quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Ano Novo

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Um comentário:

  1. Comentário por Thiago de Sá — 28 dezembro 2008 @ 2:30

    Dualidade.

    Se existem fazes que não me preocupa,
    São aquelas que eu não conheço.
    Pois, os paradigmas em seus paradoxos,
    São peremptoriamente confusos e complexos
    Para que nossa débil mente compreenda.

    A vida não se resume apenas em palavras,
    Pois, por muitas vezes palavras são apenas palavras.
    Não sei se é uma infeliz coincidência,
    Ou a triste realidade!
    Realidade que é ilusória.
    Ilusão que é real.
    Sonhos que são cruéis!

    A história nos remete a uma fraca aliança
    Entre controle e descontrolado.
    Pobreza; Riqueza.
    Guerra; Paz.
    Dor; Alivio.
    Morte e Vida.
    Tudo em um misto chamado de Humanidade.

    Onde o oposto não passa de aposto.
    Tudo sobreposto na grandiosa e ínfima,
    Humildade de um divino Deus.
    Que se encontra reunido com seus filhos e irmãos
    Em um grande ágape de emoção.

    Diária ou cotidianamente,
    O ser humano se leva a um ápice de loucura.
    Loucura controlada pelo brilho que reluz a sua frente.
    No pão se transforma a carne!
    No vinho o sangue!
    Na alma se transfigura a santidade!
    Assim somos nós… Perdidos em nossa loucura.
    Que escolhida foi para confundir os sábios.
    Do sim hoje e do não daqui a um pouco!

    Na multiplicidade dos arquétipos,
    Na dualidade do bem e do mal
    Vivemos na insanidade de vivermos.
    Thiago de Sá

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