De repente a mulher se fez
e fez o silêncio e a fala em si
entre nervos, fervor, azul...
em sede ininterrupta.
A mulher que caminha entre avenidas e luminosos
não é mais a de ontem...
o ventre da poesia
trouxe seu canto
e respirantes cores
e sabores
e tons novos.
A mulher que foi em essências perfumantes ainda está lá...
Agora aperfeiçoada
em delineadas pinceladas
de aquarela e tempo.
.
Muito bonita a sua poesia, Laiz!
ResponderExcluirParabéns!