quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Doce Ilusão - por dani_hmetal

Quando livres nos encontrarmos,
quão doce hão de ser
as horas passadas juntos um do outro
num qualquer alvorecer.

Quando os sonhos diluírem-se no ar
e a realidade tornar-se presente,
saberemos que é chegado o momento
do florescer de um sentimento crescente.

O agora, porém, nos faz retidos
num manto de escuridão
sem sentidos.

E até que chegue a hora da libertação
viveremos imersos
em uma doce ilusão.

.

Um comentário:

  1. Comentário por Léo... — 22 janeiro 2009 @ 16:19

    Sick

    Escoa.
    Denigre meus sujos olhos vermelhos
    Roubados das vistas dos outros;
    Inteiros

    (Das minhas paginas riscadas
    Vejo que hoje é passado mal malhado
    Embrólho-os em mim com cuidado
    Re-ssinnto -nem tão estúpido- os fatos
    De mente calada)

    Na superfície esticada
    Do li(so) rio negro; qual observo –Aéreo-
    O que enxergo
    São apenas clarões instantâneos
    - E segundos -
    Os fogos desfeitos
    Fugazes relampejos disformes
    Que pairam no ar que tento, cheiro
    Intrépidos espíritos aptos (ventos)

    A mágoa Pensa -
    Logo inexiste
    Fecha a caixa do sonho
    É Ru in-triste
    Não há quem -
    Oriente -
    contraponto
    abre espaço
    No truculento ambiente
    Que lavo
    Incontinente (ultra) som
    Da queda d’água
    Na poça
    Que faço

    Léo…

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