Moro no Ipiranga de novo, desde 2003. E sempre ia (e vou) à prefeitura, no centro, de ônibus elétrico (sem trilhos, mas pendurado no “teto” da rua). Aproveitava o trajeto para ir e vir escrevendo, os dois textos de hoje foram feitos em sequência, na volta pra casa (“Inversão”, logo abaixo, foi escrito primeiro). A brincadeira com o barbeiro (já falecido) era meu pai quem fazia para zoar a antiguidade dos dois: do bairro e do cortador de cabelo...
Em um ônibus "Circular" o motorista deve sair tonto.
ResponderExcluirESTE É DE ADH2BS - ARQUITETURA E POESIA: LITERATÓRIO
ResponderExcluirAbç,
Adh2bs