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terça-feira, 10 de março de 2009
Exílio
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Dia desses queria sair do exílio Voltar a ser quem eu nunca fui. Abandonar o porto da solidão Que costuma conquistar poetas Em seus mais puros devaneios. Fugiria pelo porão, Onde estão amareladas as folhas do diário Do qual nunca li. Pois conheci minha vida In loco, Ação e sujeito. O sol lúgubre com raios de belas palavras Sempre faz aquietar o impulso Apagar o pavio curto de meu espírito Aquele que chamo de alma. Pois só ela sabe Que fora do corpo do poeta Todo mundo é uma ilha Milhões de exilados A milhas distante Que se romperia Com um aperto de mão.
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ResponderExcluirExílio interno
ResponderExcluirDia desses queria sair do exílio
Voltar a ser quem eu nunca fui.
Abandonar o porto da solidão
Que costuma conquistar poetas
Em seus mais puros devaneios.
Fugiria pelo porão,
Onde estão amareladas as folhas do diário
Do qual nunca li.
Pois conheci minha vida
In loco,
Ação e sujeito.
O sol lúgubre com raios de belas palavras
Sempre faz aquietar o impulso
Apagar o pavio curto de meu espírito
Aquele que chamo de alma.
Pois só ela sabe
Que fora do corpo do poeta
Todo mundo é uma ilha
Milhões de exilados
A milhas distante
Que se romperia
Com um aperto de mão.