Aléias pelos campos em meus pés, uma travessa de silêncio. Poucos me conhecem e não sabem quão grande sou pela noite quando não estou cansado de ser personagem real da espera e contador de dias. Teu poema novo não é mais que tu mesmo - o truísmo é equivocadamente e profundamente absoluto e enjoativo. Não me deixarei, apesar de perder-me todos os dias, melhor, não lembrar-me pelas horas, pobrezinhas, entupidas de expectativas. E repouso, calado, me querendo, sem nada, nem palavras.
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Muito bom!
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