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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Interagir com o Meio Ambiente - por Tércio Sthal




DE MODO INTELIGENTE, SUSTENTÁVEL E SEGURO
PARA GARANTIR QUALIDADE DE VIDA E SAÚDE
NO MOMENTO PRESENTE E PARA O FUTURO.


MENSAGEM AO POVO DE CAMPINAS


A hora é esta! Não devemos viver só de memórias e do passado.
Chá de ontem não queremos que nos sirva para beber agora.
Vamos quebrar paradigmas e virar a página de nossa história
e ressurgirmos com força para construirmos o nosso futuro sonhado.


Eu e você somos Campinas! Nós amamos esta cidade.
Somos gente de bem e trabalhamos diligentemente,
com afinco e honestidade, para construir a verdade
a Campinas que todos nós queremos, a cidade inteligente.


Visitem Tércio Sthal
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sábado, 4 de janeiro de 2014

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Se os grilos cantam de noite e os pássaros ao alvorecer, é que têm suas razões.
Descobre também as tuas, e deixa tua alma cantar.
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Em Todos os Foros, e por Todas as Partes, - por Tércio Sthal




BROTAM DESAFOROS E DITOS POPULARES
A CONFIRMAR QUE 'NEM TUDO O QUE RELUZ É OURO',
OU PODE SER APENAS OURO DE TOLO.


A VIDA DOS ANIMAIS
O gato, animal caçador,
desde a mais tenra idade,
afia as unhas e treina habilidades

para caçar seja onde for.

O leão é o rei da floresta,
mas tem lá os seus medos,
ele não sabe suportar a dor
de um espinho entre os dedos.

As aves não voam por acaso,
com coragem exercitam suas asas,
não nascem voando, mas aprendem
que devem ir para além de suas casas.

O ser humano não nasce andando,
mas depois que aprende a andar, corre,
nada, voa, vai além dos horizontes,
e quando não vê mais horizontes, morre.

O martim pescador olha lá do alto
e fixa os seus olhos no objetivo,
empreende voo para caçar ou pescar,
para comer bem e manter-se vivo.

As pessoas não deveriam ser incriminadas
por lutar pela sobrevivência e pelo sucesso,
mas nada justifica que nos transformemos
em pessoas cruéis, insensíveis e brutalizadas.



Visitem Tércio Sthal

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Favelinha São João - por Ana

(Paródia da música infantil “Capelinha de Melão”)


Favelinha São João
Não é mole, não!
Vende branco,
Vende preto,
Vende trabucão!

São João não dorme nunca
Pois o camburão
Aparece
De repente
Com o caveirão

E pipocam os pipocos
Pra todos os lados
Azeitona,
Teco, teco
Tá tudo arrasado

Moradores sofrem muito
Com esta confusão
Corre, corre,
Minha gente,
“Olha um presuntão!”

Tanta dor não acaba nunca
Neste meu país
Acordai,
São João,
Me fazei feliz...
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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Por Quem Os Sinos Dobram, de Ernest Hemingway - por Ana

 
Já tinha lido "O Velho e o Mar", de Hemingway, que recebeu o Nobel. Gostei do livro. Então resolvi ler "Por Quem os Sinos Dobram", esperando que fosse, pelo menos, bom. Mas não foi o que ocorreu, infelizmente.

Minha impressão foi tão ruim que li todas as resenhas do
Skoob e todos os comentários e sinopses que encontrei na internet, antes de escrever a minha, a fim de verificar se eu estava sendo exigente demais ou havia perdido algum sentido infinitamente profundo e oculto na obra... Vi que não, e mais: outros tiveram a mesma impressão que eu. Então... o que achei?

Concordo com guibre quando diz, em sua resenha no Skoob
, que os diálogos do romance (a la Sabrina) tornam o livro extremamente enfadonho e de baixa qualidade. Se a intenção foi apontar a contradição entre a imaturidade emocional do protagonista e sua capacidade profissional, bastava uma página (ou meia) de conversação amorosa.

Concordo com Ricardo, também do Skoob,
 quando diz que a narrativa ganhou ritmo após o início das descrições das ações. Mas logo desacelerou, pois continuou mesclada com diálogos amorosos.

Foram mais de 300 páginas cansativas, para se chegar a um final que trouxe vestígios do autor de "O Velho e o Mar", num texto que se pode chamar, em alguns pontos, de literatura, realmente. A ideia que ficou foi a de que as últimas páginas foram o ponto de partida para o recheio, e que o autor não soube construir um bom livro na ordem inversa.

Algo me chamou muito a atenção: quase todo o tempo, tive a noção exata de que estava lendo sobre espanhóis através da visão de um norte-americano. Eles eram híbridos (retratados americanizadamente), simulacros, aguados, superficiais, com raros trechos que fugiram a esta regra. Em poucos momentos senti a força da fala e da forma espanhola de ser.

Em suma, o melhor do livro é o título.
E não é à-toa que em quase todos os comentários a respeito da obra o que mais se lê é a citação de John Donne (aquele que escreveu o poema que foi usado por Caetano Veloso na música "Elegia"). É o que possui, efetivamente, maior valor literário.

Mas descobri, ao final da leitura, que a questão não é por QUEM os sinos dobram, mas pelo QUE: o próprio livro.
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Meu Amigo Pedro - Raul Seixas & Paulo Coelho - por Kbçapoeta



      Clássica música dos geniais Raul Seixas e Paulo Coelho, a letra da canção trata das diferenças de visões de mundo e conflito de gerações.
      Raul dedica esta canção ao seu irmão Plínio, que, diferente de Raulzito, tomou um rumo mais “normal” na vida.
     Por outro lado, a concepção da letra teve a importantíssima colaboração de dom Paulete (apelido dado por Raul a Paulo Coelho), o lendário parceiro do maluco beleza.
     Pelo lado de Paulo, a canção expõe a conturbada relação de amor e sofrimento que o mago teve com seu velho e imponente pai, o senhor Pedro Queima Coelho.
     Na infância, adolescência e até no início de sua juventude, o velho Pedro não conseguia entender o universo do seu esquisito filho, chegou a internar o futuro escritor em uma clínica psiquiátrica com tratamento muitas vezes a base de eletro choque.
     No documentário Raul- o início, o fim e o meio, Plínio Seixas afirma que tal música fora feita para ele, e que gosta da mesma.
     Na biografia “O mago”, de Fernando Morais, ele revela que a letra fora feita para o pai de Paulo Coelho, o senhor Pedro Queima Coelho.
     Óbvio que o nome Pedro fora devido ao parceiro de Raul ter criado o “esqueleto" da letra, mas, Raulzito colocou elementos e a parte musical para assim também estender a música ao irmão mais novo, e assim, transformando “Meu amigo Pedro” em uma obra de arte, pois, um dos pilares da arte é sua plurissignificância.
    “Meu amigo Pedro”, composta nos anos 70, período que Raul e Paulo mergulharam de cabeça na “Lei de Thelema” , porémque resultou em esta grande composição para a música popular brasileira e também para o rock and roll brasileiro, ou, como preferia o baiano, um ye ye ye realista.


MEU AMIGO PEDRO

Música: Raul seixas

Letra: Raul seixas e Paulo Coelho

Lp: Há 10 mil anos atrás

Ano:1973



Muitas vezes, Pedro, você fala

Sempre a se queixar da solidão

Quem te fez com ferro, fez com fogo, Pedro

É pena que você não sabe não

Vai pro seu trabalho todo dia

Sem saber se é bom ou se é ruim

Quando quer chorar vai ao banheiro

Pedro, as coisas não são bem assim

Toda vez que eu sinto o paraíso

Ou me queimo torto no inferno

Eu penso em você, meu pobre amigo

Que só usa sempre o mesmo terno

Pedro, onde 'cê vai eu também vou

Pedro, onde 'cê vai eu também vou

Mas tudo acaba onde começou

Tente me ensinar das tuas coisas

Que a vida é séria e a guerra é dura

Mas se não puder, cale essa boca, Pedro

E deixa eu viver minha loucura

Lembro, Pedro, aqueles velhos dias

Quando os dois pensavam sobre o mundo

Hoje eu te chamo de careta, Pedro

Que você me chama vagabundo

Pedro, onde 'cê vai eu também vou

Pedro, onde 'cê vai eu também vou

Mas tudo acaba onde começou

Todos os caminhos são iguais

O que leva à glória ou à perdição

Há tantos caminhos, tantas portas

Mas somente um tem coração

E eu não tenho nada a te dizer

Mas não me critique como eu sou

Cada um de nós é um universo, Pedro

Onde você vai eu também vou

Pedro, onde 'cê vai eu também vou

Pedro, onde 'cê vai eu também vou

Mas tudo acaba onde começou

É que tudo acaba onde começou



Compositores: Paulo Souza / Paulo Coelho De Souza / Raul Seixas / Raul Santos Seixas

Letra de Meu amigo pedro © Warner/Chappell Music, Inc





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domingo, 29 de dezembro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


Ainda no útero da montanha há apenas um rio.
Em corrida para a foz, os rios são muitos.
Sumindo no mar, tornam a ser um.
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sábado, 28 de dezembro de 2013

Mário Quintana e as Indagações - Citado por Penélope Charmosa

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A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.



In “Do Caderno H”.
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Post Inesquecível do Duelos - Indicado por Ana

Indico este post como inesquecível do Duelos, pois é mais uma obra-prima do Moita. Lindo, perfeito, tocante!... Você está fazendo falta por aqui, mestre! Um abraço.



AO FILHO QUE NÃO NASCEU
(MOITA)

Minha mulher esperando
por sete meses seguidos.
Muitos nomes sugeridos
e a espera aumentando.
Coração desfibrilando,
o cérebro no apogeu.
Até que aconteceu
a morte do prematuro.
Todo amor dedico, eu juro
ao filho que não nasceu.

Dois filhos eu adotei
para ver se reparava
aquela tremenda trava
que com amargura fiquei.
Nada melhor encontrei
dentre o que aconteceu.
A família esqueceu
daquilo completamente.
Dedico-os como um presente
ao filho que não nasceu.




Visitem Moita
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Mário Quintana e a Carta - Citado por Penélope Charmosa

Quando completei quinze anos, meu compenetrado padrinho me escreveu uma carta muito, muito séria: tinha até ponto-e-vírgula! Nunca fiquei tão impressionado na minha vida.



In “Do Caderno H”.
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Mário Quintana, Lógica e Linguagem - Citado por Penélope Charmosa

Alguém já se lembrou de fazer um estudo sobre a estatística dos provérbios? Este, por exemplo: “Quem cospe para o céu, na cara lhe cai”. Tal desarranjo sintático faria a antiga análise lógica perder de súbito a razão.



In “Do Caderno H”.
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domingo, 22 de dezembro de 2013

Pedro Paixão e o “Quarto 909” - Citado por Violeta

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“O quarto é o 909. A porta fica aberta. Quando chegares, entra.” E deitei-me sobre a cama, duas almofadas debaixo da cabeça, um livro de poesia nas mãos. Por mais que tentasse ler, regressava sempre ao mesmo verso, “porque aqui não se pode amar, senão deixar-se amar”, por me parecer mesmo verdade e ficar a pensar nisso ou porque a ansiedade me imobilizou qualquer gesto. Eu estava à tua espera há muito tempo, é bem verdade.
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Pintura: “quarto”, de Violeta
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.Excerto do capítulo “Quarto 909”, do livro “Amor Portátil”.
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sábado, 21 de dezembro de 2013

Chove Frio - por Ana

Chove de forma pequena e lenta; chuva que chora; que impede o sol, não permitindo o dia plenamente iluminado; que embaça as cores e as formas de maneira pouca, mas suficiente para determinar um certo distanciamento. Chuva gelada, que pesa no amontoado de suas ralas gotas, mais por perdurar e ser insistente do que por fazer barulho, alardeando sua presença. Chuva quase silenciosa... incômoda para quem sai e triste para quem fica.
Eu gosto de chuva, amo esta refrescante manifestação da natureza, mas sei que hoje muitos cariocas estão, mais do que nunca, desejando o sol para derreter a solidão fria que brota destes pingos que congelam dentro de cada um como estalactites em grutas indefesas.
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Mário Quintana e os Escritos - Citado por Penélope Charmosa

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Se é proibido escrever nos monumentos, também deveria haver uma lei que proibisse escrever sobre Shakespeare e Camões.



In “Do Caderno H”.
William Shakespeare, Luís Vaz de Camões

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Reencarnação: reivindicando o seu passado, criando o seu futuro, de Lynn Elwell Sparrow - por Alba Vieira

 
Livro excelente que coloca a reencarnação como instrumento a possibilitar o crescimento pessoal e espiritual, indo além dos conceitos filosóficos e teológicos.
A autora se baseia na obra de Edgar Cayce, um dos maiores médiuns do mundo.
Aborda a filosofia da reencarnação. Apresenta as leis do carma (lei da continuação, das consequências, do retorno positivo e do equilíbrio). Mostra como usar e despertar as memórias de vidas passadas para o autoconhecimento e aprimoramento da alma. Fala das possibilidades de conhecer as vidas passadas, seja através de leituras mediúnicas, regressão por hipnose ou por caminhos não hipnóticos como imaginação criativa, meditação ou devaneios. Acrescenta ainda o acesso através do déjà vu, dos sonhos ou mesmo observação cuidadosa de experiências da vida diária.
Mas, o aspecto mais interessante da sua obra é chamar a atenção para a consciência de Cristo ou seja, estar aberto para a ‘graça’, que é algo que está impresso na mente profunda de todos nós e pode ser despertado pela vontade e que permite que façamos nossa evolução espiritual através da aceitação da nossa unidade com Deus. Isso permite que alcancemos a harmonia, o equilíbrio fazendo jus à nossa natureza espiritual, através da pura aceitação dessa verdade, não precisando mais alcançar o equilíbrio pelo ensinamento da lei de causa e efeito (carma).
 

domingo, 15 de dezembro de 2013

Friedrich Nietzsche e a Moral do Agir - Citado por Penélope Charmosa

Não acusamos a Natureza de imoral, se ela nos manda uma trovoada e nos molha: porque chamamos imoral à pessoa que prejudica? Porque, aqui, admitimos uma vontade livre exercendo-se arbitrariamente; ali, uma necessidade. Mas essa distinção é um erro. E mais: nem em todas as circunstâncias chamamos “imoral” mesmo ao ato de lesar com intenção; por exemplo, mata-se deliberadamente um mosquito, sem hesitação, apenas porque o seu zumbido nos desagrada, castiga-se com intenção o criminoso e inflige-se-lhe sofrimento, para nos protegermos a nós e à sociedade. No primeiro caso, é o indivíduo que, para se manter ou até para não se expor a um desagrado, faz sofrer intencionalmente; no segundo, é o Estado. Toda a moral aceita que se faça mal de propósito, em legítima defesa: ou seja, quando se trata da conservação de si próprio! Mas estes dois pontos de vista bastam para explicar todas as más ações cometidas por seres humanos contra seres humanos: ou se quer prazer para si ou se quer evitar desprazer; em qualquer dos sentidos, trata-se sempre da conservação de si próprio. Sócrates e Platão também têm razão: seja o que for que o homem faça, ele faz sempre o bem, isto é, aquilo que lhe parece bom (útil), consoante o grau da sua inteligência, consoante a respectiva medida da sua racionalidade.



In “Humano, Demasiado Humano”.
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sábado, 14 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

BRILHO NO OLHAR - por Kbçapoeta


Certa maneira de olhar
Revela-se estranhamente
Quando
A luz do seu olhar reflete no meu

Foi assim que meu olhar
Percebeu o seu

Naquele átimo você sorriu
Corou
Pois o brilho
Dos meus olhos


Era a luz que desejavas


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