Pobre poeta,
sou a palavra mais preciosa e precisa.
E me ignora, põe terra sobre mim,
cospe na minha cara!
Insulta, espanca.
Muda meu nome.
Esconde-se de mim.
Mas não escapa.
Cansado, humilhado,
me redime.
Brada aos quatro cantos,
me espalha.
Pobre poeta,
não se livrará de minha sombra.
Pois “eu” sou você.
Em “mim”, há de se afogar.
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Ressurgi a Fênix.
ResponderExcluirMuito bom.
A liberdade de ser poeta me aprisiona...
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