sábado, 12 de dezembro de 2009

Conrado² (Quem Diria) - por Priscila Conrado

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Ando pensando na vida
e você não está presente
em meio a tudo não vejo saída
com memórias consumindo minha mente

De repente a gente se reencontra
e só pra mim em sussurro desabafa
E o resto, isso não conta
Porque esse amor nunca acaba.
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3 comentários:

  1. Victor Luis - Recordação do ventre materno

    Pés afundados em putrefata lama
    Escuridão subindo em minha garganta
    Ínfima parte de fútil trama
    Que os indesejáveis sempre levanta

    Tudo era mais simples na infância
    Antes do início de tal espetáculo
    Criada por homens em sua ganância
    Esmaga todos em seu tentáculo

    Não há agasalho para este frio
    Mas sei que um dia pude evitá-lo
    Ventre materno em dia sombrio
    Me protegia, até abandoná-lo

    Desolado estou na selva de concreto
    Onde coisas inúteis recebem aumento
    E tudo que quero é voltar ao afeto
    Quero de minha mãe quente acalento

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  2. Bateu sentimentalismo

    Pra ser sincera,
    vou começar do final
    pois o que rolou já era
    o que não tem nada de mau

    Pra ser direta
    o que senti foi verdade
    confesso ter sido incerta
    só quis preservar a liberdade

    Pra ser verdadeira
    acabei mentindo novamente
    Me apaixonei de primeira!
    O que me remete à dor recente

    ass: Priscila Conrado

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  3. Mesmo distântes faço parte de você

    Só queria te conhecer
    Não quero seu amor
    Só peço pra não me esquecer
    Eu choro é de dor

    Não sei porque foi embora
    Mas deixou algo pra trás
    Pensou nisso alguma hora?
    Não!Comprometer sua paz?

    Mas a reijeição não é a morte
    Foi só o primeiro de muitos
    Conformo-me, questão de sorte!
    Esperarei encontros fortuitos

    ass:Priscila Conrado

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