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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sábado, 9 de agosto de 2014

Há Quem Diga que não Teme a Verdade, - por Tércio Sthal

 



E NUNCA FOGE DA LUTA,
MAS QUANDO INVESTIGADO 
TEM POSSÍVEL DESVIO DE CONDUTA,
A AMNÉSIA VEM, SEM DÓ, E INVADE.





CARPE DIEM
 
 
 
Nossos erros não podem nos dominar

Se, dispostos, nos pusermos a corrigir,
 
Se prosseguirmos com boa intenção,
 
Boas ideias e disposição para agir.

 

Se vivermos a vida intensamente,
 
Sem perdermos o foco e o interesse,
 
Seguindo em frente a nossa viagem,
 
Com fé e valorizando o presente.


 
Abrindo nossos olhos para ver
 
E nossos ouvidos para ouvir,
 
Abrindo nossa boca para falar
 
Sem medo de nos comprometer.

 

Fazendo tudo como deve ser,

Recebendo as críticas pertinentes

 
Que nos sirvam como contribuição
 
Para melhorar nosso desempenho,

 
E apontar alguns novos caminhos
 
Para engendrarmos ações conscientes.
 


Sabendo que mais vale uma crítica 
 
Que pode apontar a correta direção,

 
Do que elogios que podem nos trazer 
 
Prazer momentâneo e acomodação.
 

 
Sabendo que ninguém é tão bom
 
A ponto de não merecer críticas,
 
Nem tão mau que não mereça
 
Algum elogio ou alguma distinção.


 
 
Fortalecendo sempre a concepção

 
De que muita gente só é capaz

De apontar onde os problemas estão,

 
Mas poucos se dispõem a encontrar 
 
E aplicar uma possível solução. 
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Estou Lendo... - por Alba Vieira


Presente do Mar - Anne Morrow Lindbergh
 

E você? Que livro está lendo agora?
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...........................................................Visitem Alba Vieira
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O HOMEM INVISÍVEL - por Kbçapoeta



      O futuro de ontem que estamos vivendo no presente culmina com o aprimoramento das possibilidades de sermos encontrados a qualquer tempo, visíveis vinte quatro horas por dia.
      Quando surgiu o serviço do Messenger (MSN) da Microsoft muitos se perguntaram se ele poderia acabar com os modos tradicionais de comunicação ou  escrita.
      Óbvio que o MSN modificou e ampliou a comunicação entre as pessoas que participam e tem acesso ao mundo virtual.
      O MSN foi e hoje temos o SKYPE decadente que em breve dará lugar ao whatsapp, ou seja, não é preciso mais ter um computador para ter acesso e participar do mundo conectável.
      Estando conectado na web e disponível de manhã à noite, as pessoas participam de um Big Brother voluntário, sempre acessível e ao alcance de todos. Você pode ignorar ou não responder as mensagens, mas, você e os outros sabem e veem você ali.
      Acredito que redes sociais surgem e acabam para dar lugar a uma plataforma mais sedutora que também terá sua obsolescência abreviada pela urgência de lucros. Orkut e MSN são exemplos disso.
      O contrário também ficou possível.
      Se alguém não quer ser percebido, quer “sumir” socialmente, basta não estar conectado e interagindo com tais instrumentos.
      Não terei whatsapp quando acabar o Facebook para dar lugar a outra rede social mais moderna também não irei aderir.
      Vou me tornar oculto na sociedade digital. Serei o homem invisível digital.

      O homem moderno carece de solidão.




                                                                    Visitem Kbçapoeta
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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O Mago, de Fernando Morais - por Kbçapoeta


     Fernando Morais é um dos melhores biógrafos brasileiros e aceitou a difícil missão de biografar um “Vivo” como Paulo Coelho.
     Fernando Morais mostra um Paulo Coelho humano e passível de vários equívocos na vida.
     Paulo Coelho sempre teve obstinação de ser escritor. Obstinação essa que foi confessada por páginas e páginas de seu diário que o futuro escritor mantinha desde tenra idade.
     Paulo Coelho, filho de família de classe média alta carioca, primo de Raquel de Queiroz e sobrinho-neto de José de Alencar, imortal da Academia Brasileira de Letras.

     Drogas, homossexualismo, tratamento psiquiátrico à base de eletrochoque, fracassos, exitosa parceria com Raul Seixas que revolucionou o roque nacional, seitas demoníacas, um livro que não escreveu, atitudes no ostracismo até tornar-se um dos escritores mais lido, amado e odiado no mundo.


Recomendo
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Ana Decide Ceder - por Ana

Kbça, devo dizer que depois de ler e ouvir tanto sobre algumas possibilidades não vomitáveis de Paulo Coelho, resolvi ler “Veronika Decide Morrer”.  E li.
Assim que der, posto resenha... ai, ai...
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Jesus Viveu na Índia, de Holger Kersten - por Alba Vieira

Esta obra mudou a minha vida, no sentido de que foi um marco em minha visão sobre Jesus.  Não sou religiosa, uma vez que considero uma limitação a direção única para uma das vertentes que lidam com as coisas do espírito.  Sempre preferi analisar as diferentes religiões, buscando os pontos de contato entre elas.  Além disso, desde cedo, repudiei a religião católica como me foi passada inicialmente, que não traduzia o amor como elo fundamental e sim calcada em culpa, castigo e vitimização.  Com o passar dos anos, meus estudos independentes e, sobretudo a observação criteriosa da vida me fez entender que as linguagens das várias religiões divergem muitas vezes, porém a verdade é uma só: existe uma Lei. E a crença em Deus, independente do nome ou da representação que possa ter, tornou-se realidade para mim.
Mas, voltando ao livro, ele é espetacular, porque é um documentário bem conduzido sobre a história de Cristo, considerando não só o que está contido no Antigo e no Novo Testamento, mas ainda numa pesquisa profunda em locais sagrados e históricos em Israel, Afeganistão e outros países do Oriente Médio, como também na Índia.  Esta pesquisa levanta a possibilidade e se propõe a prová-la (e fará sua própria avaliação) de que Jesus sobreviveu à crucificação, que foi um iniciado no Budismo (que conheceu desde a adolescência), que após sua “morte” viveu na Índia, onde praticou e ensinou seus princípios, que chegou a idade avançada e foi enterrada em Caxemira.  Publicado pela primeira vez, provoca até hoje grande polêmica, mas o fundamental é que continua estimulando a expansão da consciência dos seus leitores.
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Theodore Roosevelt em As Nossas Palavras XXVII - Enviado por Lélia


Faça o que puder, com o que tiver, onde estiver.
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Isabel Allende - por Cacá

 
De tantos livros chamados bons que a gente lê, há sempre aquele "especial", marcante, inesquecível, que acaba nos influenciando de uma ou outra forma. Eu possuo essa relação com os livros da Isabel Allende. A força de seus personagens, o realismo da narrativa. Nunca me caso de ler e reler suas obras.
 
 
Visitem Cacá
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Desconhecido - por Renata Zonatto




Meu vizinho e eu somos dois desconhecidos. O mundo não nos conhece. Nós não nos conhecemos. De modo que não posso dizer quais são os seus sonhos... seus medos... suas dúvidas. Nós dividimos a mesma rua, mas estamos em lados apostos, eu no 2º, ele no 4º andar. Alguns anos-luz separam nossos mundos. Talvez ele também leia poesia. Talvez ele também goste de História Medieval – Músicas Celtas – Augusto dos Anjos. Talvez ele seja apenas uma pessoa que gosta de olhar pela janela. Qualquer dia eu descerei as escadas e atravessarei o estacionamento. Então conversarei com meu vizinho... sobre coisas banais.

 

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domingo, 3 de agosto de 2014

Procura - por Marília Abduani


O que buscas tão longe
se o que precisas está justamente
dentro de ti?
Por que choras tão alto
quando o silêncio
embala melhor o grito.
A dor é silenciosa. Ninguém precisa ouvir.
O que esperas da vida?
Constante primavera?
Outono? Verão?
O frio também aquece
quando vem, em forma de prece,
direto do coração

 

Visitem Marília Abduani
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Saudosismo I - por Jeff Oliveira


Eita Saudade de tomar de banho de chuva.
Ficar embaixo da “biqueira”, fazendo tudo, fazendo nada.
De manhã, de madrugada, com a simplicidade do poeta.
Criança não quer saber de câmbio, inflação ou superávit.
Criança quer o pirulito e cabou-se. Quer jogar de bola na rua e ponto final.
Quer e mais nada. Mais nada. Num querer acanhado, livre, sorridente,
vazio de responsabilidades, um querer que é só um querer.

Já falava o poeta: “Simplicidade é querer uma coisa só”.
A criança sabe muito bem o que é isso.

Que tempos bons aqueles onde se jogava bila até bem tarde.
“Homem-pega-mulher”, “Carimba” e “7 pecados”.
A hora de entrar era boa não.
“Mãiêêê, só mais um poquinho, só mais um pouquinho” - Pedíamos quase chorando.
“Mais um pouquinho? Você já ta dizendo isso faz meia-hora.  Bora, pode entrar Seu Fulano. Pode entrar Dona Beltrana” - Berravam nossas mães.  Muitas vezes em frente aos nossos amigos.  (Acaso os pais não sabem que isso não se faz?)
Aí a festa se acabava. Mas no outro dia tinha mais. Sem preocupações. Aliás, o pesadelo talvez fosse ter que estudar, ir ao colégio.
O que é pesadelo pra nós hoje?
Éramos felizes. Desconhecíamos essa nossa condição.
Eita saudade. Eita saudade.

 
Visitem Jeff Oliveira
Rubem Alves.

sábado, 2 de agosto de 2014

Café de todos os dias - por Thiago de Sá

O cheiro do café me pôs de pé,
o sol raiava tímido.
O vento era frio e aconcheguei-me,
a cama era quente,
meus olhos estavam dormidos.
Mas o cheiro do café me pôs de pé,
ao longe ouvia sons de realidade,
bem longe meus sonhos se iam
E o cheiro do café...
Esse cheiro de café...
Vence qualquer preguiça.

Mãe, meu café, por favor!

Visitem Thiago de Sá
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“Caça à Raposa” com João Bosco e Aldir Blanc - por Ana


O olhar dos cães, a mão nas rédeas
E o verde da floresta
Dentes brancos, cães
A trompa ao longe, o riso
Os cães, a mão na testa:
O olhar procura, antecipa
A dor no coração vermelho
Senhoritas, seus anéis, corcéis
E a dor no coração vermelho
O rebenque estala, um leque aponta: foi por lá!...
Um olhar de cão, as mãos são pernas
E o verde da floresta
- Oh, manhã entre manhãs! -
A trompa em cima, os cães
Nenhuma fresta
O olhar se fecha, uma lembrança
Afaga o coração vermelho:
Uma cabeleira sobre o feno
Afoga o coração vermelho
Montarias freiam, dentes brancos: terminou...
Línguas rubras dos amantes
Sonhos sempre incandescentes
Recomeçam desde instantes
Que os julgamos mais ausentes
Ah, recomeçar, recomeçar
Como canções e epidemias
Ah, recomeçar como as colheitas
Como a lua e a covardia
Ah, recomeçar como a paixão e o fogo



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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Se Olhares pelas Frestas das Grades da Cela - por Tércio Sthal


E ENXERGARES A LAMA,
AO SAIR, CUIDA BEM DE TI E DE QUEM AMAS
PARA NÃO CAIR NELA.




















SE OLHARES PELAS FRESTAS DAS GRADES DA CELA
E ENXERGARES AS ESTRELAS,
CUIDA BEM DE TI, PARA NÃO SE ILUDIR,
POIS, DELAS, VISTES APENAS O RELUZIR.



DE VENTO EM POPA


No compasso das batidas do coração
firme bem os seus pés e estenda a mão,
se estiver subindo procure ajudar alguém,
todo mundo ganha quando se faz o bem.


O vento não sopra sempre na mesma direção,
abra portas e janelas da mente e do coração
aprenda a lidar com vento favorável e contrário,
saber remar e voar é extremamente necessário.



Visitem Tércio Sthal
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Medo - por Vicenzo Raphaello

Medo
Vem de repente
o medo
Por quê?
Não sei
Reajo
me fecho
Su fica triste
Sofia se espanta
que merda!
Mais frontal
e
de mentira
medo não tenho.
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O Adversário - por Maurício Limeira

 
 
 
 
 
Assoou o nariz e ficou olhando. Havia sangue no lenço.

Escondeu no fundo do bolso o pano ensanguentado, com medo de que alguém percebesse.

Precisava sair da multidão. Precisava sair antes que fosse tarde demais.

Foi então empurrando as pessoas que simulavam felicidade, que falavam alto, que riam e cheiravam a álcool e agiam como crianças mimadas e irritantes, até chegar à escada que levava ao segundo andar.

Quando escorregou no piso molhado, teve a certeza de que não conseguiria.

Mas alguém lhe segurou o braço, impedindo a queda. Alguém lhe perguntou se estava tudo bem. Alguém olhou para ele e viu.

“Ei, você está sangrando.”

Era tarde demais. Ele tentou se desvencilhar. Tentou a escada. Mas era mesmo tarde demais.

Faltou tão pouco.

O candidato seguinte já estava em posição. Esperava apenas o nariz começar a sangrar.

 

 

Há mais, aqui:
 
O ADVERSÁRIO

Blog do romance O ADVERSÁRIO, de Maurício Limeira,
+ contos com um pé no sobrenatural.
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Comentário - por Adhemar

 
Pois é, e sempre foi assim. Diretas já, meio-ambiente, caras pintadas... A patuleia não percebe o quanto somos uma democracia dirigida como o gado é pastoreado. Vamos para onde os cães mandam, felizes com a nossa "independência"...
Nossos líderes revolucionários de outrora chegaram finalmente ao poder depois de tanta "luta"; mas nitidamente mancomunados ou manietados pela velha oligarquia (hereditária) que manda nesta fazenda chamada Brasil. Somos "pagos" pra não pensar e nos manter "antenados" com novidades bacanas a consumir, com o futebol, pseudos movimentos sociais, o BBB e sabe-se lá o que mais. E a todas estas a grande mídia pagando pau: a gente vendo na imagem que não foi pênalti e os caras defendendo o maldito juiz...!
 
 
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FECHAR OS OLHOS - por KBÇAPOETA



    O homem está calcado em uma cultura de mercado em que se vendem e consomem intimidades.
    Atualmente devido à ânsia de saber o final antes de terminar o filme, do prazer imediato, o horror a surpresa. O Prazer desgastado.
    O despertar da vida com seus mistérios já não interessa. Queremos o pronto. Agora e já.
    A rima fácil, o gesto rude, a piada pobre com um toque de pseudo-nobreza. Cafonice.
    É preciso um “fechar de  olhos’ para perceber a vida por outros sentidos, culturas e maneiras.
    Perceber a vida por outras nuances e torna-la interessante, mais viva, emocionante e com surpresas.
    Quando se deixa de encantar-se com a vida, você morre respirando. Vira cinza, um atual walking dead.
    A pessoa que lê vê um mundo mais colorido, emocionante e significativo. Leia mais.

    

O Erotismo: Fantasias e Realidades do Amor e da Sedução, de Francesco Alberoni - por Alexandre



 

 

Quando peguei esse livro, pensei em descobrir o universo da psique feminina. Mas me surpreendi em descobrir coisas que nem eu sendo homem sabia sobre a psique masculina.

À medida que o livro vai transcorrendo em nossas mãos, vamos explorando temas mais profundos. Tanto é que fiquei surpreso com coisas que descobri no final do livro. Como, por exemplo, que a primeira coisa que as mulheres examinam no homem é o cheiro do seu corpo (O.O), depois é o hálito, em seguida ela analisa o beijo! Pelo beijo ela descobre muitas coisas sobre o caráter do homem: se ele é generoso, sensível, inteligente ou aventureiro. (Para quem não está surpreso, peço desculpas, pois essas características da mulher me deixaram de boca aberta.)

Então é isso: se me perguntarem sobre esse livro, eu direi "Super-recomendo!!!!". ^^
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