Sobre coisas que acontecem no dia-a-dia das pessoas e que elas nem ao menos notam.
Os pequenos pelos em movimentos circulares que circulam nas cerâmicas amareladas envoltas num alinhamento preto formado pelo tempo. Cima, baixo, lados e mais círculos.
Ver a mistura de tonalidades se misturando em globos de neves agitados pela mão que esfrega; ver a formação da espuma branca que se mistura em outras cores menos puras que a sua; amarelo, preto, branco... Todas elas. Todas juntas sem ao mesmo manter sintonia.
Desce o líquido transparente limpando as cores que unidas sem fazer questão se desfazem. Aí entra o dizer do pequeno grande Drummond “rolam num rio difícil e se transformam em desprezo”.
Muito lindo, Laila!
ResponderExcluirGostei.
Beijo.