
Ontem me aventurei a fazer frituras. Confesso que não é hábito meu. Não sei porque acordei sonhando com um bolinho de batatas recheado com salsicha. Talvez se eu não tivesse em casa os ingredientes, até mudasse de ideia, mas a vontade era tanta que, logo após o café da manhã, coloquei mãos à obra nessa atividade.
Como de praxe, descasquei as batatas e as cozinhei até o ponto de purê. Fiz como sempre faço. Esperei a massa esfriar, para a ela juntar os ovos e a farinha de trigo. A qualidade da batata talvez não fosse propícia para aquela preparação, coisa que notei ao moldar os bolinhos, mas acreditei que envolvendo-os numa fina película de farinha de trigo, o óleo quente segurasse a massa, não causando o desastre não esperado.
Um minuto na frigideira e os bolinhos derretiam-se dentro do óleo, desagregando as salsichas que boiavam isoladas, para o meu desespero. Já tinha preparado uns seis bolinhos, junto aos quatro da frigideira, quando decidi desligar o fogo e jogá-los fora, literalmente.
Tencionei, com a massa restante, experimentar o forno. Novo trabalho. Untar tabuleiro, moldar novos bolinhos e besuntá-los com ovo no azeite. Programei o forno para vinte minutos e, ao soar do timer, minha surpresa foi ainda maior. Como na frigideira, se formou no tabuleiro uma massa única, tal qual uma torta malfeita, com a sombra das salsichas por baixo.
Enfim, lá se foram umas duas horas da minha manhã e não consegui saciar meu desejo, tendo ainda perdido dois quilos de batata, dois ovos, farinha de trigo, gás, meio quilo de salsichas, meia lata de óleo etc. etc. etc.
À noite, vendo o jornal da TV, tomei conhecimento de que, devido às chuvas, a qualidade das batatas estava inapropriada para consumo.
Antes tarde do que nunca!
Como de praxe, descasquei as batatas e as cozinhei até o ponto de purê. Fiz como sempre faço. Esperei a massa esfriar, para a ela juntar os ovos e a farinha de trigo. A qualidade da batata talvez não fosse propícia para aquela preparação, coisa que notei ao moldar os bolinhos, mas acreditei que envolvendo-os numa fina película de farinha de trigo, o óleo quente segurasse a massa, não causando o desastre não esperado.
Um minuto na frigideira e os bolinhos derretiam-se dentro do óleo, desagregando as salsichas que boiavam isoladas, para o meu desespero. Já tinha preparado uns seis bolinhos, junto aos quatro da frigideira, quando decidi desligar o fogo e jogá-los fora, literalmente.
Tencionei, com a massa restante, experimentar o forno. Novo trabalho. Untar tabuleiro, moldar novos bolinhos e besuntá-los com ovo no azeite. Programei o forno para vinte minutos e, ao soar do timer, minha surpresa foi ainda maior. Como na frigideira, se formou no tabuleiro uma massa única, tal qual uma torta malfeita, com a sombra das salsichas por baixo.
Enfim, lá se foram umas duas horas da minha manhã e não consegui saciar meu desejo, tendo ainda perdido dois quilos de batata, dois ovos, farinha de trigo, gás, meio quilo de salsichas, meia lata de óleo etc. etc. etc.
À noite, vendo o jornal da TV, tomei conhecimento de que, devido às chuvas, a qualidade das batatas estava inapropriada para consumo.
Antes tarde do que nunca!
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Visitem Adir Vieira
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Não sofra não. Todo mundo tem na biografia uma receita que não deu certo.
ResponderExcluirNão sofra não. Todo mundo tem na biografia uma receita que não deu certo.
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