistura nossas dores; mistura.
Ansiamos por um paraíso mal alimentado – onde queiram nos ver.

***

De dia, seremos substituídos, e a noite – nos atrairão para sempre.
Máscaras! Encantos! A pergunta é se, alguns jovens dedicaram sua vida e fortuna a pessoas como nós, serão recompensados. A amargura dançante de baile abraçados.
Almas cobertas! Suas experiências nascerão; sua calma, dilacerada por andróginos, tirem-nos desse quarto! R$ 200 ao mês!
O amor existiu...



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Crônica das 3 Horas - por Mellon

É curioso comentar um sentimento que muitas pessoas têm em seu íntimo. Muitas vezes estamos em meio a uma multidão e sentimos solidão, sentimos falta de simplesmente uma pessoa.
Tantas pessoas, prédios, carros ao redor e homens e mulheres mal se olham. Sendo que o verdadeiro gosto destes é da voz, do toque e mesmo do olhar. Tantos medos em comum, morte, desprezo e até uma noite vazia assombra os corações sozinhos em meio à multidão.
Muitos crimes e injustiças são cometidos, e o que realmente toca uma pessoa são paixões. O universo é tão infinito e imóvel para ser compreendido desta forma, pois quem faz a realidade individualista do mesmo são os próprios seres humanos.
São três horas da manhã nesse momento. Às vezes as pessoas pensam em recomeçar tudo. Tudo de novo. E aquela conversa que nunca tiveram com alguém, às vezes parece tão necessária. Está silêncio, e não tem ninguém por perto. Apenas o estrondo e a explosão dentro das pessoas, como se um anjo viesse em direção ao chão. Apenas o estrondo e a explosão, como se um anjo batesse no chão.
Quatro minutos passam, e parece ter passado uma década. As pessoas só influenciam umas as outras, elas só machucam um ao outro ainda mais. Onde nós estamos? Hoje a gente apenas ouve dizer de alguém que uma outra pessoa viu em algum lugar no centro da cidade. E na maioria das vezes nem nos lembramos de quem é. Não nos conhecemos mais na rua. Então aqui estamos nós, no mesmo mundo, mas sem notarmos um a presença do outro.

Talvez algum dia as pessoas se perguntem: “Algo não está faltando?”.



Visitem Mellon
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Tirem-lhe o Mofo e as Teias! - por S. Ribeiro

Estive meio morto por estes dias. Assim, desconstruído, médio. Vocês sabem quando os pratos escorregam das mãos? Pois é quase isto.
É isto que te digo em meio aos laços da cidade. Saiba, pois, que estive pensando não mais repetir as palavras, vossos olhos estão cansados. Deixe que eu te leve ao silêncio pelo meu verso inaudito. Você perdeu muitos interesses pelos séculos, ainda te espero. Te cabem mais explicações? Sim, as deixo.
Hoje só existem poetas retóricos, em neon. Só surgem estas placas de ensimesmamento delirante, os poemas parecem pinturas... que não são as de Toulouse-Lautrec! Não me repreendo nem me esqueço. Minha lira é inclusive transição, tentativa, erro, esquecimento.
Tu que me colhes e me aceitas, entendes, que te esclareço (peço por esclarecer-te) que em minhas palavras te carrego e te faço inclusive surgir por entre elas! Me esqueça, se quiseres. Não te esqueça que ainda escrevendo sou pequeno, só subscrevo vossa pequenez. Tu que lês, não me mortifiques, pois sou somente a tentativa de nos unirmos.



Visitem S. Ribeiro
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terça-feira, 28 de abril de 2009

As Nossas Palavras VIII

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Wordle: As Nossas Palavras VIII
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Clique na imagem para ampliar
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Imagem: Wordle
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Provérbio Indiano em As Nossas Palavras VII - Enviado por Adhemar

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Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio.


Visitem Adhemar
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Nossa História Vai Passar Outra Vez - por Alba Vieira

Pois é, você chegou e nem me falou porque é que vinha. Eu o olhei e me fascinou tudo o que eu via. Tudo era lindo, familiar, seus olhos verdes, meu verde mar. Tudo, a sua postura, envergadura de todo amor que me inspirou. Você me faz acreditar no prazer de amar, no prazer da vida, de uma vida tão conhecida de outro mar... Tudo de novo: o seu caminhar, sua doçura, o seu olhar... Sinto que, para sempre, na minha estrada você há de estar. Eu quero a sua vida emaranhada na minha. Assim vou resgatar o que se perdeu em outro mar...
A nossa história eu sei que de novo vai passar...



Visitem Alba Vieira
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Criação - por Escrevinhadora

Dá pra registrar, salvar tudo no pc, nos documentos digitais. Mas o processo de criação mesmo, esse só toma forma diante do papel. O preto no branco, as ideias fluindo conforme a mão desenha as palavras. É assim que funciona pra mim também.



Resposta a “Recado”, de Clarice A.
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Canção do Existo - por Raquel Aiuendi

Minha terra tem palmeiras
Com lamento triste a soar
Ao soar o clarim do dia
O lamento volta a chorar

Do lamento surgiu a unidade
A mistura do povo e liberdade
Criou-se a cultura no pé: sambar
Minha terra com palmeiras
Tem um povo a cantar
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Concepções - por Tércio Sthal

Há quem diga que se nasce pra morrer,
há quem diga que se morre pra nascer,
há quem diga que a morte é um desgosto,
há quem diga que a morte é um descanso.

Há quem crê que a morte é o fim de tudo,
há quem crê que é da porca, o parafuso,
há que crê que é só o passaporte,
há quem crê que nem existe morte.



Visitem Tércio Sthal
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Som da Razão - por Thiago Benício

Domingo, não sei quando de Setembro ou Agosto de 2008.

Em par comigo, busquei apego a coisas que nunca tive apreço. Tentei, porém os preconceitos desvairados, que tomam minhas razões, nem sempre cheias de razão, fizeram com que deixasse de lado a ânsia de aprender o novo pra renovar o que já conheço bem.

Meu velho e desbotado violão olhava pra mim, como um filhote de vira-lata, quando te olha, a fim de ser levado pra tua casa. Nunca resisto a este olhar seu, pego-o em meus braços e dele faço eu; juntos músicas fazemos, mas só pra nós dois, mais ninguém.

O descompromisso de minha liberdade repentina me levou a crer que, mesmo querendo, não consigo ser o que não sou. Eu sou eu e meu violão, só. Algo mais estraga, pelo menos por enquanto. A ânsia maior minha, é pensar que não conseguirei viver o que quero viver - assim, voz e violão vira-lata. Não sei se é a vida que cobra demais ou se eu é que não tenho nada para dar para a vida… A minha vida.

Em luz adormeço e quando devo acordar e que me lembro que a vida está a me cobrar, deixando o som das cordas de nylon do empenado violão em meio a ilusões que não sei se são razão. Ainda assim, prefiro voz e violão…



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Feitiço - por vestivermelho


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Não sei,
Encanto-me,
Com teus encantos,
Será que te encanto...
A roupa preta e vermelha eu visto,
Que loucura, não resisto,
No caldeirão dos petiscos,
Até arrisco, um feitiço,
Para doces encantos,
Dedico-me tanto,
Os ingredientes juntar.
Cinco punhados de amor,
Três pitadas de abraço,
Paixão um maço,
Felicidade dois maços,
Beijo pode exceder,
Quanto mais colocar,
Mais vai encantar,
Pois faz o caldo encorpar,
Mexendo devagarzinho,
Acrescentado sempre lágrimas de amor,
O encanto vai pegar,
Que azar passou do ponto...
O encanto reverteu,
E no meio de tantos encantos,
Quem te amou fui eu.
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Visitem vestivermelho
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Vicenzo Raphaello

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UM POUCO DO VICENZO RAPHAELLO


Inculto
Leio pouco
Vocabulário restrito
Sentenças longas me afligem
Pois de pontuações nada entendo
Já li
Quando jovem
Hoje dono de uma preguiça vergonhosa
Não consigo me fixar em textos complexos
Não gosto de poesia que me obriga a ler várias vezes o mesmo texto
Acho que leitura e seu entendimento devem ser mensagens simples e de fácil compreensão
Difícil é, entretanto, dar a compreensão de uma idéia de forma sucinta
Aprecio muito o minimalismo
Sobretudo na pintura
De música gosto de tudo
Bach a Satie de Scarlatti a Beethoven de Wagner a Lennon de Gershwin a Djavan e por aí afora
Sou fã dos sonetos de Camões
Astronomia e seus mistérios me fascinam
A incompreensão da física quântica é frustrante
Já viajei bastante
Vi a morte de perto
Tive experiências extremas
Afetivas e físicas
Tenho poucos amigos
Vivo cercado de estrógeno
Mulher, filha, netas, sogra e companheiras de trabalho, ajudantes da casa
Acho uma tolice astrologia
Hoje estou tomado de um profundo sentimento de impotência e desalento
Política e políticos.
Pinto, já fiz jóias, arquitetura, desenho, planto árvores, cuido de orquídeas
Uso o corretor do computador para que tantos erros não apareçam na ortografia e gramática.
E por aí afora.
Johann Sebastian Bach, Erik Satie, Domenico Scarlatti, Ludwig van Beethoven, Wilhelm Richard Wagner, John Lennon, George Gershwin, Luís Vaz de Camões

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Biografias

Hoje está sendo inaugurada a categoria Biografias, na qual vocês poderão encontrar os principais aspectos das vidas dos autores que são citados aqui.
Se alguém quiser colaborar com a biografia de algum autor preferido, é só enviar o texto para shintoni@terra.com.br.
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Adelmar Tavares (Biografia) - Enviada por Ana

Adelmar Tavares da Silva Cavalcanti (Recife, 16 de fevereiro de 1888 - Rio de Janeiro, 20 de junho de 1963) era filho de Francisco Tavares da Silva Cavalcanti e de Maria Cândida Tavares.
Ainda como estudante de Direito pela Faculdade de Direito do Recife manifestou interesse pela imprensa colaborando como redator no “Jornal Pequeno”. Formou-se no ano de 1909. No ano seguinte mudou-se para o Rio de Janeiro, que na época era a capital do Brasil, onde veio a ocupar importantes cargos, como os de professor de Direito Penal na Faculdade de Direito do Estado do Rio de Janeiro, de promotor público adjunto (1910), de curador de resíduos e testamentos (1918), de curador de órfãos (1918 a 1940), de advogado do Banco do Brasil (1925 a 1930), de desembargador da Corte de Apelação do Distrito Federal (1940) e finalmente o de presidente do Tribunal de Justiça (1948 a 1950).
Participou da Sociedade Brasileira de Criminologia, do Instituto dos Advogados, da Academia de Belas Artes. Escreveu obras jurídicas, entre elas: “A História do Fideicomisso”, “Do Homicídio Eutanásico ou Suplicado”, “Do Direito Criminal”, “O Desajustamento do Delinquente à Profissão”.
Mesmo exercendo a magistratura, Adelmar Tavares sempre colaborou com a imprensa, tornando-se conhecido em todo o país por suas trovas. É considerado, até hoje, aquele que mais se dedicou a esse gênero poético no Brasil. Suas trovas sempre mereceram referência na história literária brasileira. Sua obra poética caracteriza-se pelo romantismo, lirismo e sensibilidade. Os temas mais comuns estão relacionados à saudade e à vida simples junto à natureza.
Foi membro e patrono da Academia Brasileira de Trovas. Era considerado o Príncipe dos Trovadores Brasileiros. Recebeu, em 4 de setembro de 1926, a posse da Cadeira nº 11 da Academia Brasileira de Letras pelas mãos do acadêmico Laudelino Freire, chegando a exercer a presidência desta Academia em 1948.

Obras
1907 - Descantes (trovas)
1910 - Trovas e Trovadores (conferência)
1912 - Luz dos Meus Olhos, Myriam (poesia)
1921 - A Poesia das Violas (poesia)
1925 - Noite Cheia de Estrelas (poesia)
1926 - A Linda Mentira (prosa)
1929 - Poesias
1931 - Trovas
1932 - O Caminho Enluarado (poesia)
1934 - A Luz do Altar (poesia)
1946 - Poesias Escolhidas
1958 - Poesias Completas



Fonte: Wikipédia
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Batman Begins - por Ana

Escrevinha, concordo totalmente com você: Batman Begins é demais! O início do filme é lindo! Adorei demais! Artístico!



Sinopse e trailer: Cineclick
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Resposta a comentário de Escrevinhadora em Batman, de Ana.
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E você? Que filme gostaria de comentar aqui?
Christopher Nolan

Meu Irmão Mais Feliz: - por Alba Vieira

Ele está sempre de bem com a vida. Sua principal característica é a confiança. Espera sempre o melhor de cada situação vivida. É receptivo aos acontecimentos, às pessoas e às mudanças. Sempre risonho, é difícil conseguir tirá-lo do sério. Mas quando se aborrece eleva a voz, faz cara feia que chega a assustar. Mas passa rápido e logo recupera o ar jovial, o sorriso no rosto, as palavras suaves! É tão otimista, que quase sempre exagera nas expectativas de bons negócios e acaba tendo prejuízos. Mas não se importa, está sempre recomeçando. Sabe perder e recomeçar sempre com o mesmo entusiasmo.
Tem senso de estética apurado e adora trabalhar com as mãos, produzindo peças caprichadas, em madeira e metal. É autodidata, com um largo campo de interesses, sobretudo voltado para eletrônica e informática, nos quais sobressai e realiza coisas fantásticas. Mas seu forte é a diversidade. Já trabalhou em inúmeros projetos, desde criação de camarões e escargots até construção de aeromodelos. Na informática está sempre acompanhando as novidades. Já trabalhou com fotografia, montando um estúdio de alto nível e depois deixou seu sofisticado equipamento, sendo usado somente como hobby. Na verdade, ele é extremamente criativo, desapegado, vinculado exclusivamente ao momento presente e apaixonado por tudo que faz, sem se importar com questões financeiras, previsões e burocracias.
Aprecia, sobretudo, os prazeres da mesa, é excelente cozinheiro do trivial e adora experimentar novos pratos.
Seus amigos o adoram simplesmente porque é bom desfrutar de sua companhia.
Não tem orgulho, é o irmão mais velho, mas nunca se importou de solicitar auxílio sempre que precisou.
Constituiu numerosa família, criando seis filhos que tiveram sempre abundância de carinho, liberdade, incentivo e felicidade. Não aceitou comprometer a sua felicidade em troca de segurança material. Tenho certeza de que sairá da vida deixando para os filhos a riqueza representada pela alegria de viver cada dia como se fosse o último de sua existência.



Visitem Alba Vieira
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De Novo para Ana - por Escrevinhadora

Você estava muito quieta
cheguei mesmo a estranhar
é bom ver que ainda reage
que tem balas pra disparar
e solta mísseis de repente.

Não vou te dar nenhum conselho
não tenho tal pretensão
na condição de torcedora,
de colega e admiradora
só quero fazer um pedido.

Não aceite provocação
de qualquer tipo de gente
no bate e rebate deste blog
não vá disparando ao acaso
contra índios de qualquer tribo
economize munição.

Você é muito talentosa
não desperdice teus versos,
tua rima, tua prosa
escolha bem teus inimigos.

E por favor poetisa
seja generosa comigo
antes de partir para o ataque
lembre-se de que eu sou pacifista
não me bata sem motivo.



Resposta a “‘Pode Ir Armando o Coreto’...”, de Ana.
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Friedrich Nietzsche e o Erro - Citado por Penélope Charmosa

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A vida sem a música seria um erro.
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Júlio Barroso - por Raquel Aiuendi

A Vida Sexual do Selvagem - Júlio Barroso



“Naquela segunda sem feira saímos do andaraí e fomos por aí com destino certo à oito de dezembro encontrar com’s camaradas da Caixa Preta (...). Batuques (des)ritmados e ganhei uma obra do artista plástico Daniel naquela casa de passagem de menores com problemas sócio-familiares (como se ninguém os tivesse: os problemas e os menores). Depois eles voaram para o vizinho do pinel e eu fiquei de fora em vila isabel (superlotação no táxi de então), peguei o oito três idem (3) e desci na tiradentes; fui conhecer luís de ‘calmões’: não tão calma assim, e em seguida me deparei com hélio oiticica e, por fim, estou aqui com júlio selvagem barroso e sua vida sexual. Gostei!”
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E você? De que autor e livro você gostou?
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Júlio Barroso e o Destino - Citado por Therezinha

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O destino é, muitas vezes, sobretudo no casamento, o pseudônimo da nossa imbecilidade.
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