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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Saudade Boa - por Alba Vieira
Saudade chega, Presença volta pra mim. Bom ter saudade… .
Ah se eu pudesse ser uma cama Você se deitaria sobre mim E eu aqueceria suas noites E seria macio e doce o gosto do nosso amor
Quando você deitasse a cabeça No travesseiro eu sentiria seu perfume Seus cabelos, o suor do seu rosto, a brisa Do seu corpo e me enrolaria como cobertor Por sobre você
Se eu fosse a cama macia que te aquece, Ou o cobertor que tira seu frio, Ou o travesseiro de penas que tanto gostas Ou o lençol de linho que amassas Eu seria feliz em ter-te a noite Quando o sono te chama e vens a mim De ter-te de dia quando cansado, Procurasses o descanso sobre mim,
E quando o dia amanhecesse eu seria Feliz em ter o lençol enrolado e amarrotado Ou os travesseiros caídos no colchão Ou mesmo o cobertor jogado pelos cantos Ou o pijama que jaz morto no chão Ao lado de uma camisola suada e tão amada
Se eu pudesse ser a cama quando te fosses Encontrarias em mim a ultima morada E eu teria a lembrança do teu corpo ainda quente A se despir para a ultima caminhada E enrolada em ti como a coberta eu seria o lençol Da tua jornada E juntos entraríamos no paraíso Como cama e colchão Fronha e lençol Assim nos entraríamos no céu Cobertos apenas pelo calor do sol
Comentário por ana — 9 fevereiro 2009 @ 22:36
ResponderExcluirCAMA E COLCHÃO
Ana Maria G,Ferreira
Ah se eu pudesse ser uma cama
Você se deitaria sobre mim
E eu aqueceria suas noites
E seria macio e doce
o gosto do nosso amor
Quando você deitasse a cabeça
No travesseiro eu sentiria seu perfume
Seus cabelos, o suor do seu rosto, a brisa
Do seu corpo e me enrolaria como cobertor
Por sobre você
Se eu fosse a cama macia que te aquece,
Ou o cobertor que tira seu frio,
Ou o travesseiro de penas que tanto gostas
Ou o lençol de linho que amassas
Eu seria feliz em ter-te a noite
Quando o sono te chama e vens a mim
De ter-te de dia quando cansado,
Procurasses o descanso sobre mim,
E quando o dia amanhecesse eu seria
Feliz em ter o lençol enrolado e amarrotado
Ou os travesseiros caídos no colchão
Ou mesmo o cobertor jogado pelos cantos
Ou o pijama que jaz morto no chão
Ao lado de uma camisola suada e tão amada
Se eu pudesse ser a cama quando te fosses
Encontrarias em mim a ultima morada
E eu teria a lembrança do teu corpo ainda quente
A se despir para a ultima caminhada
E enrolada em ti como a coberta eu seria o lençol
Da tua jornada
E juntos entraríamos no paraíso
Como cama e colchão
Fronha e lençol
Assim nos entraríamos no céu
Cobertos apenas pelo calor do sol
Legal!
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