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Temos errado em supor que
eu sou um e tu és outro. Vale a pena escutar a inteligente advertência de um
rio que assim falou a outro:
- Não somos dois rios
nascidos de fontes diferentes, correndo em leitos diferentes, sem nada ter um
com o outro. Se achamos que não somos um só é porque uma ilha fluvial nos
separa e nos ilude. O nome desta ilha é Ignorância.
Prepara o palco para tantas
fantasias E faz o coração se fartar
com mil amores. É o que confere alegria à
alma Colorindo paisagens para
viagens inesquecíveis Mas tudo se desvanece
quando chegaaurora. Acordamos sem saber o
quanto fomos felizes.
o mar, fiel adepto do
tabagismo, o faz com largos tragos
infinitos, permitidos apenas para o
deleite solitário, fumo áspero da
observância,
de alguém que há eras
espera por doses
matinais de ventos frutíferos e
saborosos, carregados com aromas da
estação;
de alguém que
espera pássaros de alma
branca da imensidão das
águas que chegam com as primeiras
notas brancas de
luz, com penas
graciosas de
veludo arbóreo, sutil e duro
seres distintos,
raros como as árvores de plumagem
aérea, estabelecidas entre as
nuvens, porto e cais dessas linhagens
ancestrais, estalagem de brisa e
migração, no qual se falam línguas
sussurradas, próprias a esses lugares
mágicos e seus seres cultos de
simplicidade;
é a esperada boa nova
esquecida espera por palavras
soltas, livres, de alma limpa e
branca, dançarinas sob chuva
divina de prata, néctar e
seiva
velho na varanda do
mundo de esperança calma e
crente, apego
voluntário ao vício do fogo
antigo, às damas de
branco e casamentos em
jardins
apenas a
vigília de uma alma
velha, desgastada na
umidade, mais um vício
louco, um apego
tosco,
devaneio
nostálgico de uma vida
passada, alucinação
profética, crença particular
desacreditada
o esperar de
uma espécime
rara, desconhecida, inútil, cansada, antiquada, num mundo de
pó e palavras
rápidas
apenas maré, hábito
cotidiano, diligência prazerosa vício
voluntário de um viver, tão velho
quanto o
mundo
PARA QUEM TRABALHA COM FÉ E SE PREPARA, PARA QUEM CRÊ QUE VAI RECEBER ALGO QUE NÃO TEM, O MELHOR, E NÃO PARA. (TÉRCIO STHAL)
TERRA, CÉU E MAR
Acordar cedo para ver o Sol brilhar
na nova manhã que se descortina,
não há dinheiro que possa pagar
esta bela dádiva de origem divina.
Durante o dia, todo dia agradecer,
compartilhar tudo o que for bom,
cada coisa e ensino que receber,
no verso e reverso de cada tom.
Quando a noite vem, as forças revigorar,
sob o brilho das Estrelas e da Lua,
ouvindo o barulhinho das ondas do Mar
que invade o coração e a mente nua.
Sem olhar só para o chão para ver estrelas,
sem olhar só para o Céu e, pensando vê-las,
cair no próximo buraco, se ferir e se machucar,
depender de socorro e de alguém para cuidar.
Estamos
em férias e assim, todos os dias são domingo.
Estranho
esse poder da vida de transformar os ânimos a partir de um raio de sol. O
acordar no verão é totalmente diverso. Parece que alguém vem nos despertar para
a vida lá fora. Cedo as pessoas já estão na rua, aproveitando a pouca aragem
fresca para cumprirem seus afazeres das compras. Senão, para seguirem rumo às
praias, sem enfrentar os engarrafamentos.
Uma
coisa é certa. Todos, quase sem exceção, compartilham essa alegria que o calor
do verão nos proporciona. Nessa
época, todos ignoram a falta de segurança e os perigos reinantes na Cidade e
enchem bares e restaurantes com suas peles bronzeadas pelo sol do dia inteiro.
Fase
boa, tempo feliz, em que o calor enche nossos peitos de força e coragem.
em pé no fundo azul de uma tela atrás da qual luz natural adentra a janela por onde ao levantar quase nada o olhar vejo o sol aberto amarelar as folhas da acácia em alvoroço: Marcelo está para chegar. E de repente, de fora do presente, pareço apenas lembrar disso tudo como de algo que não há de retornar jamais e em lágrimas exulto de sentir falta justamente da tarde que me banha e escorre rumo ao mar sem margens de cujo fundo veio para ser mundo e se acendeu feito um fósforo, e é tarde.
Ela a vista sobre suas curvas
aproveitou-se o tom do muro com seus toques depredados assim tornando-se
estrias desta bela e sensual mulher acompanhada de peixes sobre seu mar.
Pararam pra reparar?
Estão ouvindo esse som?
Pulsando seco no ar
Merece nossa atenção!
Preparem bem os sensores
Para poder captar
Parem usinas motores
Para ouvirmos bater
Dum! Dum! Dum!
Seu clamar
Som de corte pungente, mundo doente além da conta
Sangra lucro imediato mas a cura de fato não aponta
Em uma remota viela a voz de uma santa faz menção
Um axé acapella feroz insinua o batidão
Pararam pra reparar?
Estão ouvindo esse som?
Reparem não vai parar
Diante a tal condição
Jogos de egos gigantes
Sem dar sossego à fatal pulsação
Que segue até seu furor
Tornar-se ensurdecedor
Dum! Dum! Dum!
Seu clamar
Chega de jogar confete, de botar enfeites, achar desculpas
É guerra, é dente por dente e rasga somente carne crua
Rouco um cantor se esgoela sozinho em meio a uma multidão
Um axé acapella feroz insinua o batidão
E se bater vai matar!
E se bater vai tremer!
Não sobrará mais que o leito de um rio
Que escorre a prenda de um passado sombrio
Enquanto o homem não acorda
Idiota! Nem nota!
Se enforca com a corda da própria tensão
E um axé feito acapella
Vai se transformando num batidão
Aí é choro doído, é sonho moído, é fim de trilha
Já mortalmente ferido um lobo banido da matilha
Silente um bom Deus vela a terra sagrada da ingratidão
Um axé acapella feroz insinua o batidão!
Gemer Sufocar Uiva de pernas bambas sem forças para sair, cai de tanto gozo. Não aguenta mais, não sabe mais o que fazer. Segue na extrema necessidade de voar sem asas. Nem imagina mais. Sua vontade louca termina em total êxtase sem ser o final. Apenas treme, geme continua sem leme. E se entrega, nem que seja por uma única vez.
Poty – 12/12/2012
És tão meiga e sensual e ainda mais com estas
palavras de amor torna-se uma Deusa sonhadora, não deixe de sonhar
porque é através deles que se consegue viver! Você me atingiu e me
sensibilizou com este teu jeito carinhoso de falar de amor.
Quando se conheceram eram novos e a vida se expunha como potencial. Poderiam ser tudo. Se encontraram, apaixonaram, começaram um relacionamento.
E tudo seguia bem até que perceberam que já não poderiam passar apenas como o que vão ser, eles teriam de trabalhar para fazer acontecer. A vida, que já não era fácil, se tornou complicada. Algo se partiu
nesta caminhada e ficou perdido.
Como se o que tinham apenas poderia existir naquelas condições normais de temperatura e pressão.
Distanciaram-se e hoje constroem sozinhos o caminho para o que serão.
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Tenho aqui na garganta,
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O grito,
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A sina do porco espinho
-
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Que não pode receber carinho
Como é dura a vida de um porco espinho
Tão sozinho, tão sozinho
Todo mundo quer um cacho...
Antífona da chuva
-
I
Limalhas de aço a sibilar liquidamente
Espaço entre o corte e a compostura,
A presença da água assim como o desatino
A fazer mais úmida a caminhada do hoje...
'Corum'
-
Amarelo sol que entra pela janela, rastros de um sentimento que se fez.
Feito criança que brinca na areia da praia, e transforma sonho em dia
claro. Em m...
Satsang
-
Encontro Com a Verdade
*Pergunta: *Discípulo é o mesmo que disciplina?
*Resposta:* Sim, a palavra discípulo vem da mesma raiz da palavra
disciplina. Por...