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sábado, 7 de dezembro de 2013

Vou Ler... - por Ana


Kbça, depois que li seu comentário a respeito de “Vinhas da Ira”, percebi que faltava esta leitura em meus dias.  Já comprei e espero ler em breve.  Estou ansiosa. Valeu pela lembrança!
.John Steinbeck

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

domingo, 1 de dezembro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Quando eu disse ao caroço de laranja que dentro dele dormia um laranjal inteirinho, ele me olhou estupidamente incrédulo.
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Antoine de Saint-Exupéry (Biografia) - Enviada por Ana

Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (29 de julho de 1900, Lyon - 31 de julho de 1944, Mar Mediterrâneo) foi um escritor, ilustrador e piloto da Segunda Guerra Mundial, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.
Apaixonado desde a infância pela mecânica, estudou a princípio no colégio jesuíta de Notre-Dame de Saint-Corix, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano da Primeira Guerra Mundial, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, em Friburgo, na Suíça, onde permanece até 1917. Quatro anos mais tarde, em abril de 1921, Antoine inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.
A 17 de junho obtém, em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. No ano seguinte, 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Em 1926, recomendado por amigo, o Abade Sudour, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação, onde começa então sua carreira como piloto de linha, voando entre Toulouse, Casablanca e Dacar, na mesma equipe dos pioneiros Vacher, Mermoz, Guillaumet e outros. Foi por essa época, quando chefiou o posto de Cap Juby, que os mouros lhe deram o codinome de Senhor das Areias.
Faleceu durante uma missão de reconhecimento sobre Grenoble e Annecy. Recentemente, o alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry. Em 3 de novembro, em homenagem póstuma, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo jamais foi encontrado.

Obra
Suas obras são caracterizadas por alguns elementos como a aviação e a guerra. Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França. Destaca-se “O Pequeno Príncipe”, romance de grande sucesso de Saint-Exupéry. Foi escrito durante o exílio nos Estados Unidos, quando teria feito visitas a Recife.
“O Pequeno Príncipe” pode parecer simples, porém apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geógrafo, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O personagem principal vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu repensar o que é realmente importante na vida.
O romance mostra uma profunda mudança de valores, e sugere ao leitor o quão equivocados podem ser nossos julgamentos, e como eles podem nos levar à solidão. O livro leva à reflexão sobre a maneira que nos tornamos adultos, entregues às preocupações diárias e esquecidos da criança que fomos e somos.
“Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós”. – Antoine de Saint-Exupéry

Livros
1926 - O Aviador
1929 - Correio do Sul
1931 - Voo Noturno
1939 - Terra dos Homens
1942 - Piloto de Guerra
1943 - O Pequeno Príncipe
1943/1944 - Lettre à un Otage
Póstumos
1948 - Citadelle
1953 - Lettres de Jeunesse
1953 - Carnets
1955 - Lettres à sa Mère
1982 - Écrits de Guerre
2007 - Manon, Danseuse
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Fonte: Wikipédia
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Viagem nas Cores - por Alba Vieira

Viajar nas cores é deixar a imaginação levar você por caminhos inesperados, tortuosos, promissores e sempre gratificantes.
É ampliar sua visão, permitir que ela se estenda para além do que é evidente.
Tentar enxergar o que está por trás é uma necessidade nos tempos atuais. Se o concreto não preenche suas lacunas, se tantas vezes o assusta, tente ver por outro ângulo.
Continuar a viver mantendo a esperança, única possibilidade existente para termos paz, só depende da transformação que pode ser efetuada em cada um de nós, se assim quisermos.
É sempre possível melhorar e resgatar os valores que parecem irremediavelmente perdidos, desde que consigamos ampliar a consciência e desenvolver a flexibilidade. Devemos então estar abertos para as mudanças e sermos rápidos nesse processo de adaptação à nova realidade.
A pintura abstrata traz um universo de cores que se misturam e compõem imagens que podem ser concebidas por cada observador, segundo o seu ponto de vista.
Assim, a proposta de viajar nas cores é exercitar a capacidade de desenhar a paisagem do caminho que você fará ao caminhar, com as cores que se permitir combinar, enxergando novas possibilidades em tudo o que viver. Ou seja, é treinar desenvolver a habilidade de criar a sua própria realidade, de acordo com os seus pensamentos e sentimentos.
Ter uma boa viagem só depende de você.



Visitem Alba Vieira
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sábado, 30 de novembro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira

Gostaria de ser como a água do riacho que lava e, com seu acalanto, faz dormir as pedras ribeirinhas e segue adiante, sem esperar agradecimentos.
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O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde - por Ana

 
 
A busca involuntária pela verdade

 
“O Retrato de Dorian Gray” é intrigante, revoltante, por vezes detestável, se nos deixamos levar pelas reações que surgem às atitudes do protagonista.  Uma pessoa sem escrúpulos, se aproveita de um fato inusitado que ocorre em sua vida e permite que ele esteja mais à vontade para agir da forma amoral que lhe é peculiar.
Ao mesmo tempo, é um livro instigante, questionador e inesquecível.  Todos que o leram, certamente se colocaram, em algum momento, no lugar de Dorian Gray, e pensaram, inevitavelmente, como agiriam se tivessem a oportunidade que ele teve.  Se pudessem ter liberdade para manifestar seu lado sombrio sem o risco comum da punição social.
O livro é um teste de caráter para cada leitor: provoca uma séria discussão com a nossa própria sombra, que inveja um retrato como aquele e tenta, a todo custo, nos convencer das vantagens de tê-lo.
O retrato, afinal, torna-se nosso.  Visitamos nossos desejos mais obscuros, nossas tendências recalcadas, nossas vontades represadas, nossos pensamentos proibidos.  Oscar Wilde nos faz abrir a porta de nosso reino abissal, nos obriga a percorrer nossos recantos mais sombrios, nos faz descobrir um espelho indesejado e olhar profundamente em nossos próprios olhos, buscando a verdade mais terrível.
Ou não.
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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Uma Amizade com Deus: um diálogo incomum, de Neale Donald Walsch - por Alexandre

 
 


 
 
Continuação de Conversando com Deus.



Para quem leu a trilogia Conversando com Deus, este livro irá além do que lemos na trilogia. Temos aqui a oportunidade de ter uma amizade com Deus.
O centro do livro são os Sete Passos para a Amizade com Deus. Mas uma coisa que chamou muito a minha atenção foi a apresentação do que acontece no momento em que deixamos o mundo físico.
Em resumo, este livro se preocupa com as implicações práticas da trilogia Conversando com Deus. E recomendo.
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Assassinato - por Vicenzo Raphaello

Estava a vazar

Veio o incauto inseto
e lá me pica
que vermelha fica

Num gesto preciso
meu jato acerta
o infeliz mosquito

Assim assassinado
para a descarga vai
o pobre coitado

Cometido foi
o crime perfeito

Apesar da prova que fica
a escondida picada
e tábua molhada.
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O Jogo - por Leo Santos

Tenra vida lançou-se ao mar
porque abriu mão de viver;
outra fez o mesmo,
pois não abriu mão daquela,
tentando convencer que ela,
não estava em tempo de morrer;

Que estranha opção! Qual razão,
pra um pulso tão jovem,
lançar-se ao fogo?
Danando a terra
quebrando sementes, atos dementes,
de quem perdeu tudo no jogo.

Mas qual jogo?
Se nem idade tinha,
pra frequentar um cassino…?
A vida começa a morrer,
quando nosso labor, nosso lazer,
se dão num barco clandestino.

Mercadores de ilusão
atraem a alma pra alto mar,
sorte trágica!
A terra firme da família tem muita luz,
e somente na penumbra,
se opera sua mágica…



Visitem Leo Santos
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Alfred Montapert, Pensamento e Ação - Citado por Penélope Charmosa

O movimento não é progresso, assim como a atividade não é realização. O esquilo na sua gaiola rotativa faz movimento e mostra atividade sem chegar a parte alguma. Quem se deixa ir ao sabor das ondas pode ter grande atividade mas mover-se para trás. A sua energia pode dissipar-se, como o vapor de água no espaço vazio, se falar demais sobre os seus planos. Seja um executor, não um falador.
Pense, sim, mas não divague até outra pessoa pensar, resolver e agir. O homem que tem de ser convencido a agir antes de entrar em atividade não é um homem de ação... tem de agir conforme respira. Proceda como se fosse impossível falhar. Só as suas ações determinam e mostram o seu valor. Se ficar recostado e quieto vendo o mundo passar - o mundo passa mesmo. Não há nenhuma força do destino a planejar a vida dos homens. O que nos sucede, de bom ou de mau, é quase sempre o resultado da nossa ação ou da falta dela. A ação é a base de qualquer realização.



In “A Suprema Filosofia do Homem”.
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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Comunicação com os Espíritos, de Linda Georgian - por Alba Vieira

 
Este livro é interessante porque relata a experiência de pessoas com capacidades mediúnicas e pessoas comuns que tiveram contatos com pessoas que já tinham morrido. O seu objetivo é dar conforto àqueles que perderam entes queridos, afirmando que a vida continua após a morte, só que em outra dimensão. Nos esclarece sobre formas que podemos desenvolver para alcançar a comunicação com os mortos, através de observação e preparação de nossos corpos físico e emocional, a fim de ser possível ultrapassar as barreiras dos nossos cinco sentidos. Mostra ainda como entender a alma em uma dimensão cultural, filosófica e científica. Descreve como outras culturas encaram a morte e como diferentes religiões lidam com ela Demonstra ainda como os xamãs através do contato com ancestrais mortos promovem a cura de doentes. É uma leitura interessante.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Hermógenes - Citado por Alba Vieira


Sentindo dilaceradas suas carnes e a queda de seus membros, a mangueira agradecia ao homem que a podava. Agradecia aquela dor necessária ao esplendor de sua floração, à fartura de sua futura safra.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Auguste Comte e as Mulheres - Citado por Ana

 
Superiores pelo amor, mais dispostas a subordinar a inteligência e a atividade ao sentimento, as mulheres constituem espontaneamente seres intermediários entre a Humanidade e os homens.
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domingo, 24 de novembro de 2013

Lya Luft e a “Canção na Plenitude” - Citada por Penélope Charmosa

Não tenho mais os olhos de menina
nem corpo adolescente, e a pele
translúcida há muito se manchou.
Há rugas onde havia sedas, sou uma estrutura
agrandada pelos anos e o peso dos fardos
bons ou ruins.
(Carreguei muitos com gosto e alguns com rebeldia.)

O que te posso dar é mais que tudo
o que perdi: dou-te os meus ganhos.
A maturidade que consegue rir
quando em outros tempos choraria,
busca te agradar
quando antigamente quereria
apenas ser amada.
Posso dar-te muito mais do que beleza
e juventude agora: esses dourados anos
me ensinaram a amar melhor, com mais paciência
e não menos ardor, a entender-te
se precisas, a aguardar-te quando vais,
a dar-te regaço de amante e colo de amiga,
e sobretudo força — que vem do aprendizado.
Isso posso te dar: um mar antigo e confiável
cujas marés — mesmo se fogem — retornam,
cujas correntes ocultas não levam destroços
mas o sonho interminável das sereias.



In “Secreta Mirada”.
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Minha Princesa - por Adir Vieira

Acordo mais cedo do que de costume.
Teimo em ficar na cama, mas não consigo.
Sei que é a saudade que vou sentir que, como a me lembrar que vou sofrer, veio me acordar.
Levanto e olho ao redor. Vejo seu ursinho na mesinha de cabeceira e um sorriso surge em meu rosto, misto de alegria e tristeza, quando lembro do ritual que, com ela, fazemos todas as noites. Com as mãos postas, pergunta: - Estão preparados? À nossa afirmação, só então aperta a barriguinha do urso que começa a rezar o Pai Nosso. Todas as noites, com sono ou sem sono, seguimos com grande prazer essa sua vontade de nos fazer participar das suas orações antes de dormir.
Caminhando pela casa, vejo por todos os lados vestígios de sua presença - se abro uma gaveta, encontro desenhos ou anotações suas com aquela letrinha arredondada que, já tão cedo, identifica sua personalidade sensível. No banheiro, o rolo de papel higiênico desenrolado até o chão aponta que por ali ela passou há poucos minutos. Até a posição das cadeiras, na sala, identifica que numa de suas corridas para nos pegar de surpresa esbarrou em uma delas.
Sua garrafinha de água sempre em cima da pia da cozinha, com água filtrada e quente, me faz vê-la, nos seus gestos delicados, com toda a calma dizendo que preciso enchê-la de novo.
Olho três adesivos colados em minha geladeira e sorrio sozinha da minha permissividade com ela. Eu, que cheia de manias de limpeza, não gosto de nada fora dos seus lugares, vou ter que conviver com o Bob Esponja e com a Isa TKM olhando para mim, pois se tirar ela vai dizer, com aquela voz única, que eu não tive consideração com ela.
De repente, vejo um cartaz colado mais acima, escrito por ela mesma, que diz eu amo vocês! Foi colado semana passada, talvez porque, também ela, já sentia saudades antecipadas.
Amanhã vem o reinício das aulas e ela precisa retornar para casa, para sua vidinha.
E eu preciso fazer sua mala e me dar conta de que não esqueci de nada. Preciso também retornar a minha vida, aos meus interesses, ao meu amor, aos meus amigos...
Sei que apesar de todo o trabalho que uma criança requer, parte do meu coração vai com ela e, como sempre, até as próximas férias, nossa saudade vai estar clamando por sua volta.



Visitem Adir Vieira
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

terça-feira, 12 de novembro de 2013

ETC E OUTRAS COISAS - por Kbçapoeta




        É estranho os seres humanos buscarem uma unidade, religião, entendimento com o próximo se eles são tão díspares entre si.
        Chego quase a afirmar que, o que une as pessoas são as diferenças, como o que alivia os
homens não é a presença de Deus, mas, sim a sua ausência.
        Em nossa sociedade de agora ou de outrora as verdades sempre foram transitórias. Vejamos alguns exemplos disso: Ovo, chocolate, sexo, drogas, religião, trabalho, sono e muitos outros exemplos que poderia citar.
       Atualmente minha verdade, consciência e entendimento transitório sugerem-me que um mundo igual, uniforme e corriqueiro seria um tédio. Não evoluiria e talvez nem existisse.
       Crentes dizem que Deus surgiu, fez surgir o mundo, pessoas e formas de vidas diferentes, porém a ciência afirma que o choque de micro células diferentes que se completaram é que fez surgir o mundo.
       A certeza é que tanto Deus ou a ciência admitem que as formas de vida existem por causa das manifestações das diferenças que se deram através do contato com o diferente, ou seja, a vida animal, humana e até o sexo se deram pela junção dos diferentes.
      O prazer pleno se dá através do outro. Nem a masturbação funciona se não houver a imagem de outro ser diferente.
     Não estamos sozinhos no mundo justamente por que somos diferentes, etc e outras coisas



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"Ser diferente é do caralho"
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Mário Quintana e o Estilo - Citado por Penélope Charmosa

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O estilo é uma dificuldade de expressão.



In “Do Caderno H”.
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