sábado, 14 de fevereiro de 2009

Onde fui amarrar meu bode...

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2 comentários:

  1. Comentário por Márcio Matos e Leo Santos — 10 dezembro 2008 @ 16:46 |Editar

    Rabo de saia, de saia curta que vento rodopiou
    Me chamou de amigo no rodopio,
    E a inocência acreditou
    Inocência??? Ei, psiu!
    Então porque desejou?

    O aroma contido na doce brisa
    Mais doce ao desejo se fez
    Perfume apimentado que queima, escraviza
    Fazendo o bronco posar de Cortez

    Olhares que se cruzam, mútuo desejo
    Fez-se a confluência dos caminhos
    Promessas de carícias e beijos,
    Levaram à pressa de estarmos sozinhos.

    Chegados então à zona da mata
    Se desfez a ilusão do incauto
    Sonhou com Vênus, acordou em Marte
    Findou a promessa do banquete lauto

    Como Hermes se travestiu de Afrodite?
    Em fêmea beleza, como pode?
    E eu Acreditei. Acredite!
    Onde fui amarrar meu bode!!!

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  2. Jesus Cristo breve cairá…


    junto com cristo volta o seu negativo
    a mesma chance imodesta do crime
    é a testa virgem de completo perdão

    o filho do homem é uma arma potente
    ao nascer ou poente, flagela sem par
    porém dum inocente deslize o faz vingador
    e seu sangue colhido em terra será drenado

    nesses dois caminhos tão unos trilhará
    o filho do breu ou do lume, da casta ou da besta
    na testa o insumo do ódio, o suco do consumo
    o soco estampado, a metralhadora apontada

    creio relutante seu incline criativo
    do que mais criador seu pai lhe concedeu
    sua dor e tortura foram incompreendidos
    furtados, logrados e ainda assim, vendidos
    a fé na sua lança fatal é tão maior que seu vestígio

    o duplipensar crístico é íntimo demais
    são duas sortes em um só fascínio
    judas é a chave, a sua escolha…
    perdoarás o "falso amigo"?



    mundo tolo e contradito,
    tão firme de suas perícias
    porém tão fraco e fácil
    é opulento e homicida
    cai no conto do vigário
    tão frágil quanto imbecil
    tem orgulho e vaidade em demasia
    cria fantasmas, cria vazios espasmos
    e até as fantasias para irrealizar
    tem gula, preguiça e avareza

    continuem assim… e continuem
    "Senhor, tende piedade de nós…"
    mas poxa, ‘tá difícil desde então
    mais fácil virá cristo em "cramunhão"
    pois espelho o é de seus fiéis
    e que bela reflexão…
    somos cheios de vícios
    e nos deitamos por vínculo à mundanização


    www.vagnerheleno.wordpress.com

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