domingo, 14 de dezembro de 2008

A Crise - por Alba Vieira

Lusco-fusco na lareira
Quase fria, apagada,
Sem tostão na algibeira
Vou seguindo minha estrada.

Já fui rico, quem diria,
E palácios freqüentei.
Hoje durmo na sarjeta
Sem contar com mais ninguém.

Esta vida é assim mesmo,
Quem espera, leva um não.
Sê feliz, conta contigo,
Todo resto é ilusão.

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Um comentário:

  1. Comentário por Ana — 1 janeiro 2009 @ 11:56 |Editar

    Fiquei com pena… Até te mandei um recado via post…

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