Bem-vindo ao Duelos!
Valeu a visita!
Deixe seu comentário!
Um grande abraço a todos!
(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




sábado, 14 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

BRILHO NO OLHAR - por Kbçapoeta


Certa maneira de olhar
Revela-se estranhamente
Quando
A luz do seu olhar reflete no meu

Foi assim que meu olhar
Percebeu o seu

Naquele átimo você sorriu
Corou
Pois o brilho
Dos meus olhos


Era a luz que desejavas


Visitem Kbçapoeta

domingo, 8 de dezembro de 2013

Para Ler Como um Escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer escrevê-los, de Francine Prose - por Alexandre

 
 

 
Vale a pena ler


O começo do livro foi para mim um tanto monótono, mas depois que comecei a encontrar verdadeiras preciosidades de observações sobre como grandes autores criavam suas obras, passei a dar mais valor ao livro.

Gostei muito do que encontrei no capitulo Dialogo. Aprendi muito. Não pensei que um dialogo pode nos transmitir tantas coisas. Ou mesmo os Gestos, uma vez apropriados podem salientar certas características de um personagem.

Mas o que mais gostei de ler foi o capitulo Aprendendo com Tchekhov e Ler em busca de coragem. O primeiro nos mostra que Tchekhov lidava muito bem com detalhes, descrições e o método de envolver o leitor — habilidades marcantes. Em Ler em busca de coragem, encontramos motivações para enfrentar as dificuldades que o escritor encontra frequentemente: a insegurança de começar um livro, os processos complicados da edição estética do livro do escritor iniciante, o medo das editoras e o mais temível — pelo menos pra mim— a divulgação. Pois um livro que ninguém conhece, ninguém compra, ainda mais se não aparecer no Jô — rs. Permitam-me citar um trecho do referente capitulo: “Se a arte exigiu a vida de (Issac) Babel, podemos certamente enfrentar qualquer inconveniência ou esforço que pareça exigir de nós.”

Sinto-me encarregado de impugnar o “acréscimo à edição brasileira de Italo Moriconi” por ser enfadonha e especulativa. Concordo que os leitores brasileiros iriam se familiarizar com a obra mais facilmente com algum comentário sobre nossa graciosa literatura. Mas Moriconi o fez de forma desagradável. O digo por “seu capitulo” se perder em reflexões que, a essa altura do livro, são desnecessárias por já terem sido citadas por Prose. (Se quiserem podem ver meu comentário sobre isso no meu histórico de leitura, do mesmo livro.)

Nossa, que resenha grande! Vamos terminar logo então.

Recomendo Para Ler Como um Escritor pois nos dá uma visão muito ampla sobre as opções que temos para escrever romances e contos. Mesmo que “de cara” seja chato, insista. Mesmo que não goste do capítulo do Moriconi, termine. Foi o que eu fiz :).
.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Ana Hatherly, Ambiguidade e Ação - Citada por Penélope Charmosa

A Mentira é a recriação de uma Verdade. O mentiroso cria ou recria. Ou recreia. A fronteira entre estas duas palavras é tênue e delicada. Mas as fronteiras entre as palavras são todas tênues e delicadas.
Entre a recriação e o recreio assenta todo o jogo. O que não quer dizer que o jogo resulta sempre. Resulte seja o que for ou do que for.
A Ambiguidade é a Arte do Suspenso. Tudo o que está suspenso suspende ou equilibra. Ou instabiliza. Mas tudo é instável ou está suspenso.
Pelo menos ainda.
Ainda é uma questão de tempo. Tudo depende da noção de tempo ou duração ou extensão. A aceleração do tempo pode traduzir-se pela imobilidade, pois que a imobilidade pode traduzir-se por um máximo de aceleração ou um mínimo de extensão: aceleração tão grande que já não se veja o movimento ou o espaço ou a duração.
Tudo está sempre a destruir tudo. Ou qualquer coisa. Ou alguém. Mas estamos sempre a destruir tudo ou qualquer coisa. Ou alguém.
Os construtores demolem. No lugar onde estava o sopro, pormos pedras ou palavras: sinônimo de construção. Ou destruição. Ou ação.



In “O Mestre”.
.

Vou Ler... - por Ana


Kbça, depois que li seu comentário a respeito de “Vinhas da Ira”, percebi que faltava esta leitura em meus dias.  Já comprei e espero ler em breve.  Estou ansiosa. Valeu pela lembrança!
.John Steinbeck

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

domingo, 1 de dezembro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Quando eu disse ao caroço de laranja que dentro dele dormia um laranjal inteirinho, ele me olhou estupidamente incrédulo.
.

Antoine de Saint-Exupéry (Biografia) - Enviada por Ana

Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (29 de julho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo) foi um escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.
Apaixonado desde a infância pela mecânica, estudou a princípio no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Corix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.
A 17 de junho obtém, em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. No ano seguinte, 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Em 1926, recomendado por amigo, o Abade Sudour, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação, onde começa então sua carreira como piloto de linha, voando entre Toulouse, Casablanca e Dacar, na mesma equipe dos pioneiros Vacher, Mermoz, Guillaumet e outros. Foi por essa época, quando chefiou o posto de Cap Juby, que os mouros lhe deram o codinome de Senhor das Areias.
Faleceu durante uma missão de reconhecimento sobre Grenoble e Annecy. Recentemente, o alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry. Em 3 de novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo jamais foi encontrado.

Obra
Suas obras são caracterizadas por alguns elementos como a aviação e a guerra. Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França. Destaca-se “O Pequeno Príncipe”, romance de grande sucesso de Saint-Exupéry. Foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos, quando teria feito visitas a Recife.
“O Pequeno Príncipe” pode parecer simples, porém apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geógrafo, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O personagem principal vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu repensar o que é realmente importante na vida.
O romance mostra uma profunda mudança de valores, e sugere ao leitor o quão equivocados podem ser nossos julgamentos, e como eles podem nos levar à solidão. O livro leva à reflexão sobre a maneira que nos tornamos adultos, entregues às preocupações diárias e esquecidos da criança que fomos e somos.
“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós”. – Antoine de Saint-Exupéry

Livros
1926 - O Aviador
1929 - Correio do Sul
1931 - Voo Noturno
1939 - Terra dos Homens
1942 - Piloto de Guerra
1943 - O Pequeno Príncipe
1943/1944 - Lettre à un Otage
Póstumos
1948 - Citadelle
1953 - Lettres de Jeunesse
1953 - Carnets
1955 - Lettres à sa Mère
1982 - Écrits de Guerre
2007 - Manon, Danseuse
.
.
Fonte: Wikipédia
.

Viagem nas Cores - por Alba Vieira

Viajar nas cores é deixar a imaginação levar você por caminhos inesperados, tortuosos, promissores e sempre gratificantes.
É ampliar sua visão, permitir que ela se estenda para além do que é evidente.
Tentar enxergar o que está por trás é uma necessidade nos tempos atuais. Se o concreto não preenche suas lacunas, se tantas vezes o assusta, tente ver por outro ângulo.
Continuar a viver mantendo a esperança, única possibilidade existente para termos paz, só depende da transformação que pode ser efetuada em cada um de nós, se assim quisermos.
É sempre possível melhorar e resgatar os valores que parecem irremediavelmente perdidos, desde que consigamos ampliar a consciência e desenvolver a flexibilidade. Devemos então estar abertos para as mudanças e sermos rápidos nesse processo de adaptação à nova realidade.
A pintura abstrata traz um universo de cores que se misturam e compõem imagens que podem ser concebidas por cada observador, segundo o seu ponto de vista.
Assim, a proposta de viajar nas cores é exercitar a capacidade de desenhar a paisagem do caminho que você fará ao caminhar, com as cores que se permitir combinar, enxergando novas possibilidades em tudo o que viver. Ou seja, é treinar desenvolver a habilidade de criar a sua própria realidade, de acordo com os seus pensamentos e sentimentos.
Ter uma boa viagem só depende de você.



Visitem Alba Vieira
.

sábado, 30 de novembro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Gostaria de ser como a água do riacho que lava e, com seu acalanto, faz dormir as pedras ribeirinhas e segue adiante, sem esperar agradecimentos.
.

O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde - por Ana

 
 
A busca involuntária pela verdade

 
“O Retrato de Dorian Gray” é intrigante, revoltante, por vezes detestável, se nos deixamos levar pelas reações que surgem às atitudes do protagonista.  Uma pessoa sem escrúpulos, se aproveita de um fato inusitado que ocorre em sua vida e permite que ele esteja mais à vontade para agir da forma amoral que lhe é peculiar.
Ao mesmo tempo, é um livro instigante, questionador e inesquecível.  Todos que o leram, certamente se colocaram, em algum momento, no lugar de Dorian Gray, e pensaram, inevitavelmente, como agiriam se tivessem a oportunidade que ele teve.  Se pudessem ter liberdade para manifestar seu lado sombrio sem o risco comum da punição social.
O livro é um teste de caráter para cada leitor: provoca uma séria discussão com a nossa própria sombra, que inveja um retrato como aquele e tenta, a todo custo, nos convencer das vantagens de tê-lo.
O retrato, afinal, torna-se nosso.  Visitamos nossos desejos mais obscuros, nossas tendências recalcadas, nossas vontades represadas, nossos pensamentos proibidos.  Oscar Wilde nos faz abrir a porta de nosso reino abissal, nos obriga a percorrer nossos recantos mais sombrios, nos faz descobrir um espelho indesejado e olhar profundamente em nossos próprios olhos, buscando a verdade mais terrível.
Ou não.
.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Uma Amizade com Deus: um diálogo incomum, de Neale Donald Walsch - por Alexandre

 
 


 
 
Continuação de Conversando com Deus.



Para quem leu a trilogia Conversando com Deus, este livro irá além do que lemos na trilogia. Temos aqui a oportunidade de ter uma amizade com Deus.
O centro do livro são os Sete Passos para a Amizade com Deus. Mas uma coisa que chamou muito a minha atenção foi a apresentação do que acontece no momento em que deixamos o mundo físico.
Em resumo, este livro se preocupa com as implicações práticas da trilogia Conversando com Deus. E recomendo.
.

Assassinato - por Vicenzo Raphaello

Estava a vazar

Veio o incauto inseto
e lá me pica
que vermelha fica

Num gesto preciso
meu jato acerta
o infeliz mosquito

Assim assassinado
para a descarga vai
o pobre coitado

Cometido foi
o crime perfeito

Apesar da prova que fica
a escondida picada
e tábua molhada.
.

O Jogo - por Leo Santos

Tenra vida lançou-se ao mar
porque abriu mão de viver;
outra fez o mesmo,
pois não abriu mão daquela,
tentando convencer que ela,
não estava em tempo de morrer;

Que estranha opção! Qual razão,
pra um pulso tão jovem,
lançar-se ao fogo?
Danando a terra
quebrando sementes, atos dementes,
de quem perdeu tudo no jogo.

Mas qual jogo?
Se nem idade tinha,
pra frequentar um cassino…?
A vida começa a morrer,
quando nosso labor, nosso lazer,
se dão num barco clandestino.

Mercadores de ilusão
atraem a alma pra alto mar,
sorte trágica!
A terra firme da família tem muita luz,
e somente na penumbra,
se opera sua mágica…



Visitem Leo Santos
.

Alfred Montapert, Pensamento e Ação - Citado por Penélope Charmosa

O movimento não é progresso, assim como a atividade não é realização. O esquilo na sua gaiola rotativa faz movimento e mostra atividade sem chegar a parte alguma. Quem se deixa ir ao sabor das ondas pode ter grande atividade mas mover-se para trás. A sua energia pode dissipar-se, como o vapor de água no espaço vazio, se falar demais sobre os seus planos. Seja um executor, não um falador.
Pense, sim, mas não divague até outra pessoa pensar, resolver e agir. O homem que tem de ser convencido a agir antes de entrar em atividade não é um homem de ação... tem de agir conforme respira. Proceda como se fosse impossível falhar. Só as suas ações determinam e mostram o seu valor. Se ficar recostado e quieto vendo o mundo passar - o mundo passa mesmo. Não há nenhuma força do destino a planejar a vida dos homens. O que nos sucede, de bom ou de mau, é quase sempre o resultado da nossa ação ou da falta dela. A ação é a base de qualquer realização.



In “A Suprema Filosofia do Homem”.
.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Comunicação com os Espíritos, de Linda Georgian - por Alba Vieira

 
Este livro é interessante porque relata a experiência de pessoas com capacidades mediúnicas e pessoas comuns que tiveram contatos com pessoas que já tinham morrido. O seu objetivo é dar conforto àqueles que perderam entes queridos, afirmando que a vida continua após a morte, só que em outra dimensão. Nos esclarece sobre formas que podemos desenvolver para alcançar a comunicação com os mortos, através de observação e preparação de nossos corpos físico e emocional, a fim de ser possível ultrapassar as barreiras dos nossos cinco sentidos. Mostra ainda como entender a alma em uma dimensão cultural, filosófica e científica. Descreve como outras culturas encaram a morte e como diferentes religiões lidam com ela Demonstra ainda como os xamãs através do contato com ancestrais mortos promovem a cura de doentes. É uma leitura interessante.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


Sentindo dilaceradas suas carnes e a queda de seus membros, a mangueira agradecia ao homem que a podava. Agradecia aquela dor necessária ao esplendor de sua floração, à fartura de sua futura safra.
.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Auguste Comte e as Mulheres - Citado por Ana

 
Superiores pelo amor, mais dispostas a subordinar a inteligência e a atividade ao sentimento, as mulheres constituem espontaneamente seres intermediários entre a Humanidade e os homens.
.

domingo, 24 de novembro de 2013

Lya Luft e a “Canção na Plenitude” - Citada por Penélope Charmosa

Não tenho mais os olhos de menina
nem corpo adolescente, e a pele
translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura
agrandada pelos anos e o peso dos fardos
bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)

O que te posso dar é mais que tudo
o que perdi: dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir
quando em outros tempos choraria,
busca te agradar
quando antigamente quereria
apenas ser amada.
Posso dar-te muito mais do que beleza
e juventude agora: esses dourados anos
me ensinaram a amar melhor, com mais paciência
e não menos ardor, a entender-te
se precisas, a aguardar-te quando vais,
a dar-te regaço de amante e colo de amiga,
e sobretudo força — que vem do aprendizado.
Isso posso te dar: um mar antigo e confiável
cujas marés — mesmo se fogem — retornam,
cujas correntes ocultas não levam destroços
mas o sonho interminável das sereias.



In “Secreta Mirada”.
.