domingo, 8 de fevereiro de 2009

Livro Imperdível… - por Ana

Manuel Bandeira - Estrela da Vida Inteira


“Bandeira é Bandeira! Estrela da Vida Inteira, poesias completas, imperdível!”



Resposta a “Manuel Bandeira vê ‘O Bicho’”, de Penélope Charmosa.
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E você? Que livro você considera imperdível?
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7 comentários:

  1. Comentário por Alba — 8 fevereiro 2009 @ 14:40

    Livro imperdível: O Caso dos Dez Negrinhos, de Agatha Christie. Suspense do início ao fim. Li numa noite. Gostei também de Os Elefantes Não Esquecem, O Assassinato de Roger Ackroyd, Assassinato no Expresso Oriente, Cai o Pano e Os Cinco Porquinhos.

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  2. Comentário por Alba — 8 fevereiro 2009 @ 14:42

    Autor Inesquecível: José J. Veiga, em Os Cavalinhos de Platiplanto. O seu realismo mágico encanta e comove. Muito bom!

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  3. Comentário por Alba — 8 fevereiro 2009 @ 14:45

    Um livro interessante: Dona Flor e Seus Dois Maridos. Li na adolescência, e trouxe uma nova realidade para minha vida, abriu minha mente para aceitar a realidade como é, sem preconceitos, achei tudo perfeitamente natural.

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  4. Comentário por Alba — 8 fevereiro 2009 @ 14:49

    Um livro enriquecedor
    O Cortiço me mostrou, pela primeira vez, o que era menstruação antes que acontecesse comigo. Muito legal! Este livro é fantástico! À vera!

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  5. Comentário por Alba — 8 fevereiro 2009 @ 14:51

    Autor interessante
    José de Alencar com a inesquecível Senhora, que muito me ensinou sobre a arte de ser adequada. Depois aprendi a contrariar isto tudo.

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  6. Comentário por Alba — 8 fevereiro 2009 @ 14:58

    O poema da minha vida: Eros e Psique, de Fernando Pessoa
    Maravilhoso e inesquecível! Sei de cor. Já recitei pra mais de mil pessoas. Adoro!

    Conta a lenda que dormia
    Uma Princesa encantada
    A quem só despertaria
    Um Infante, que viria
    De além do muro da estrada.

    Ele tinha que, tentado,
    Vencer o mal e o bem,
    Antes que, já libertado,
    Deixasse o caminho errado
    Por o que à Princesa vem.

    A Princesa Adormecida,
    Se espera, dormindo espera,
    Sonha em morte a sua vida,
    E orna-lhe a fronte esquecida,
    Verde, uma grinalda de hera.

    Longe o Infante, esforçado,
    Sem saber que intuito tem,
    Rompe o caminho fadado,
    Ele dela é ignorado,
    Ela para ele é ninguém.

    Mas cada um cumpre o Destino
    Ela dormindo encantada,
    Ele buscando-a sem tino
    Pelo processo divino
    Que faz existir a estrada.

    E, se bem que seja obscuro
    Tudo pela estrada fora,
    E falso, ele vem seguro,
    E vencendo estrada e muro,
    Chega onde em sono ela mora,

    E, inda tonto do que houvera,
    À cabeça, em maresia,
    Ergue a mão, e encontra hera,
    E vê que ele mesmo era
    A Princesa que dormia.

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  7. Comentário por Alba — 8 fevereiro 2009 @ 15:22

    O poema que é mais que um tapa na cara! Bom demais!

    Versos Íntimos
    Augusto dos Anjos

    Vês! Ninguém assistiu ao formidável
    Enterro de tua última quimera.
    Somente a Ingratidão - esta pantera -
    Foi tua companheira inseparável!

    Acostuma-te à lama que te espera!
    O Homem, que, nesta terra miserável,
    Mora, entre feras, sente inevitável
    Necessidade de também ser fera.

    Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
    O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
    A mão que afaga é a mesma que apedreja.

    Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
    Apedreja essa mão vil que te afaga,
    Escarra nessa boca que te beija!

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