Dentre as masmorras possíveis,
Você escolheu a da arrogância;
Em que se mantém prisioneiro
Por obra e graça de sua insânia.
Alisando o próprio umbigo,
Esquece o que tem relevância.
Passa os dias iludido,
Bajulando a discordância.
Por valores distorcidos
Se afoga em autoimportância,
Não vê que tal atitude
Extravasa ignorância.
E é um ser inteligente...
Pra mim isto é discrepância!
Deve ser transtorno inato
Acentuado na infância...
Teu fim é a guilhotina
Da vida, última instância.
E chorando só, no velório,
Sua única amiga, a intolerância.
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Uau!
ResponderExcluirPerfeito!
Mandou muito bem, Ana!!!!!
ResponderExcluirNada como ler alguém que fala com sabedoria e experiência.
Mil beijos.
Poeta, meu caro Poeta... Obrigada pela palavra tão absolutamente elogiosa!
ResponderExcluirBeijo.
Ih, Alba...
ResponderExcluirTatuí agradece... rsrs
Beijos mil.