sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Postal no Lixo - por Kbçapoeta

Quanta coisa jogada fora!
Momentos, amores, festas
Loucuras e diversão.

Lembranças ainda indigestas,
Tormentos, dores de agora,
Nomenclaturas da perdição.

Versos retos, pobres, confusos.
Versos ao inverso da convenção,
Querendo ser parceiro recluso.

Por muito tempo no escuro,
Uma fagulha se faz claridão.
Pranteamos tristes e casmurros

Pelos momentos de risos soturnos
Denunciados nas mal traçadas linhas.
Cartas que ao destino, não chegarão.



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3 comentários:

  1. chuva

    Cai a chuva e nós ficamos parados
    olhando ela cair
    em forma de gotas de amor
    Suave ao mesmo tempo como nosso beijos
    Deixando o nosso amor cada vez mais forte
    Que bom te amar na chuva....

    vestivermelho

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  2. ODRE DE BACO

    Relaciono minha essência
    Com sua existência,
    Faz-se natural a leveza do tudo
    Longe do alcance de minha
    Compreensão,
    Universo singular, estático,
    Pseudo isso ou aquilo.
    Difícil descrever
    O alicerce da coluna
    Que sustenta o liame
    Do certo ou do errado.
    Deveras crer
    Ser a borboleta de Confúcio.
    Delícias e delírios
    Entorpecem nossa mente.
    Meu ser é seu ser.
    O coração assimétrico
    Continua oblíquo,
    O etéreo se fundiu.
    Foi perfeito!
    Presenciar a alquimia
    Das almas.
    Gênios que se tocam.
    Sublime!
    O corpo é mera manifestação
    Que urge vital,
    Prazerosa e dionisíaca.
    Refaço minha busca
    Imerso nessa cabernética loucura.

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  3. Poeta:
    Você mudou, depois da Sexta...
    Ficou ainda melhor! (Se é que isso é possível...) Adorei o seu Postal!
    Abraço.

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