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domingo, 31 de maio de 2009
Charada
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Charada A vida é uma charada eterna a ser desvendada. Momentos e caminhos. Encontros e espinhos. Pessoas e amores. Tudo... absolutamente tudo. Uma imensa e infindável "Charada".
Não sei se entra no tema o uso de "charada" no texto, mas taí para ser postado:
::: Tarde de Domingo :::
Outono, o vento sopra devagar Ou todo o mundo, abrupto, sacode? Quem sabe a diferença? E quem pode? Quisera eu saber de tudo isso! Cantando, eu sigo, sem compromisso Contando as andorinhas a voar
Mas hoje tudo cheira a calmaria Matinê, os mesmos filmes de anteontem Charada, cujo final não me contem! Chá-mate, um passeio pela praça Amigos com que a gente se embaraça Amores que fazem valer o dia
Tarde em tons pastéis, melancolia Tudo muda a cor e fica triste A brisa; e então o sol, que logo insiste Abrir sorrisos por onde passar Desejo inesperado em ver o mar Desenhos que uma criança faria
O tempo passa, e dele eu me vingo O temporal me lava a alma inteira Me vejo novo, queira ele ou não queira Solfejo, alegre, a mesma melodia Que sopra o vento agora, quem diria? É só mais uma tarde de domingo
Charada
ResponderExcluirA vida é uma charada eterna a ser desvendada.
Momentos e caminhos.
Encontros e espinhos.
Pessoas e amores.
Tudo... absolutamente tudo.
Uma imensa e infindável
"Charada".
Não sei se entra no tema o uso de "charada" no texto, mas taí para ser postado:
ResponderExcluir::: Tarde de Domingo :::
Outono, o vento sopra devagar
Ou todo o mundo, abrupto, sacode?
Quem sabe a diferença? E quem pode?
Quisera eu saber de tudo isso!
Cantando, eu sigo, sem compromisso
Contando as andorinhas a voar
Mas hoje tudo cheira a calmaria
Matinê, os mesmos filmes de anteontem
Charada, cujo final não me contem!
Chá-mate, um passeio pela praça
Amigos com que a gente se embaraça
Amores que fazem valer o dia
Tarde em tons pastéis, melancolia
Tudo muda a cor e fica triste
A brisa; e então o sol, que logo insiste
Abrir sorrisos por onde passar
Desejo inesperado em ver o mar
Desenhos que uma criança faria
O tempo passa, e dele eu me vingo
O temporal me lava a alma inteira
Me vejo novo, queira ele ou não queira
Solfejo, alegre, a mesma melodia
Que sopra o vento agora, quem diria?
É só mais uma tarde de domingo
::: Charada I :::
ResponderExcluirOdiada e tão temida
Motivo de preocupação
Te sigo por toda a vida
Eu existo, e com razão
Do mais forte, ao pequenino
Eu consigo derrubar
Como alerta, eu ensino
O desatento a se cuidar
Grande, curta, duradoura
Ou mesmo insignificante
Resultado de alguns anos
Ou apenas de um instante
Há quem faça mesmo tudo
Pra tentar me evitar
Mas a verdade é só uma:
Zelo por seu bem-estar
Hà até quem me aprecie
Sade me sabia bem
De uma forma - desconfio -
Que falar não me convém
Quem me sente, só reclama
Diz que não sirvo pra nada
Ironia - até na cama
Às vezes dou uma passada
Do meu valor, eu creio
Você não se convenceu
Mas me diga, pelo menos:
Já descobriu quem sou eu?