sábado, 28 de março de 2009

Labirinto - As Nossas Histórias V

Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo... Do marasmo vem o conflito. E assim fica ainda maior a aflição. Aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
O que fazer para vencer a inércia, mudar o rumo das coisas? Era tudo o que queriam saber.
Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando, cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade. O medo do erro e da crítica impede o primeiro passo... Ideias definhando dentro de si mesmos.
Viviam enredados na armadilha da objeto-referência (quando buscamos aprovação dos outros, não tendo a consciência do valor próprio).
Até que de repente, não mais que de repente...
Alguém olha para os outros com olhos esbugalhados como se procurasse, entre eles, o que havia lhe dirigido palavras ofensivas. E como ninguém parecesse entendê-lo, saiu correndo daquele lugar sufocante.
Por incrível que pareça, bastou esse gesto tresloucado para mudar completamente o clima reinante no local. Afinal de contas, o cara tinha pirado!
Mas apesar de pirado, não é que achou a saída e escafedeu-se dali?
Então, todos os outros, que o estavam seguindo para ver do que se tratava, conseguiram encontrar a saída daquele labirinto, guiados pela loucura.



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15 comentários:

  1. Do marasmo vem o conflito.

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  2. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição.

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  3. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.

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  4. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, Mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.

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  5. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, Mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.
    Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando , cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade.

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  6. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, Mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.
    Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando , cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade.O medo do erro e da crítica, impede o primeiro passo.Idéias definhando dentro de si mesmos.

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  7. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, Mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.
    Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando , cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade.O medo do erro e da crítica, impede o primeiro passo.Idéias definhando dentro de si mesmos.
    Viviam enredados na armadilha da objeto-referência, quando buscamos aprovação dos outros, não tendo a consciência do valor próprio.

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  8. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, Mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.
    Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando , cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade.O medo do erro e da crítica, impede o primeiro passo.Idéias definhando dentro de si mesmos.
    Viviam enredados na armadilha da objeto-referência, quando buscamos aprovação dos outros, não tendo a consciência do valor próprio.
    Até que de repente, não mais que de repente...

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  9. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, Mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.
    Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando , cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade.O medo do erro e da crítica, impede o primeiro passo.Idéias definhando dentro de si mesmos.
    Viviam enredados na armadilha da objeto-referência, quando buscamos aprovação dos outros, não tendo a consciência do valor próprio.
    Até que de repente, não mais que de repente...
    Alguém olha para os outros com olhos esbugalhados como se procurasse entre eles o que havia lhe dirigido palavras ofensivas e como ninguém parecesse entendê-lo, saiu correndo daquele lugar sufocante.

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  10. alba disse...
    LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, Mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.
    Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando , cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade.O medo do erro e da crítica, impede o primeiro passo.Idéias definhando dentro de si mesmos.
    Viviam enredados na armadilha da objeto-referência, quando buscamos aprovação dos outros, não tendo a consciência do valor próprio.
    Até que de repente, não mais que de repente...
    Alguém olha para os outros com olhos esbugalhados como se procurasse entre eles o que havia lhe dirigido palavras ofensivas e como ninguém parecesse entendê-lo, saiu correndo daquele lugar sufocante.Por incrível que pareça, bastou esse jesto tresloucado para mudar completamente o clima reinante no local.

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  11. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.
    Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando, cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade. O medo do erro e da crítica, impede o primeiro passo. Idéias definhando dentro de si mesmos.
    Viviam enredados na armadilha da objeto-referência, quando buscamos aprovação dos outros, não tendo a consciência do valor próprio.
    Até que de repente, não mais que de repente...
    Alguém olha para os outros com olhos esbugalhados como se procurasse entre eles o que havia lhe dirigido palavras ofensivas e como ninguém parecesse entendê-lo, saiu correndo daquele lugar sufocante. Por incrível que pareça, bastou esse jesto tresloucado para mudar completamente o clima reinante no local. Afinal de contas, o cara tinha pirado!

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  12. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.
    Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando, cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade. O medo do erro e da crítica, impede o primeiro passo. Idéias definhando dentro de si mesmos.
    Viviam enredados na armadilha da objeto-referência, quando buscamos aprovação dos outros, não tendo a consciência do valor próprio.
    Até que de repente, não mais que de repente...
    Alguém olha para os outros com olhos esbugalhados como se procurasse entre eles o que havia lhe dirigido palavras ofensivas e como ninguém parecesse entendê-lo, saiu correndo daquele lugar sufocante. Por incrível que pareça, bastou esse jesto tresloucado para mudar completamente o clima reinante no local. Afinal de contas, o cara tinha pirado!Mas apesar de pirado,não é que achou a saída e escafedeu-se dali?

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  13. LABIRINTO


    Era o que esperavam os aflitos para saírem daquele marasmo. Do marasmo vem o conflito.
    E assim fica ainda maior a aflição. E aflição que não cessa por nada, suga a energia da gente.
    O que fazer para vencer a inércia, mudar o rumo das coisas? É tudo o que queriam saber.
    Dentro daquele labirinto se olhavam, quando em vez, tentando, cada um, encontrar no outro a solução, a saída... mas nada faziam de concreto para, efetivamente, chegarem à liberdade. O medo do erro e da crítica, impede o primeiro passo. Idéias definhando dentro de si mesmos.
    Viviam enredados na armadilha da objeto-referência, quando buscamos aprovação dos outros, não tendo a consciência do valor próprio.
    Até que de repente, não mais que de repente...
    Alguém olha para os outros com olhos esbugalhados como se procurasse entre eles o que havia lhe dirigido palavras ofensivas e como ninguém parecesse entendê-lo, saiu correndo daquele lugar sufocante. Por incrível que pareça, bastou esse gesto tresloucado para mudar completamente o clima reinante no local. Afinal de contas, o cara tinha pirado! Mas apesar de pirado,não é que achou a saída e escafedeu-se dali?
    Então, todos outros, que o estavam seguindo para ver do que se tratava, conseguiram encontrar a saída daquele labirinto, guiados pela loucura.
    FIM

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  14. Num tranco a ninja me acertou
    Em seguida a desalmada samurai
    minha cabeça cortou
    Perdido sem eira nem beira
    Numa caverna agora estou.
    Sangrando entre estalactites e
    estalagmites
    Esperando uma nova cabeça ganhar
    Para novos trancos levar.
    E poder ai dizer que bonita ficou esta história

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