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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Esperas - por Raquel Aiuendi
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A intenção de postar imagens neste blog é propiciar inspiração para textos referentes a elas.
Como podes ver A frota está de partida Não são piratas Tão pouco Vikings São mais que isso Guerreiros das aguas Sua rede não é digital Mas se ela cair Não terá comida na mesa.
Oiii!! Olha eu de volta.. mas, infelizmente não foi para postar minhas palavras. Acabei de receber um selo e achei mais que justo compartilha-lo com vc =) Bjoooo Tá mais que indicado hehe
Ao tilintar da hora marcada, o dia nasce maquinal. Cordas, cerdas e engrenagens pregam o dia na parede.
Pastando pela pobre rua pessoas pisavam nos passos; colisões, contrições de passagens do cidadão da cidade insentida.
Fui trair a cria no trabalho medindo calado coisas e casos, fazendo coisas que não gosto, fingindo casos que não invento.
O fim da tarde foi meu fim. Embriagado pelo breu da técnica já não via, apenas oculava já não vivia, apenas vegetava.
À noite, cansado, caído, desabei implodido nos teus braços, que como eu, clamavam a fuga do dia maquinado.
Senti então, aliviado, do fundo da pele cansada, beijos e suspiros; recompondo, reerguendo na alma a tímida certeza, de que dentro do corpo, ainda sou sangue, ainda sou carne.
Bruno D´Almeida - comendocomfarinha.blog.terra.com.br
Frota
ResponderExcluirComo podes ver
A frota está de partida
Não são piratas
Tão pouco Vikings
São mais que isso
Guerreiros das aguas
Sua rede não é digital
Mas se ela cair
Não terá comida na mesa.
Oiii!!
ResponderExcluirOlha eu de volta.. mas, infelizmente não foi para postar minhas palavras. Acabei de receber um selo e achei mais que justo compartilha-lo com vc =)
Bjoooo
Tá mais que indicado hehe
Fuga
ResponderExcluirAo tilintar da hora marcada,
o dia nasce maquinal.
Cordas, cerdas e engrenagens
pregam o dia na parede.
Pastando pela pobre rua
pessoas pisavam nos passos;
colisões, contrições de passagens
do cidadão da cidade insentida.
Fui trair a cria no trabalho
medindo calado coisas e casos,
fazendo coisas que não gosto,
fingindo casos que não invento.
O fim da tarde foi meu fim.
Embriagado pelo breu da técnica
já não via, apenas oculava
já não vivia, apenas vegetava.
À noite, cansado, caído,
desabei implodido nos teus braços,
que como eu, clamavam
a fuga do dia maquinado.
Senti então, aliviado,
do fundo da pele cansada,
beijos e suspiros;
recompondo,
reerguendo na alma
a tímida certeza,
de que dentro do corpo,
ainda sou sangue,
ainda sou carne.
Bruno D´Almeida - comendocomfarinha.blog.terra.com.br
Raquel...
ResponderExcluirCadê você???!!!
Quero voltar ao ringue!!!