segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Legítima Defesa - por Raquel Aiuendi

No inglês não há problema
Senão pelo seu emblema
De representante dominador
Que invade culturas
Dos quintais alheios invasor.

O inglês é uma língua
Como outras tantas
De nações diferentes
Espanhola, portuguesa,
Alemã, nativa, banta.

A crítica é somente de ação
Não da língua sua utilização
Quem entender, parabéns
Pelo contrário, não sei não:
Ana é uma contra cem.

Repito que não sou Fidel
E Ana não é Che, não
Essa história é passado
De tapetes puxados
E minha palavra é mel.

Pensei que no Duelos
Não tivessem marechal
Comandante, coronel
Em geral, nem general
Nem soldado de papel.

Esse papo hierárquico
Me rouba a inspiração
Sai tudo tão erráquico
O sim pode virar não
Censura x Anárquico.

Parece esse papo, ditadura
Parece lance de censura
Borracha pros literários,
Delete para os libertários
Verdadeira linha dura.

Ana, vou te falar a verdade
Te falar bem de frente
Olho no olho que não mente
Respeita a nossa liberdade
Não faz isso novamente.


Resposta a “E Caim Matou Abel...”, de Ana.
.

Um comentário:

  1. Comentário por Kbçapoeta — 20 janeiro 2009 @ 0:14

    Sigo o destino

    Sinto como se estivesse
    Em estado de coma
    E, tua voz a sussurrar.
    vejo tuas mãos sobre a mesa,
    Comparada com as minhas
    Parece tão pequenas,
    Aí me pergunto:
    como meu destino,
    cabe em sua mão?
    vejo que tudo se resolve,
    pois é só um pequeno problema;
    se meu mundo parece sujo
    basta lavar as suas mãos…

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