sexta-feira, 10 de julho de 2009

Tropa de Elite - por Bruno D’Almeida

Adorei Tropa de Elite, sobretudo pelo roteiro, que tem uma verossimilhança fantástica. As pessoas podem criticar o posicionamento do personagem, mas o filme mostra de maneira crua a marginalidade do ponto de vista do policial. Bráulio Montovani, o roteirista, foi o mesmo de Cidade de Deus, e não ficou o mesmo filme, apesar de tratar de favela, tráfico e polícia.



Resposta a Pegou Geral..., de Ana.
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José Padilha, Fernando Meirelles

Um comentário:

  1. Bruno:

    Vamos sentar nas mesinhas e tomar um chá quente com torta de avelã?

    Acho que as críticas ao Capitão Nascimento se inserem numa polêmica importante sobre como abordar a violência (suas causas e consequências). Claro que ninguém chegou ainda a lugar nenhum em termos de solução efetiva, mas pensar sobre o assunto pode, pelo menos, fazer ver que a situação não é simples.
    Mas acho que uma das principais questões colocadas pelo filme diz respeito à incoerência da classe média: as mesmas pessoas que reclamam da violência são as que a alimentam com seus hábitos ilegais. Para mim, este foi o ponto alto das denúncias embutidas no roteiro.

    Mais teria a dizer, mas tenho que conversar com os outros também, neste domingo carioca frio e chuvoso.
    Eu pago a conta... Afinal, o convite foi meu.
    Um abraço.

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