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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Solidariedade
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Comentário por Vagner Heleno — 28 janeiro 2009 @ 9:49
“Ame ao Próximo como à Ti Mesmo”
aos que sofrem, aos que precisam de nós
há uma forma de confissão a predileta dos martires dos que estendem a mão
sem padre, sem repetido jargão que é o arrependimento do fraco que é o mais fácil para a razão
hoje e sempre, há sempre muita dor por aí e são chances de ficar em paz a verdadeira luz de quem faz é estar presente lá, ou aqui
à quem deseja a luz e a pureza à quem quer que esteja aí faça, façamos algo pelo amor pelo amor de deus, faça façamos algo por itajaí pelas viúvas de blumenau pelos órfãos de lá
nem fome, nem frio irão lhes faltar falta é o aperto de mão, o abraço carecem de nós, olhos de deus de um afago de irmão, de um alento
nem lama, sem casa, não lhes faltam chorar lhes faltam um sorriso que os abrigue um bocado de humanidade e de calor alguma refeição pra alma, não o pão
um carinho sem olhar a documentação sem imposto, nem olerite, sem o crédito cartão, sem frescuras eles só querem o que todos querem aquel tão sonhado, lido e repetido pouco feito, mas muito teorizado aquela ajuda, aquele abraço aquela tal de boa-ação
Comentário por Vagner Heleno — 28 janeiro 2009 @ 9:49
ResponderExcluir“Ame ao Próximo como à Ti Mesmo”
aos que sofrem, aos que precisam de nós
há uma forma de confissão
a predileta dos martires
dos que estendem a mão
sem padre, sem repetido jargão
que é o arrependimento do fraco
que é o mais fácil para a razão
hoje e sempre,
há sempre muita dor por aí
e são chances de ficar em paz
a verdadeira luz de quem faz
é estar presente lá, ou aqui
à quem deseja a luz e a pureza
à quem quer que esteja aí
faça, façamos algo pelo amor
pelo amor de deus, faça
façamos algo por itajaí
pelas viúvas de blumenau
pelos órfãos de lá
nem fome, nem frio irão lhes faltar
falta é o aperto de mão, o abraço
carecem de nós, olhos de deus
de um afago de irmão, de um alento
nem lama, sem casa, não lhes faltam chorar
lhes faltam um sorriso que os abrigue
um bocado de humanidade e de calor
alguma refeição pra alma, não o pão
um carinho sem olhar a documentação
sem imposto, nem olerite,
sem o crédito cartão, sem frescuras
eles só querem o que todos querem
aquel tão sonhado, lido e repetido
pouco feito, mas muito teorizado
aquela ajuda, aquele abraço
aquela tal de boa-ação
“eu vou, por que não?”