quinta-feira, 14 de maio de 2009

Pão Pedinte - Imagem Enviada por Marcelo Ferla

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A intenção de postar imagens neste blog
é propiciar inspiração para textos referentes a elas.
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Fonte: Eclisse
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Visitem Marcelo Ferla
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5 comentários:

  1. Olá!
    Por motivo de força maior (ou por querer expor mais e melhor minhas opiniões) estou mudando.
    Meu novo blog é: http://www.dasilv.blogspot.com/
    Ficaria muito feliz se aparecesse pra dizer o que achou!
    Parabéns pelo blog, é uma inspiração!!
    Bjo

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  2. Percepção

    De qualquer forma você ainda se sente cansado.
    Teus olhos moídos secretam que estás anulado.
    Amanhã (suspiro...)vou reencontrar o túnel que me drena e fadiga, não entende que sou um poeta. Sou homem comum longe dos mendigos.
    Enfim, um poeta previdenciário.
    Benefícios? O governo me conhece todo benefício.
    O fim do mês é um mistério, trabalhemos!
    O fim das coisas mostra as pernas no fim do mês.
    Ele é todo um salário em pedra, lapidemos!
    E o homem calado que pede mal come papel,não mintamos sobre sabores e sons, representações gráficas.
    De uma moeda surgiu o pão, mil moedas me buscam poesia.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. ::: A Fome Espelhada :::

    Esses dias na Terra estão cada vez mais complicados. A falta de fome está nos matando. Do jeito que está, acho que nós alimentos estamos destinados a apodrecer.

    Eu, como bom pão que sou, sei a dificuldade que é encontrar uma pessoa hoje em dia para servirmos de alimento. O ser humano é uma raça escassa nesse mundo, e estamos tendo que apelar para medidas drásticas: macacos, cães, gatos, e outros animais irracionais. Ao menos com os cães estávamos acostumados, são digestores exóticos que acompanhavam (muito bem) os humanos. Mas viver só deles: isso é um absurdo!

    Houve um tempo em que - você não vai acreditar - a situação era justamente a inversa! Havia pessoas com fome! Nós éramos artigos de raridade, concentrados na mão de poucos. Os mais bem-dotados de nós, como salmões e caviares, eram artigos de luxo. Podíamos escolher nosso destino. Mas a vida é engraçada, dá voltas: justamente por existirem humanos demais, eles começaram a desaparecer, só que em uma proporção muito maior que a necessária. Hoje, quem diria naquela época, nós é que estamos em excesso de quantidade.

    Não sei o que será de nós: se apodreceremos, nos tornaremos comida congelada com alguma Era Glacial, ou coisa parecida. Mas uma coisa é certa – nosso destino não será pior que o dos humanos!

    (Apagada, para ter uma pequena re-edição)

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