Minha alma, cheia de você,
vê em tudo motivo de sorrir.
Minha alma, vazia de você,
se irrita, se enerva, se dilacera em questões sem solução.
Como pode minha alma lúcida, firme, racional,
depender de você, de suas essências, de suas verdades,
se é ela, minha alma, quem decide apreender ou expulsar o que você lhe concede?
Como pode minha alma, à mercê dos seus encantos,
traçar meus caminhos na alegria do ser?
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Comentário por Ana — 1 janeiro 2009 @ 12:51
ResponderExcluirO título deveria ser: Mi alma, sú alma… Rsrs