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(Aviso: Os textos em amarelo pertencem à categoria
Eróticos.)




domingo, 11 de novembro de 2012

"Tenho Mais Almas que Uma", de Ricardo Reis - Citado por Ana


Vivem em nós inúmeros;
Se penso ou sinto, ignoro
Quem é que pensa ou sente.
Sou somente o lugar
Onde se sente ou pensa.

Tenho mais almas que uma.
Há mais eus do que eu mesmo.
Existo todavia
Indiferente a todos.
Faço-os calar: eu falo.

Os impulsos cruzados
Do que sinto ou não sinto
Disputam em quem sou.
Ignoro-os. Nada ditam
A quem me sei: eu ’screvo.

.Fernando Pessoa

Agradecimento - por Alba Vieira



Valei-me Deus por cada lampejo de razão!
Pois que o homem que não pensa
É só um joguete num folguedo de ilusão.
 
Pensar tempera a emoção sem negá-la.
Sonhai, incautos, com o deleite!
E esperai pela mansidão!
Esperança é a última que morre...
 
Mas, cuidado! Aqui é lugar de embates.
Só os fracos é que esperam em vão.
 
Entretanto, a paz só aparece
Quando a mente é a ponte para dentro.
O descobrimento do Eu real acontece.
É o êxtase, o verdadeiro encontro.


 

QUAL A RAZÃO DE SER, OU A GRAÇA QUE HÁ, - por Tércio Sthal

EM TRANSFORMAR-SE NUMA FARSA.
(MITSUO AIDA)
 




EM CENA

Quero que caiam as máscaras,

o jogo de cena e seus disfarces,
quero que ressurjam as pessoas
revelando suas próprias faces.
 
Eu quero que cada circunstância,
cada momento, cada interveniência,
seja de grande valia e importância
e possa me servir como referência.
 
Vou preferir permanecer em cena
não quero desistir do que acredito,
vou lutar por algo que valha a pena
mesmo que tenha que correr perigo.
 
Quero entender o que diz a bula,
para não fazer coisas sem sentido,
e compreender até voz de mula,
para aprender a avaliar o que digo.
 
Se eu tiver que atravessar o deserto
vou beber água, mais água, mais água,
como o camelo que sabe, por certo,
como pesam, nas costas, as cargas.
 
                           Visitem Tércio Sthal

 
 

Antonio Cícero e “O Grito” - Enviado por Penélope Charmosa

 
Estou acorrentado a este penhasco
logo eu que roubei o fogo dos céus.
Há muito tempo sei que este penhasco
não existe, como tampouco há um deus
a me punir, mas sigo acorrentado.
Aguardam-me amplos caminhos no mar
e urbes formigantes a sonhar
cruzamentos febris e inopinados.
Você diz “claro” e recomenda um amigo
que parcela pacotes de excursões.
Abutres devoram-me as decisões
e uma ponta do fígado mas digo
E daí? Dia desses com um só grito
eu estraçalho todos os grilhões.
 
 
 


In “A Cidade e os Livros”, p. 33.
 

(Sem Título) - por Poty


Quando penso em você são sensações de alívio, de prazer...
Entro numa zona de conforto.
É prazeroso pensar em ti
É confortante conversar contigo
Sinto estar voando
Percebo ao meu lado
Como é bom saber que moras em meu coração.
Sonhar contigo me faz bem,
Sentir-me outro.
Pensei, penso
Sonhei e gostei
Vou sonhar muito mais!
Você é demais!

Visitem Poty


Selo “É Bom Saber que Você Está... Aí...” - Recebido de Gio

 


Regrinhas

1. Postar o blog que te indicou:
Blog do Gio.

 2. Escrever qual o significado dos comentários que seus amigos fazem em suas postagens:
como o Duelos é um blog coletivo, não há como responder a esta questão.

3. Indicar 6 blogs
(de preferência, daquelas pessoas que você corre nas suas postagens para ver se ela comentou):
conforme shintoni fazia, a indicação vai para os blogs de todos os autores.


O Duelos agradece, Gio!
 

 

sábado, 10 de novembro de 2012

Eco Liebertário - por InEx TrEe FaLLs

 


@@ @..........@@@
@@@@@.......@@@@@
@@@@@@....@@@@@@
Os dias silenciados já se foram
Anuncio o texto que não escrevi
Quem sabe o que está esconso@
Na poesia encontrei e me perdi
@@@@@@@@@@@@@@
@Todo sentimento banido@
@@Retorna libertário @@
@Todo texto e contexto
@@Ecoa literário@
@@@@@@@
@@@@@
@@@@
@@
@
.
.

Mas - por InEx TrEe FaLLs


 

000
00000
00000
000
Desfere logo o golpe
Discarrega sobre mim
Balas, cinzas, pólvoras
Chega de ameaças
Toma o que resta
E a réstia se esvai
Junto com a alma
De meros mortais
Vejo a mortalha
Longinqua vida
Observo animais
Desconhecemos
Somos seres
Somos bons
Somos más
Somos vida
Morte, vento
E o quê mais

star...

As Escadas do Terceiro Andar - por InEx TrEe FaLLs

.

Tenho que descer para sair. Tenho que subir para chegar. Há de.graus em todo pe.r.curso, do térreo ao terceiro andar. Nem sempre me apoio para subí-los ou desce-los. Passo a maior parte do tempo entre as quatro paredes do apart.amento.Deito-me na varanda transpondo o concreto elevo aos céus o pensamento, me falta um telescópio.

As escadas permanecem no abstrato de alguma exposição cultural que desconheço. Subo, deço e desconheço.... ando sem saber em qual andar....

Em qual andar daquele prédio tu habitas, sombra de minha imaginação? Asas voadoras tocaram a tela quando escrevi imaginação. Seria outra mariposa? Sei que seguiu em direção ao corre.dor. Estou no quarto do terceiro andar esperando meu filho acordar. Escrevendo qualquer coisa que possa cogitar enquanto as horas não me cobram a responsabilidade de viver ou deva.near.

A ficção se mistura, o pensamento ficou em algum dos três andares, nas janelas ou outros ares. Já não me despeço, sou a própria sombra do ambiente e de todos os lugares que pre.enchem o mar da minha mente que mergulha no próprio ser na tentava de encontrar a própria alma, afogada em imaginações de algum com.portamento. Fechei a porta, quero me deitar no chão sem me importar com as roupas que não pendurei no cabide ou mosquitos e morcegos que entram pela janela. Quero me deitar, sem permitir que o medo se torne sonoro como os passos que escuto de alguém subindo ou descendo escadas. Fecharei os olhos para o receio que domina veias, mente e artérias.

E quando abrí-los hei de enxergar a realidade sem o telescópio que eu tanto quis e assim sendo que eu possa me conformar. O céu continua suspenso, me perco em tal imensidão e ao mesmo tempo encontro nele uma outra dimensão.


Por Juliane Arruda
InEx TrEd FaLLs

http://100dversos.blogspot.com

Paçocas, Moedas e Estrada - por InEx TrEe FaLLs

Fumaça....

Hoje senti a fumaça se expandir, pairava no ar e ia de encontro a luz. Tinha nos braços o meu filho que não queria pisar no chão, ele queria que eu o levasse nos braços ou talvez quisesse um abraço, não sei. Só sei que refleti acerca do ar e da gravidade enquanto meu filho respirava aquilo. Alguns homens, garotos, crianças na calçada e aquele aroma de cigarro que se espalhava na atmosfera irônica de uma súbita crise de risos que duraram quase todo o percurso até que meu filho, diante do fiteiro, me pediu com seus grunhidos a pipoca apontada.

Não tardou para um ser desses que raramente se vê por ai, pois mais parecia personagem de desenho animado, olhar pra mim e repetir incansávelmente: paçoca, paçoca, paçoca....
Não pude negar-lhe a paçoca desejada e seguimos felizes. Eu por ele caminhar até certo ponto sem pedir colo e me aliviar o peso da coluna que quase sempre me tomba. Mas o percurso anterior foi longo, tive que deixá-lo caminhar aos prantos e berros até que a obstinada alma de minha alma compreendesse. Por algum momento ele compreendeu... o que foi parcialmente para mim uma vitória, mas não se pode contar vitória antes do tempo...

Pois bem, antes de chegarmos na parada procurei por todos os lados e nada daquela senhora injustiçada, aquela que sempre se encontra por lá, com seu cachimbo e as vezes saco de lixo. Ela não estava e lembrei que tinha uma dívida para com ela. Pois bem, as frutas foram proteladas, mas não estragarei meu compromisso devo a ela algumas frutas esverdeadas pelas palavras amareladas de um sorriso da mesma cor. No lugar da tal senhora estava um cidadão que não suporto muito, simplesmente não fui com a cara e o resto do jeito dele que mais parece uma piada e de tudo parece fazer maldosamente. Repudio as piadas maldosas, mas o que pude fazer senão escutá-las e dividir pipocas com o filho dele, recém saido de um interrogatório. Deus me perdoe, mas a criança é muito inquisidora. Tomara que o meu filho, cheagada a fase dos questionários acerca da vida, seja compreensivo e não busque meras palavras verbalizadas. Livros não me faltam, e mais terei se for necessário para auxiliar na criança o senso crítico.

Absorta em minha própria inquisição, eis que um cidadão desses saído de filmes como Clube da Luta, aparece e me fita (o que há de errado comigo, sou imã de tais personagens fugitivos do mundo onírico?). Pois bem, em cada mão um objeto. Na mão direita, uma garrafa de cola (não se trata de coca, e sim cola), substância que já inalei no passado funesto, e na esquerda o alimento que com as próprias mãos devorava. Trajava uma roupa suja tal qual os cabelos cujo aspecto confundia com a vaidade química do gel utilizado para fins pavoneantes na moioria dos casos. Não recordo como fez para guardar o dinheiro, sei que educadamente me pediu e já conformado com a recusa recuou, talvez por mencionar tirar algo do bolso e não da bolsa. Enfim, estendi-lhe um real de moeda do banco central e muito grato seguiu com as mãos e narinas ocupadas.

Quando digo que dinheiro é maldição para alguns não estou equivocada. Creio que não lançarei moedas nas mãos de criaturas como aquela. Melhor ter sempre uma frutinha guardada. Pensando bem pode ser que se tornem indigestas. Já não sei mais o que fazer. E diante do brusco movimento me vi perdida. Acompanhava aquela criatura com o olhar só pra ver se sumiria como um fantasma ou não. Me arrependi... pois a tragédia estava por vir. O coitado, não satisfeito com aquela moeda foi interpelar um senhor de boa aparência, sem saber que o tal, à paisana, era de mal/mau temperamento. Nem tive tempo de enxergar o sopapo que escutei e arremessou o infeliz da calçada para a pista. Áspera ambição que quase custou-lhe a vida.

Revoltado e sem compreender arremessou a comida, a cola e a moeda foi junto, maldita. Indignado o tal senhor aparentemente "educado" se viu possuído pelo ódio das profundezas daquele tecido que abrigava uma arma. Um revólver de pequeno porte para um policial que se portava de tal modo? E com punhos e arma imrpovisada o drogado reagiu correndo. Pessoas interpelaram até que perdi de vista os dois. Não tardou para o policial à paisana, caminhar rumo a parada do ônibus que se recusou a esperar e seguiu deixando apenas destroços do que foi um dia utensilho de para brisa. E eu nem havia percebido que o sujeito além da substância, da comida e maldita moeda, levava consigo o tal utensilho... em nada amortizou a brisa tempestuosa que soprou naquela tarde de 31 de janeiro de 2011 em plena avenida que se chama Estrada de Belém.

Jesus... para que lado caminha a humanidade? Me lembrarei do homem que pede por paçoca para ver se não enlouqueço, tamanha é a tr"isteza do meu ser.

. Visitem meu blog http://100dversos.blogspot.com
Por Juliane Arruda

domingo, 4 de novembro de 2012

Serpentário - por Ana



Eu não escrevi uma linha
Desde que o Duelos parou.
Os versos... lá p’ras cucuias...
Minha inspiração murchou...

As letras são minhas amigas,
As minhas palavras, serpentes.
Não escrevê-las me enerva...
Não me entendo mais por gente...

As palavras são serpentes?
Imagino, você pergunta.
A explicação vem abaixo,
Pois a resposta é profunda.

Serpenteiam em minha mente
Em ideias, tramas, colóquios,
Debates, cartas, respostas,
Argumentos, solilóquios...

Enlaçam-se umas nas outras,
Completam-se (por vezes não...),
Dão frutos e às vezes morrem
Antes da concepção...

Enroscam-se longamente
Qual rede de DNA,
Crescem, se reproduzem...
Meu cérebro, seu habitat.

E neste ninho sinistro,
De voltas e voltas sem fim,
Não cabem tantas espécies
Se não saírem de mim.

Elas não se organizam,
Elas não criam sentido...
Apenas em vão proliferam
Num zoológico maldito...

É assim que sinto as palavras
Que ficam aqui represadas.
E eu me torno uma Medusa
Quieta, isolada, ilhada...






 
 

Justa Medida - por Alba Vieira


A abóbada do mundo resplandece...
Salpicado de prata o negro céu!
Enquanto no meu coração acontece
Explosão de amor se retirado o véu.

Porque a coisa mais linda nessa vida
É aprender e para sempre aprender.
Nada se move sem justo motivo...
O destino do homem é compreender.


A.mor.te - por Renata Zonatto

 



Eu fico ali...
Plantada
Chorando
Torcendo que seja um sonho
Pesadelo
Miragem
Esperando que alguém
me tire dali
Bêbada
Desmaiada
Morta
Desejando um chá amargo
que faça eu vomitar
tudo aquilo que vi.
.
.
. 

 
.
.

A GRANDE VERDADE É - por Tércio Sthal

QUE OS OBSTÁCULOS E AS DIFICULDADES
ESTÃO PRESENTES EM TODOS OS LUGARES,
E SÓ PODEM SER VENCIDOS, OU TRANSPOSTOS,
POR PESSOAS QUE ACREDITAM QUE “A FÉ
PODE REMOVER ATÉ MONTANHAS”

(TÉRCIO STHAL)

 
 
 
 


FÉ E AÇÃO

Por caminhos livres qualquer um sabe andar com facilidade,
mas quero eu aprender com quem já sabe caminhar
vencendo cada um dos obstáculos, e cada dificuldade.

Quero deixo para trás as mágoas e ressentimentos,
quero levar sempre comigo os melhores momentos,
tudo o que for útil, prático e necessário para mim.

Lanço minha rede crendo que vou pegar muitos peixes,
traço o meu objetivo e sempre caminho em sua direção,
'a fé remove montanhas', esta é a minha convicção.

Não quero ser corredeira de pouca água batendo fraco em pedra dura,
não devo viver desviando para depois corrigir minha própria direção,
viver aos trancos e barrancos não é e nunca será minha configuração.

Quero ser corredeira de muita água batendo forte em pedra dura,
a transportá-las, ou carregá-las, para outras posições,
seguindo com fé, sem temer qualquer ameaça de desventura.


Visitem Tércio Sthal
.
.

Antonio Cícero: “Deus Ex Machina” - Enviado por Penélope Charmosa


 
 

Farei ainda mais um decassílabo
e mais um soneto e ainda por cima
invocarei, só por questão de rima,
figuras mitológicas, feito Ícaro,

 
cativo do labirinto que Dédalo,
seu pai, artífice também das asas
que brindariam ao filho, bipétalo,
seu mergulho no azul, arquitectou.

 
Dédalo explicou a precariedade
do artefacto de papel e casqueira,
geometria mística e goma-arábica

 
solúveis ao sol. Mas agora é tarde
e rasga a geringonça o céu à beira
do nada
               seu destino
                                  sua dádiva


In “A Cidade e os Livros”, p. 35.                                            
 
 

Quebrando Tatos por Olfatos- por Yuri

5 pontos para direita e às vezes 2 para a esquerda. É isso que eu faço de melhor.
Tomando um gole de um copo que contém sua última gota de sangue.
Eu me sentia guardado. Talvez congelado demais, dentro de você.
3 pontos por sua existência. Para a direita. E 5 pontos por ela ter vingado.
É isso que você parece. Meias palavras. Um álbum incompleto. Aquele quebra-cabeças faltando peças...
Agora meus fios de DNA se fundem com o mais ácido suor. Dói. Mas eu ainda consigo correr. Eu sei de onde eu vim. Não fale para eu voltar. Porque eu não me perdi. Eu sei de onde eu vim e com certeza não foi só de sua cabeça.
Eu sei que você criou um novo eu. Mas esse não é real. Esse não pode respirar.
Esse é um modelo só seu, de sua própria imaginação. Não tente me acorrentar em seu coração. Correntes sujas de sangue velho. Você não é um homem novo.
Quando se prova e gosta, sempre se fará. E eu não quero estar em volta quando acontecer novamente.


.
.
Visitem Yuri
.
.

Selo “Este Blog é Brutal!” - Recebido de DAS

 


Este eu ganhei novamente do meu parceiro (\o/) Sepulcro Gótico,
do blog ††Dor Lagrima Gótico Medieval††
É tão fofinho, né? rs
 
 
Regras...
A mim chegou com duas apenas:

-> divulgar o nome de quem criou o selo: blog Vampirella Arts
-> divulgar o blog que está cedendo o selo: DAS



O Duelos agradece, DAS!!!!
 

 

A Visita que me Deixou Feliz! - por Adir Vieira

 

 O feriado no meio da semana deixou a sexta-feira com cara de sábado.
Nada como isso, o fato de a mesmice não imperar.
Feliz foi meu dia ontem, quando, de surpresa, recebi, para passar o dia entre nós, a sobrinha de minha amiga e minha irmã dileta, a mãe de todos.
A presença dessa minha irmã em minha casa por um longo período, da manhã ao fim da tarde, trouxe-me sabores de dias vividos quando ainda éramos solteiras na casa de minha mãe.
A menininha de três anos e meio, como ela própria especifica quando perguntada sobre sua idade, deixou o ar com excelente energia e seus porquês a tudo o que se dizia, encheu de risos o ambiente. Esperta por excelência, observadora como poucas crianças de sua idade e sobretudo inteligentíssima e madura, fez o dia especial.
Ao chegar, fiz questão de mostrar a ela a casa, como o faço quando os adultos me visitam pela primeira vez e, diferentemente de qualquer criança, tinha postura de um ser grande quando olhava e dizia “bonitinho”.
Desde pequena está aprendendo, acho que com a tia, a ter sinceridade e mais uma vez aí, mostra sua grande diferença com as outras crianças.
Até meu marido que não é, hoje em dia, afeito a agrados às pessoas que eu gosto, quedou-se à graciosidade da menininha, o que não fugiu da observação de minha sobrinha que me perguntou porque o tio havia tratado tão bem à nova visita e não tanto a sua coleguinha na semana passada.
Apesar de meu pedido, sei que talvez as oportunidades não permitam visitas como essa, com constância. Mas seria muito bom se pudéssemos compartilhar semanalmente coisas assim, para recarregarmos nossas “baterias” de luz.
Vou torcer para isso!

Visitem Adir Vieira


(Sem Título) - por Poty


Corpo sem idade,
Mente sem fronteiras...
Corpo que grita
 Corpo escultural
Corpo que rola,
Fica em pensamentos...
O corpo fala
O corpo responde,
Corresponde...
 Corpo que se mexe,
Remexe...
Enche meus olhos,
Não sei o que fazer
É uma tentação...
 Bem assim que acontece
E vai continuar assim

Visitem Poty