quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Tema do Mês de Setembro: Abandono

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Caríssimos amigos:
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Hoje foram publicados apenas os textos referentes ao Tema do Mês:
“Abandono”.
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Participantes
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Aaron Caronte Badiz
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Ana (2)
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Dália Negra
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Lélia
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Luiza
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Penélope Charmosa
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Saulo Rosa
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Soraya Rocha
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Vicenzo Raphaello
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Muito obrigado a todos que colaboraram com esta “blogagem coletiva”!
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Um grande abraço!
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17 comentários:

  1. Gostei muito do conteúdo de seu blog, parabéns.
    "Uma vela nada perde quando, com sua chama,
    acende uma outra que está apagada. "
    Abraços forte

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  2. ABANDONO
    Ana Guimaraes Ferreira


    Abandono do lar
    Abandono do incapaz
    E do que é capaz
    Abandono material
    E do espiritual
    Abandono intelectual
    E do que não é normal
    Abandono afetivo
    Desapego emotivo

    Quando você abandonou
    Nosso lar,
    Nossas coisas materiais
    E espirituais
    Nossos livros
    Nosso encontro intelectual
    Ate mesmo nosso amor
    tudo o que era normal
    De repente
    Virou anormal

    Senti o abandono afetivo
    Do desapego
    Do apego perdido
    Do amor escondido
    E reprimido
    Sofrido
    Sentimento invisível
    Que me consumiu
    Uma sensação
    Estranha
    Indecifrável
    Esquisita
    De que tudo
    Tem um fim
    Ate os sonhos se acabaram
    Se transformaram em nada
    Em impossível
    De ser
    De ter
    Sem você
    Esse olhar inexistente
    Que não sinto mais em mim
    De tua voz agora muda
    Que não fala
    Aos meus ouvidos

    Só sei
    Que eu fui morrendo aos poucos
    Em todos esses anos
    Que fiquei esperando por você !

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  3. Cururupu

    Do nada donde surge
    esta impressão sincera,
    defino certos caminhos que
    não poderei seguir,
    visto que desacatei as
    autoridades desacatantes
    e estou sem prefeito,
    sem governador,
    sem conselheiro,
    sem a Força Nacional,
    sem os espelhos;

    e sou o próprio nada
    donde a impressão
    que agora é nada
    surge,
    e me faço qualquer
    aos olhos de qualquer
    um:
    que me assaltem,
    me comam,
    me esmaguem.
    Eu no Maranhão,
    coisa aqui,
    eu para ninguém,
    eu para o Estado,
    para o cão,
    para Deus,
    eu para o chão.



    Oriebiro

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  4. [Cadeira Vazia]

    Teria te amado tanto
    E por tantas vezes te faria sorrir
    Teria te dado orgulho
    E alguma preocupação, é verdade
    Brigaríamos por vezes
    Noutras te odiaria
    Mas no final, tudo seria perdoado
    E entre lágrimas e abraços
    Voltaríamos a nos amar “como sempre”...
    E nos momentos mais importantes da minha vida
    Não restaria esta cadeira vazia.
    Tua ausência sempre se fez presente
    Posso ouvir, no silêncio, as palavras nunca ditas
    Quando tudo o que me resta são memórias
    Um tanto escassas, um tanto falsas
    De alguém que mais imagino
    do que conheço
    E queira ou não queira
    Por mais que eu negue
    a saudade do que não foi
    Onde quer que eu me esconda
    Estarás sempre presente
    Pois parte de ti, por menor que seja
    Mora eterna em meu ser
    E mesmo que nunca venhas
    Sempre haverá uma cadeira vazia
    Escondida, em algum lugar da minha vida
    Ainda esperando por ti...

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  5. Que ideia bacana!

    Ainda que não me comprometa
    a participar do duelo
    - por absoluta falta de tempo -,
    voltarei aqui
    para conferir os tantos abandonos...

    Se quiserem conhecer meu espaço,
    terei enorme prazer em recebê-los:
    http://docedelira.blogspot.com/

    Beijos.

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  6. Oração dos corações abandonados

    Há tanto tempo estou sentado aqui sozinho, jogando pedras na água e pensando, mas de que vale todos esses pensamentos sem você. Eu preferia não pensar em nada e ter você ao meu lado amenizando esse sentimento de estar abandonado. Não consigo sair daqui se você não me ajudar!

    Nesse mundo louco de corações abandonados, nos esquecemos de viver e nos trancamos em uma caixa de ilusões, alucinados em pensamentos inversos, que embaraçam o sentido do nosso raciocínio e a pessoa vibra em nosso pensamento, manuseando cada idéia, misturando o passado e as intenções futuras, trazendo a cegueira da loucura e martelando a cabeça com vontades e desejos criados por uma força sensorial descontrolada num ideal inexistente de amor solitário.

    Um dia o amor apareceu em minha vida vestida de branco como um fantasma tocando suave e gentil. Um vírus carinhoso em minha mente, que imaginava estar dançando no paraíso, quando na realidade estava vagando no inferno, queimando no fogo do desprezo, abandonado pela garota de vestido branco, que me assombra com sua música, dançando no meu mundo e me deixando na marginalidade da paixão.

    Não sei quais são as regras do amor? A garota de vestido branco vive em dois mundos, dividida entre Orkut e blog, com isso divide o seu amor em dois, enquanto eu vago no mundo criado pelo amor da poesia rosa. Uma poesia de amor perfumada, colorida e romântica que atordoa a cabeça e descompassa o coração deixando a alma louca.

    As horas passam rapidamente e levam os dias embora. Com eles passam as semanas, os meses e os anos. Passando, passando e me levando junto no tempo, que passa por mim sem eu sentir, apenas sinto a sua falta, mesmo estando com os cachorros, que estão sempre à minha volta. Eu não consigo ficar sem eles, mas eles me lembram você e essas lembranças me fazem sofrer demais por estar abandonado pelo seu amor.

    O pensamento solitário me leva a uma meditação profunda olhando as ondas misteriosas do mar e eu chego à conclusão de que o mar é apaixonado pela areia, tocando-a incansavelmente com suas ondas e acariciando o seu corpo, que suga carinhosamente suas águas. O mar tenta chamar a atenção da areia para ele com toques diferentes, tocando-a com ondas diferentes, às vezes mais agressivo com ondas fortes, outras vezes mais carinhoso com ondas suaves, num toque de amor eterno, que prova o amor entre eles. Olhando esse toque carinhoso, eu sinto a sua falta e nesse momento perco o controle do amor que transborda, não cabendo no peito e sufocando a alma que grita por você, te procurando na saudade que dói e encontra apenas um coração abandonado no caminho, deixado para trás pelo seu amor. Mas onde andará você? Quem estará recebendo o seu carinho, os seus beijos e o seu calor no meu lugar?
    *
    continua

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  7. Vejo os cachorros correndo e falo baixinho para você sentir, falo com a alma para você:

    - Olha Linda como eles cresceram nesse tempo em que ficamos distantes e abandonados.
    Percebo que estou chorando e olho para o Fred e a Petra correndo na praia e flutuo como um pássaro que voa sem conseguir pousar. Um rio que perdeu o seu fluxo e parou de correr ou uma gota de chuva que não consegue cair por não se encontrar no mundo e se perdendo no espaço, caindo, caindo, apenas caindo abandonada e solitária.

    O barulho das ondas me trazem de volta:

    Chuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

    Hei linda! O que você fez?
    Vou correr com os dois filhotes de aviãozinho e com lágrimas nos olhos, mas não vou embora dessa casa. Chuaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Agora vou ensinar eles a nadarem na praia, mas não sei se eles gostarão da água salgada. Corre seus cachorros bobos, que eu vou atrás.

    Chuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

    As ondas estão muito fortes!

    Vem Fred! Vem petra! Corre com o papai. Vamos que chegou a hora de ir embora. Eu não vou deixar vocês aqui! Vamos que aqui acabou o sonho, aqui agora é o mundo real. O papai não gosta do mundo do Orkut. Vamos para o mundo do papai, o mundo dos blogs, o mundo do sonho, da fantasia, da mágica e correr naquele pântano maravilhoso. Não mexe nas coisas da mamãe, nem olhe para o mundo do orkut dela, Vem petra!..Vem fred! Entra no carro que agora vocês vão fazer parte da história. Espera! Deixa-me fechar a porta do Orkut.

    O tempo passa e o som daquela música não sai da minha cabeça, me trazendo de volta ao mesmo lugar, onde encontro o nosso mundo abandonado e nele está você, jogando pedras na água e esperando por nós, louca por carinho.

    Chuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

    Vem linda! Vamos dar comida para os cachorros. Eles ficam andando no meio dos nossos pés e mordendo a perna dela famintos de saudades. Eu deito e eles sobem em cima de mim mordendo a minha orelha. A petra está faminta e quer comer a minha orelha. Ela morde doído com esses dentes fininhos! Eu vou morder a orelha dela para ela sentir como dói.

    Chuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

    Correndo para as ondas e matando a saudade desse mundo abandonado.

    Obaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

    Chuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

    Zzip...Zip...Zip..ZzipperR e Vestivermelho.
    VruummmmmmmmmmZummmmmmmmmm

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  8. ABANDONO
    Frederico Salvo

    Dentro de mim houve um dia,
    Repleto de áurea alegria,
    Um outro eu que hoje mora
    Distante, pois foi embora
    Perdido em melancolia.
    Ficou tão somente a saudade
    Que desde a mais tenra idade,
    Covarde lhe perseguia.

    E como foi isso, ora pois?

    Foi sem dizer aonde ia
    Numa noite em que chovia
    À cântaros; Que maçada:
    Sozinho na madrugada
    Partiu frente à ventania
    Deixando no abandono
    O peito que era dono
    Daquele um que partia.

    E o que levou consigo?

    Levou a fotografia
    D’um riso que pertencia
    A um passado distante,
    Uma graça emigrante
    Que lhe fugira da vida
    Fazendo entristecida
    Sua doce fantasia.

    Não havia outra saída?

    Não. De fato não havia.
    Era triste em demasia.
    Como ave que não voa,
    Harmonia que destoa,
    Quimera que não pode ser.
    No tal amor queria crer.
    Infelizmente já não cria.



    ****************************
    Direitos efetivos sobre a obra.

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  9. Vivenciamos o que queremos passar adiante?

    Falamos sempre sobre que achamos certo ou errado, o que é feio ou bonito, bom ou ruim, justo ou injusto, legal ou chato...
    Algumas pessoas concordam com nossas opiniões e outras não, mas será que vivenciamos o que queremos passar adiante? A gente ama ou tem todo esse amor de que falamos dentro de nós? Somos realmente capazes de perdoar? Quando pedimos perdão... é mesmo de coração?

    É muito fácil julgar - e rápido também! - a opinião de outras pessoas, apontar o dedo pra um erro que não é nosso, ver a solução para problemas que não enfrentamos... dizer não chore, isso vai passar, quando nem sabemos a dimensão da dor daquele que sofre...
    Pra quem está 'de fora' a solução pra quase todos os problemas está bem ali, na cara! Como é que aquela pessoa ainda está passando por isso? Ela gosta de sofrer, gosta de chamar atenção pra si?... Olha lá, é tão fácil!

    Isso, até passarmos por algo parecido e percebermos o quão difícil é! Mas até chegarmos a reconhecer nosso erro, já julgamos, já condenamos, já excluímos, já negamos a ajuda que poderíamos ter dado e talvez até amenizado o sofrimento do outro.

    Bem, agora pense: se não fez pelo outro, é justo que façam por você?

    É claro que sim! Devemos dar a mão a quem pede ajuda, a quem sofre, a quem necessita...

    Mas e sua consciência, como fica?
    Se você disser que merece... Bem, aquele que lhe pediu anteriormente, também achava que merecia...
    E aí?

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  10. Saudações, Shintoni e demais amigos do Duelo. Segue aí meu "ABANDONO" para o tema do mês.
    Abç a todos, Adh2bs

    ABANDONO

    Nas canções que eu canto
    tu me lembras sempre;
    pra secar teu pranto
    eu fiquei ausente...

    Também,
    não te escrevo mais!
    Qual sentido tem
    querer-te e ter paz...?

    Também,
    qual é o meu caminho?
    Quis ter-te comigo
    e fiquei sozinho...

    O caminho vai
    muito além dos cantos,
    das canções que canto
    pra secar meu pranto...

    (p/ BSF)
    [Adhemar - São Paulo, 30/09/1987]

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  11. Olá! Quanto tempo, não?
    Pois bem, preferi dexar o título do texto como "A carta do pai", porém, acho que se enquadra neste âmbido do tema "Abandono".

    A CARTA DO PAI
    (Thiago Benício)

    "Até parece que nada te dei. Tudo o que tem, sempre sonhei. Foi pra você que fiz, e hoje sei que pareceu não ser suficiente, Não tive a sorte como pai de ter um filho consciente. Agora estou deixado pra trás. Nem sei de minha morte, Procuro mesmo não saber. Espero que tenha sorte e que progrida sem desprezo. E aqui estou neste lugar, um lugar de abandono seu, não tem ninguém pra conversar e discutir um futebol. Se um dia vier me visitar, traga aquele camisa do meu time, juntamente com o jornal de esportes para discutirmos..."

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  12. olá, resolví criar coragem e trazer um texto pra vocês, não sei se vão gostar e se vão postar, inclusive confesso que ele ficou um pouco grande, mas é isso aí, fiz pensando no seu blog e acabei postando no meu, não sei se é permitido isto e se eu quebrei as regras, se quebrei perdoe-me e fica pro próximo, espero que gostem:



    Tributo aos meus amigos

    Medo do abandono


    Tenho medo de ser abandonado

    Não abandonado por meus amores

    Pois são estes efêmeros.

    São chamas que se apagam

    Ao balancear de ventos fortes

    Que anunciam as tempestades.



    Tenho medo que me faltem os amigos

    Que eles me abandonem

    Que me falte o brilho de seu sorriso

    E a melodia de suas vozes

    Ao entoar lindos hinos de alegria.



    Tenho medo que as amizades virem cinza

    Em meio ao fogo de um momento

    A raiva de um instante

    A discussão de um minuto

    O estopim de uma palavra

    Mal dita e mal entendida.



    Tenho medo de que a distância

    Por mais perto que pareça

    E mais longe que seja

    Seja um precipício, intransponível

    Vigiado por um rio profundo

    E inquietante em seu percurso,

    Que evita que nos aproximemos novamente,

    Que lembremo-nos dos bons tempos.



    Tenho medo de que meus sonhos

    Se tornem ambiciosos demais

    E sufoquem os sonhos de meus amigos

    Tenho medo de que meus sonhos

    Se tornem inquietantes demais

    E que em busca de realizá-los

    Eu me esqueça de minhas amizades.



    Tenho medo de acordar

    E descobrir que as amizades

    Eram apenas sonhos.



    Tenho medo de dormir

    E descobrir, ao acordar,

    Que meus amigos se foram.



    Tenho medo de dormir novamente

    E mais uma vez acordar

    Dormir, acordar,

    E não desfrutar do prazer que amigos nos dão.



    Tenho medo de ser eu

    Sem ter você, amigo

    Companheiro, chato

    Brilhante, sincero,

    Falso, inteligente...

    E todas as faces que você tem

    Quando eu preciso delas

    E, mesmo sem dizer nada,

    Você sabe qual deve usar.



    E ao mesmo tempo em que tenho medo

    Tenho esperança

    Esperança de que nunca me falte amigos

    Esperança de que nunca eu perca amigos

    Esperança, ESPERANÇA.



    Tenho esperança

    Esperança de que as cinzas das discussões

    Geradas em meio ao fogo de um momento

    Em meio a raiva de um instante

    Em meio a discussão de um minuto

    Em meio ao estopim de uma palavra

    (Mal dita e mal entendida)

    Seja matéria-prima da ressurreição

    Assim como Roma voltou das cinzas,

    Assim como a fênix ressurgi das mesmas.

    Ambas mais fortes, mais inabaláveis,

    Mais tudo.



    Se eu acredito ser possível tais coisas?

    Eu acredito em tantas coisas más que o mundo me impõe

    Que acreditar em meus amigos

    E a infindável amizade entre nós

    É uma das maneiras de ser feliz.



    A certeza de uma vida repleta de amigos

    É combustível suficiente

    Para a certeza e o desejo de viver.



    E assim

    Tendo a esperança do meu lado

    Meu medo se dissipa

    Esperança, como dizem,

    É a última que morre

    E enquanto ela não morrer a certeza continua

    E uma luta também:

    Viver com um infinito de amigos

    E ter um infinito de amigos pra viver.




    Até mais, espero que tenham gostado

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  13. Oi!
    Retribuindo carinho...
    Tem um selinho pro Duelos: Mais que Parceiros - Verdadeiros Amigos
    Caso queira, é só dá um pulo no DAS!

    Beijo grande!!
    Dani

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  14. Mais um - muito merecido - selinho pro Duelos: “Este blog acerta em cheio”
    Sabe, né? Caso queira... Está lá, no DAS e é seu!

    Abraços!
    dani

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  15. O amigo deve ser como o dinheiro, cujo valor já conhecemos antes de termos necessidade dele,
    por isso não vou fazer tal e qual o avozinho infeliz: Em vão,por toda parte,os óculos procura
    Tendo-os na ponta do nariz! E eu aprendi que para se crescer como pessoa e preciso me cercar de gente mais inteligente do que eu. Obrigado por serem meus amigos.
    Um bom final de semana para voce.
    Abraços forte

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