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::: Soneto de Perseverança :::Nos dias em que tudo escurecerCem cóleras de uma vontade lentaSem dó, a raiva domina teu serEscaparás do amor que te acalentaEntão, nesse momento lembrarásDe toda a estrada que passouNa base de tuas forças, te erguerásE te perguntarás, por fim: "Quem sou?"Se fores paciente como eu fuiMesmo quando a vontade diminuiE o coração se enche de tristezaVerás no teu caminho uma correnteLigado a ela, tudo o que se senteFarás de tua alma fortaleza
::: Soneto de Perseverança :::
ResponderExcluirNos dias em que tudo escurecer
Cem cóleras de uma vontade lenta
Sem dó, a raiva domina teu ser
Escaparás do amor que te acalenta
Então, nesse momento lembrarás
De toda a estrada que passou
Na base de tuas forças, te erguerás
E te perguntarás, por fim: "Quem sou?"
Se fores paciente como eu fui
Mesmo quando a vontade diminui
E o coração se enche de tristeza
Verás no teu caminho uma corrente
Ligado a ela, tudo o que se sente
Farás de tua alma fortaleza